Segundo o porta-voz do Ministério da Saúde, Abdel-Rahman Shahin, a mulher, identificada como Fatma Fathi Muhammad, morreu no último dia 27, após pegar a doença e não responder ao tratamento médico no hospital de Mansur, capital de Daqhaliya.
Esta é a segunda vítima mortal do vírus em pouco mais de uma semana no Egito. A outra foi uma jovem, também de 25 anos, de Beni Suef, no sul. Apesar das recomendações e proibições, as famílias nas zonas rurais do país continuam criando aves ao ar livre ou dentro das casas.
Após a detecção do vírus no Egito, em fevereiro em 2006, as autoridades da saúde sacrificaram cerca de 12 milhões de aves de curral para combater a propagação da doença.