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Mundo

Ataques de Israel matam 40 no Líbano e guerra piora

Arquivo Geral

04/08/2006 0h00

O mais alto tribunal eleitoral do México, drugs nurse que deve definir as eleições presidenciais depois de uma enxurrada de impugnações do candidato de esquerda, sildenafil convocou uma sessão pública amanhã, quando pode decidir se realiza uma nova contagem de votos.

O tribunal disse hoje que vai revisar 175 das 231 impugnações apresentadas pelo esquerdista Andrés Manuel López Obrador, incluindo uma que tem como objetivo conseguir a reabertura de todos os pacotes com votos do país.

"Provavelmente, isso é para ver se as urnas serão reabertas ou não", disse uma fonte do tribunal.

O esquerdista garante que sua derrota por 0,58 ponto percentual frente ao candidato do governo, Felipe Calderón, foi produto de uma fraude e lançou uma campanha de resistência civil.

O tribunal tem até 31 de agosto para decidir sobre todas as impugnações e se cabe ou fazer uma recontagem, e se seria parcial ou total. O nome do presidente eleito deve ser anunciado, no máximo, no dia 6 de setembro.

A sessão foi convocada para o sábado às 10h.

 

Diversos foguetes caíram na cidade israelense de Hadera hoje, information pills disse a rede de tevê israelense Channel 2, there mas sem causar mortes.

Os ataques marcam a maior distância já alcançada dentro de Israel por foguetes lançados pelo grupo guerrilheiro Hezbollah, desde que começaram os confrontos entre o grupo e Israel no dia 12 de julho.

Hadera fica a cerca de 80 quilômetros da fronteira com o Líbano.

 

A guerra entre Israel e o Hizbollah recrudesceu hoje, page com a morte de pelo menos 40 civis no Líbano, vítimas dos bombardeios aéreos israelenses, e de três pessoas em Israel, atingidas por foguetes lançados pelo Hezbollah. Enquanto isso, as potências mundiais não conseguem chegar a um acordo para impor uma trégua.

Um dos bombardeios israelenses atingiu uma fazenda perto de Qaa, próximo à fronteira com a Síria, no vale do Bekaa, segundo autoridades locais. Ali, ainda segundo essas fontes, os trabalhadores, a maioria curdos sírios, carregavam caminhões de frutas quando foram atingidos. Trinta e três pessoas morreram e 20 ficaram feridas.

Um porta-voz do Exército israelense disse que os ataques aéreos naquela área tinham como alvo duas construções que, segundo informaçõ es da inteligência, eram usadas pelo Hezbollah para guardar armas. Imagens da TV mostraram corpos que se pareciam com trabalhadores, perto das ruínas de uma pequena edificação, em meio a um pomar. Espalhadas perto dali havia cestas de frutas.

Depois do ataque de domingo contra Qana, onde até 54 civis morreram, foi o bombardeio aéreo mais mortífero contra o Líbano no conflito.

Um outro ataque aéreo contra uma casa na cidadezinha de Taibeh, no sul do Líbano, matou sete civis e feriu dez, afirmou uma fonte do setor de segurança. Segundo ela, os civis tinham se refugiado na casa.

Aviões israelenses destruíram quatro pontes na principal estrada litorânea ao norte de Beirute, prejudicando os esforços para ajudar os civis desalojados pelo conflito no Líbano.

Como não foi tomada nenhuma atitude pela Organização das Nações Unidas para pôr fim aos combates, que já duram 24 dias, as batalhas continuavam no sul do Líbano, conforme as tropas de Israel tentavam ampliar os pequenos enclaves que controlam na fronteira.

Guerrilheiros do Hezbollah lançaram mais de 100 foguetes contra o norte de Israel, ferindo várias pessoas, além das três mortes, segundo fontes médicas. Ontem, os foguetes haviam matado oito israelenses.

O bombardeio das pontes nos redutos cristãos ao norte de Beirute interrompeu a estrada litorânea que vai até a Síria, que era chamada pela ONU de "cordão umbilical" da chegada de ajuda ao Líbano.

"A estrada inteira está destruída", disse Astrid van Genderen Stort, da agência de refugiados da ONU. "É um grande revés, porque usávamos essa estrada para levar funcionários e suprimentos para o país."

Israel afirmou ter destruído as pontes para evitar que a Síria volte a armar o Hezbollah, grupo que também recebe apoio do Irã.

A Comissão Européia disse que o bombardeio das estradas tornou mais difícil levar ajuda humanitária à região. "Precisaremos de garantias para a segurança dos nossos funcionários na área se quisermos continuar a levar ajuda", disse o comissário para ajuda humanitária, Louis Michel.

O Programa de Alimentação da ONU suspendeu comboios programados para ir até a cidade portuária de Tiro, porque os ataques aéreos contra Beirute impediram os motoristas de chegar ao ponto de partida.

Combatentes do Hezbollah mataram três soldados israelenses com um míssil antitanque perto de Markaba, disse o Exército. A TV Al Arabiya afirmou que cinco soldados haviam morrido. A imprensa israelense disse que sete guerrilheiros do Hezbollah também morreram no confronto.

Segundo o Hezbollah, oito tanques e um blindado foram destruídos por seus guerrilheiros perto das cidades de Markaba, Aita al-Shaab e Taibeh.

Israel deslocou mais de 10 mil soldados para o Líbano, e disse ter estabelecido uma zona de proteção composta de 20 cidadezinhas, a até sete quilômetros de sua fronteira. O ministro da Defesa ordenou ao Exército que se prepare para um possível avanço para o norte.

No total, pelo menos 720 pessoas morreram no Líbano e 74 em Israel desde o início do conflito, deflagrado por uma operação em que militantes do Hezbollah seqüestraram dois soldados israelenses e mataram oito, no dia 12 de julho.

No outro front de combate israelense, contra a Faixa de Gaza, em represália ao seqüestro de um outro soldado por militantes palestinos, soldados de Israel mataram hoje três palestinos. Também houve bombardeios contra alvos militantes, que deixaram quatro feridos.

Pelo menos 164 palestinos já morreram desde o início da ofensiva em Gaza, no dia 28 de junho. O premiê palestino, Ismail Haniyeh, integrante do Hamas, descreveu as ofensivas israelenses em Gaza e no Líbano como uma "guerra contra o Islã".

 

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