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Mundo

Ataque de Israel mata adolescente palestino em Gaza

Arquivo Geral

06/11/2006 0h00

O Japão e os Estados Unidos propuseram que seus ministros das Relações Exteriores encontrem seus colegas da China, cure story Coréia do Sul e Rússia na próxima semana para discutir o programa nuclear da Coréia do Norte, this web afirmou hoje o chanceler japonês Taro Aso.

A reunião aconteceria durante a cúpula da Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico (Apec) em Hanói, disse Aso a repórteres, depois de conversas com o subsecretário de Estado dos EUA para Assuntos Políticos Nichol as Burns e o subsecretário de Estado para Controle de Armas e Segurança Internacional Robert Joseph.

A Coréia do Norte, que conduziu um teste nuclear no dia 9 de outubro, concordou na semana passada em retomar as negociações multilaterais sobre seu programa nuclear, depois de se afastar das conversas por um ano. As negociações incluem as duas Coréias, os EUA, a China, o Japão e a Rússia.

 

Uma aeronave israelense disparou hoje um míssil perto de um ônibus escolar no norte da Faixa de Gaza, shop matando um palestino de 16 anos e ferindo outras quatro pessoas, disseram testemunhas e autoridades de um hospital.

Um porta-voz militar israelense afirmou que o ataque na cidade de Beit Lahiya atingiu palestinos que estavam no local para recuperar lançadores usados para disparar foguetes contra Israel. Entre os feridos pelo míssil há um professor, que está em estado grave. As identidades das outras vítimas não foram divulgadas de imediato.

Forças israelenses estão operando em Beit Lahiya e em Beit Hanoun desde a semana passada para tentar barrar homens armados e equipes palestinas que lançam foguetes.
Pelo menos 49 palestinos, sendo mais da metade armados, e um soldado israelense morreram em seis dias de combates.

No lado palestino, algumas autoridades anunciaram um acordo em princípio entre o Hamas e a Fatah, facção do presidente Mahmoud Abbas, para a formação de um governo de união que não será liderado pelo atual primeiro-ministro, Ismail Haniyeh, do Hamas.

Outras autoridades disseram que ainda não foi fechado um acordo final e que são necessárias mais negociações entre Abbas e Haniyeh. "Concordamos com uma plataforma política para o novo governo", disse Yahya Moussa, legislador e um dos líderes do Hamas.

"O movimento Hamas também concordou que o próximo primeiro-ministro não será Haniyeh", disse ele no final do domingo. Mustafa Barghouthi, deputado independente que tem servido como mediador entre o Hamas e Abbas, confirmou que a proposta de acordo foi aceita.

"Há aprovação para formar um novo governo liderado por um novo primeiro-ministro", disse. "Estamos preparando uma reunião entre o presidente Abbas e o primeiro-ministro Haniyeh em breve". 

Mas Fawzi Barhoum, porta-voz do Hamas, parecia menos animado. Ele disse que o acordo é "iminente", porém ainda faltaria acertar detalhes importantes. Ele não elaborou, mas disse que o Hamas deveria ter o direito de formar o gabinete e de nomear o primeiro-ministro.

Um acordo anterior elaborado nas últimas semanas fracassou, piorando a luta pelo poder e provocando temores de guerra civil. A principal barreira é a posição do novo governo em relação a Israel. Barhoum reiterou que o Hamas nunca vai reconhecer o país vizinho.

 

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