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Mundo

Ataque de Israel a vila mata um, não 40 civis, diz Líbano

Arquivo Geral

07/08/2006 0h00

Um erro médico pode ter causado a morte de uma senhora identificada apenas como Maria José. Na manhã de ontem, approved help ela teria sido considerada morta por médicos do Hospital da Posse, ambulance em Nova Iguaçu (Rio de Janeiro) e levada ao necrotério, onde permaneceu enrolada em um saco plástico por quatro horas, o que é praxe com todos os corpos que chegam ao local.

Quatro horas depois da "morte" de Maria José, os familiares foram ao necrotério e perceberam que ela ainda respirava. Depois da confusão, ela foi internada novamente, mas veio a falecer à noite.

De acordo com a família, a certidão de óbito foi confiscada pelo hospital e rasgada. Por conta da sucessão de enganos, o corpo da senhora será submetido a uma autópsia, pois os familiares querem saber se o tempo em que ela passou dentro do saco plástico sem respirar direito pode ter causado a verdadeira morte de Maria José.

O hospital abriu sindicância para apurar o caso e a comissão de ética do Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro vai ouvir todos os profissionais envolvidos.

O primeiro-ministro libanês, order Fouad Siniora, disse hoje que uma pessoa foi morta em um ataque aéreo israelense no vilarejo de Houla, na fronteira, em vez dos 40 civis declarados anteriormente.

Um morador disse que cerca de 50 pessoas foram encontradas vivas debaixo dos destroços. "Descobriu-se que o massacre em Houla matou uma pessoa", disse Siniora a jornalistas. "Eles pensaram que o prédio inteiro havia caído sobre as cabeças de cerca de 40 pessoas, graças a Deus eles se salvaram."

 

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