Os três médicos que trataram Arafat também sabem que ele morreu após ingerir um veneno que impede a produção de hemácias, acrescentou.
Sharief disse que, se desse mais detalhes, ajudaria “a deter o autor” do crime,
De 2002 até ser transferido para Paris, Arafat permaneceu confinado na Muqata, depois que o então primeiro-ministro israelense, Ariel Sharon, deixou de considerá-lo um “interlocutor válido”.
O envenenamento é, junto com a aids ou a morte natural, uma das hipóteses em torno da morte do líder palestino, sobre a qual o movimento islâmico Hamas pediu ao Fatah que abrisse uma investigação após vencer as eleições parlamentares de janeiro de 2006.