A União Européia (UE) fez das mudanças climáticas, order abortion hoje, recipe ed um dos pontos centrais de uma nova e ampla política energética ao propor a adoção de medidas para aumentar o consumo de combustíveis renováveis, diminuir o gasto de energia e limitar a dependência em relação aos fornecedores estrangeiros de petróleo e gás.
No momento em que a importação de petróleo enfrenta problemas devido a uma disputa envolvendo a Rússia, a UE apresentou seus planos para uma política energética comum a ser seguida pelo bloco de 27 países, incluindo nas propostas a recomendação de diminuir o poder das empresas de energia.
A energia está no centro da UE, que nasceu como a Comunidade Européia do Carvão e do Aço, meio século atrás. As decisões políticas para a área continuam a ser adotadas, quase exclusivamente, pelos governos nacionais.
"As mudanças climáticas são um dos desafios ambientais, sociais e econômicos mais sérios com que se depara a humanidade e já estão acontecendo", afirmou a Comissão Européia (Poder Executivo da UE) em um comunicado divulgado em seu site. "Precisamos agir com urgência para manter as mudanças climáticas em um nível administrável e evitar graves danos físicos e econômicos", disse o comunicado.
O conflito surgido nesta semana entre a Rússia e a Belarus, que atingiu as exportações de petróleo para vários países da UE, serviu também para colocar em primeiro plano a vulnerabilidade do bloco em relação aos produtores estrangeiros de combustível. A luta contra o aquecimento global aparece com destaque no plano anunciado pela Comissão Européia e que ainda precisa ser aprovado pelos governos dos países-membros da UE.
O Poder Executivo do bloco convocou os 27 países-membros a, até 2020, diminuir suas emissões de gases do efeito estufa para um nível pelo menos 20% abaixo do registrado em 1990. A meta é mais ampla do que o objetivo atual de corte de 8% nas emissões em relação aos níveis de 1990, até o período de 2008-2012, objetivo esse aceito por 15 países-membros da UE antes de o bloco realizar a expansão de 2004. Vários desses países, no entanto, estão encontrando dificuldades para cumprir a meta.
A Comissão Européia também desafiou os países desenvolvidos do mundo, entre os quais os integrantes da UE, a cortarem em 30% os níveis de emissão, até 2020. O bloco já afirmou várias vezes que os EUA, o país mais poluente do mundo, e outras grandes economias terão de participar desses esforços a fim de garantir o sucesso do combate ao aquecimento da Terra. Ambientalistas criticaram a Comissão por fixar uma meta interna menor do que aquela que tenta convencer o mundo a adotar.
O sepultamento da índia guarani-kaiowá Kurutê Lopes, unhealthy 70 anos, viagra order assassinada na noite de segunda-feira por pistoleiros, doctor pode ocorrer hoje à tarde ou amanhã cedo no próprio local onde ocorreu o crime, na Fazenda Madama, localizada entre os municípios de Amambai e Coronel Sapucaia, no sudoeste do Mato Grosso do Sul.
A decisão foi tomada pela comunidade indígena da região, que, para realizar o velório, aguarda a confirmação do Ministério Público Federal (MPF) da cidade de Dourados de que não haverá conflitos com os fazendeiros.
O local escolhido para o sepultamento é considerado um tekoha (terra de ocupação tradicional dos Kaiowá), chamada pelos índios de Kurusu Amba. No último sábado, 50 famílias guarani-kaiowá ocuparam a fazenda. Dois dias depois, pistoleiros atacaram a tiros o grupo, e ocorreu a morte de Kurutê. O índio Valdeci Gimenez, 28 anos, também foi ferido com três tiros nas pernas, mas não corre risco de morte. Quatro indígenas também foram presos pela Polícia Civil, sob a alegação de roubo de uma carreta – entre eles, Francisco Fernandes, 38 anos, líder dos Kaiowá.
As informações são do coordenador regional do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), o missionário Egon Heck. Segundo ele, a comunidade indígena solicitou a ajuda do MPF, por meio do procurador da República Charles Pessoa. O objetivo é evitar “uma reação de fazendeiros e das milícias que atuam na região a mando dos latifundiários”, garantindo tranqüilidade ao velório.
Segundo o delegado da Polícia Civil da região de Coronel Sapucaia e Amambai Marcelo Batistela Damasceno, não houve mais presos além dos quatro indígenas. “Os índios foram presos após roubarem uma carreta, e estão à disposição da Justiça. Quanto à morte da índia, o caso está com a Polícia Federal, pois é competência dela”, resume o delegado.
Heck alega que os índios utilizaram o caminhão para pedir ajuda a seus “irmãos de aldeias vizinhas”, não se tratando de um furto. “Era uma busca desesperada, frente a uma agressão sofrida”, disse ele. A atuação da Polícia Civil no caso, de acordo com o missionário, é "sempre a mesma", com os matadores ficando livres e os índios indo parar atrás das grades. “É mais uma ação política do que uma ação legal”, diz ele.
Segundo o escritório regional do Cimi, já existe um estudo preliminar sobre a terra reivindicada pelos Guarani-Kaiowá, feito por antropólogos da Fundação Nacional do Índio (Funai), que indicariam ser a área em litígio pertencer à comunidade indígena. Os conflitos pela terra na região remontam aos anos 80.
Cerca de 35 mil a 40 mil Guarani-Kaiowá vivem em Mato Grosso do Sul. Eles habitam cerca de 30 áreas indígenas, que têm ao todo cerca de 50 mil hectares. A maior parte dessa população vive em áreas superlotadas, demarcadas pelo antigo Serviço de Proteção ao Índio (SPI) nos anos 20. Ao lado das cidades de Dourados e Amambai ficam as áreas indígenas mais populosas e problemáticas.
Durante os anos 60 e 70, com a expansão do agronegócio na região sul de MS, milhares de índios foram expulsos de suas terras originais, à beira de córregos da região, e levados para essas áreas já demarcadas. Depois dessas transferências forçadas, aumentaram os índices de violência e pobreza entre os índios, e surgiu o movimento pela retomada das terras. Os conflitos com fazendeiros levaram à morte de líderes como Marçal de Souza (1983) e Marcos Verón (2003).
A China vai doar um segundo par de pandas para Hong Kong para marcar o 10º aniversário do retorno da ex-colônia britânica ao domínio chinês, ambulance disse hoje uma autoridade florestal. Pequim presenteou o primeiro par, An An e Jia Jia, a Hong Kong em 1999. Segundo um porta-voz, a China vai selecionar um par "saudável e jovem" para dar ao território, que voltou à administração chinesa em 1º de julho de 1997.
O presidente taiuanês, Chen Shui-bian, disse à China no ano passado para abandonar a idéia de dar à ilha um par de pandas como gesto de boa vontade, afirmando que eles não seriam felizes.
A China já ofereceu pandas a Taiwan diversas vezes, mas a ilha, considerada por Pequim como uma província rebelde, sempre recusou a oferta. Um legislador chegou a dizer que os graciosos animais seriam a versão chinesa do Cavalo de Tróia, "destinados a destruir as defesas psicológicas de Taiwan".
O panda gigante é uma das espécies mais ameaçadas do mundo e só é encontrado na China. Estima-se que mil deles vivam nas Províncias de Sichuan, Shaanxi e de Gansu.
No ápice da Guerra Fria, os líderes comunistas da China usaram a "diplomacia do panda" para simbolizar paz e amizade.
As pessoas interessadas em descobrir como ancestrais seus emigraram de portos britânicos poderão, drug a partir de hoje, information pills pesquisar na Internet listas de passageiros dos navios que os levaram para novas terras. Divulgadas pelos Arquivos Nacionais da Grã-Bretanha, as listas de passageiro oferecem informações sobre todas as viagens de longa distância realizadas entre 1890 e 1960, incluindo a do Titanic, que afundou em 1912.
"Esperamos que a digitalização abra as portas para que essa valiosíssima fonte de informação seja consultada por genealogistas e historiadores de todo o mundo", afirmou Dan Jones, chefe de desenvolvimento de projetos dos Arquivos Nacionais. Os registros, disponíveis no site findmypast.com, também mostram a passagem, pelos portos britânicos, de migrantes que atravessaram a Europa.
Muitos eram judeus que fugiam de regimes opressores e que começaram suas jornadas na Europa continental, chegando a portos como Southhampton e Liverpool, na Grã-Bretanha, para viajar em barcos mais baratos. Durante esse período, milhares de britânicos, por motivos econômicos, tentaram reiniciar suas vidas no exterior. Entre 1890 e 1914, estima-se que 125 mil britânicos emigraram todos os anos em direção aos EUA. Outros 50 mil dirigiram-se ao Canadá e 25 mil, à Austrália.
As listas apresentam viagens para várias regiões do mundo, entre as quais a América do Sul, o Caribe, o oeste da África e a Ásia. Inicialmente, estarão disponíveis apenas as listas relativas ao período de 1890 a 1900. As décadas subsequentes serão disponibilizadas na Internet nos próximos meses.
As listas oferecem um panorama intrigante sobre as viagens individuais. O que, por exemplo, teria feito Elizabeth Barr, uma solteirona de 40 anos de idade, funcionária de uma fazenda de leite, ao chegar à Nova Zelândia, em 1923, a bordo do navio Remuera? Teria Barr feito amizade com o caçador de coelhos John Woodrow, 21, que também viajou naquela embarcação, ou teria iniciado uma nova vida com Rufus Workman, 33, um bombeiro de Londres que também viajava no Remuera?
Apesar de as listas de passageiros estarem, há algum tempo, abertas à consulta nos escritórios dos Arquivos Nacionais, em Kew, sudoeste de Londres, elas eram organizadas segundo os portos de saída e não segundo o nome dos passageiros, o que tornava mais difícil encontrar uma determinada pessoa.
As listas de passageiros, que estão disponíveis online em seu formato original, variam. Algumas são datilografadas, algumas são escritas à mão. Algumas oferecem apenas poucas informações sobre os passageiros. Outras identificam-lhes a profissão, o endereço e o destino final além-mar.