Sharon está hoje na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Cheeba, doctor em Tel Hashomer, localidade próxima a Tel Aviv, para onde foi levado em maio de 2006.
O político israelense foi levado para este centro médico após ter feito oito cirurgias, entre elas a retirada de parte do intestino devido a uma obstrução, no hospital Hadassah Ein Karem, em Jerusalém.
Na noite de 4 de janeiro daquele ano, Sharon sofreu um derrame cerebral e fez duas operações na mesma madrugada no hospital de Jerusalém. Em 6 de janeiro de 2006, após uma recaída, o ex-premiê foi operado pela terceira vez, mas desde que sofreu o derrame se encontra em estado de coma induzido.
O então chefe do escritório do ex-premiê, Dov Weisglass, considera que “é difícil dizer adeus a Sharon, porque o homem está vivo”, em declarações ao jornal The Jerusalem Post.
No entanto, muitos são reticentes em analisar seu legado político, seguido pelo hoje chefe do governo, Ehud Olmert, que busca continuar os presumíveis planos de Sharon, de “se separar dos palestinos” através de futuras desocupações na Cisjordânia.
Sharon retirou os 8.000 colonos judeus que viviam na Faixa de Gaza, e Olmert, em seu programa político, prometia fazer o mesmo com a maior parte das colônias da Cisjordânia.