“A emergência não significa que fecharemos tudo. É uma referência para disponibilizar a compra de remédios de forma direta ou para mobilizar pessoal”, declarou o ministro da Saúde da província de Buenos Aires, Claudio Zin, onde há o maior número de doentes e vítimas fatais.
Zin insistiu que, com esta medida de alerta, pedida há vários dias por organizações de médicos, “há um marco de referência para tomar decisões rápidas” para combater a doença.
“Não significa que devemos fechar escolas, shopping centers ou suspender viagens de metrô”, ressaltou.
Desta forma, o ministro confirmou informações de porta-vozes do “comitê de crise” contra a gripe criado pelo Governo argentino, segundo as quais se estuda declarar a emergência nacional na próxima semana, depois das eleições legislativas deste domingo.
Organizações de saúde já afirmaram que o número de pessoas infectadas pela doença na Argentina “é substancialmente maior” do que o oficial e que os hospitais estão “à beira do colapso”.
Apesar do nome, a gripe suína não apresenta risco de infecção por ingestão de carne de porco e derivados.