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Mundo

Argentina enfrenta nova onda de frio com fortes ventos e nevadas

Arquivo Geral

08/07/2007 0h00

Uma intensa onda de frio afeta a maioria das províncias da Argentina, ed com fortes ventos, viagra nevadas e temperaturas de até 15 graus negativos que durarão até terça-feira, informou o Serviço Meteorológico Nacional (SMN) neste domingo.

A região sul do país atingiu as menores temperaturas, a ponto de na província de Neuquén terem sido registrados 17,6 graus negativos. Em San Luis nevou, fenômeno climático incomum no distrito situado na região central do país.

O SMN disse que o país está coberto por uma massa de ar polar procedente do sul e lançou um alerta meteorológico para a região de cordilheira das províncias de Catamarca, La Rioja, Mendoza e San Juan devido às nevadas e ventos intensos do oeste.

As autoridades de Defesa Civil recomendaram que os motoristas redobrem as precauções por causa da formação de gelo nas estradas durante este fim de semana prolongado na Argentina, quando a população aproveita para visitar outras cidades.

A passagem internacional Cristo Redentor, que liga a província argentina de Mendoza ao Chile, está fechada desde quinta-feira com mais de quatro mil caminhões aguardando a reabertura.

A ONG Rede Solidária alertou sobre o risco de morte por hipotermia em função do frio e advertiu que há cerca de 20 mil pessoas vivendo expostas às condições climáticas na Argentina.

Nas últimas semanas, um total de 24 pessoas foram atendidas por hipotermia devido às baixas temperaturas, lembrou a ONG em comunicado.

O SMN não descartou que o frio dure a semana toda, inclusive em Buenos Aires, onde as temperaturas se aproximam de zero grau.

A onda de frio esta semana pode piorar a falta de energia que castiga o país devido ao aumento na demanda de eletricidade e de gás, alertam os analistas.

Desde o fim de maio, a Argentina enfrenta problemas energéticos que forçaram o corte e o racionamento de gás em indústrias e postos de gasolina, e levaram as autoridades a pedir que as empresas economizem eletricidade.

A crise energética, confirmada pelos analistas e negada pelo Governo, afeta cerca de cinco mil empresas, a maioria do setor petroquímico, siderúrgico e de cimento.

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