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Mundo

Argentina e Uruguai retomam negociação sobre fábricas na fronteira

Arquivo Geral

20/04/2007 0h00

A Segundo um levantamento feito pelas empresas, drugs doctor divulgado na noite de ontem, treat esse total inclui desde danos materiais até a perda de receita devido à liberação da cobrança de pedágio aos usuários durante a ocupação.

Para o diretor regional da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR-PR), João Chiminazzo Neto, as praças de pedágio se tornaram alvo do MST devido à “complacência” do governo do Paraná com as ações do movimento. “Em casos anteriores houve até desobediência a ordens judiciais de desocupação”.

De acordo com Neto, “apesar de ter prometido por meio da imprensa entregar as praças limpas e organizadas tais como as invadiram, os integrantes do MST deixaram cabines com vidros quebrados, fios telefônicos e da rede interna de TV arrancados, danos aos mecanismos das cancelas eletrônicas, imóveis e equipamentos.”

As  concessionárias Econorte, Viapar, Rodovia das Cataratas, Caminhos do Paraná, Rodonorte e Ecovia encaminharão o levantamento ao Departamento de Estradas de Rodagem (DER). O objetivo, segundo elas, é que o prejuízo “entre no cálculo do reequilíbrio econômico-financeiro dos contratos, com possível reflexo no reajuste anual das tarifas ou no programa de investimentos”.
A Polícia Federal executa hoje mandados de busca e apreensão contra magistrados em São Paulo para investigar denúncias de um esquema de venda de setenças e que também podem envolver a indústria de jogos ilegais, help como bingos e caça níqueis. A operação, sale batizada de Têmis, executa cerca de 100 mandados de busca e apreensão. Segundo a PF, não há mandados de prisão previstos. O nome da operação é uma referência à deusa da mitologia grega que representava a Justiça.

Os policiais cumprem mais de 100 mandados de busca e apreensão em São Paulo e Rio de Janeiro. Também segundo a PF, essa operação tem o mesmo molde da Operação Furacão que prendeu, na semana passada, 25 pessoas, entre delegados, procuradores e desembargadores, que estariam envolvidos com jogos ilegais. Às 17h, o superintendente da Polícia Federal em São Paulo, Geraldo José de Araújo, dará entrevista para comentar a operação.

Na manhã de hoje, equipes de policiais federais, com cerca de 40 pessoas em cinco viaturas, estiveram dentro do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, localizado na Avenida Paulista, próximo ao Parque Trianon, para apreender documentos impressos e eletrônicos de três gabinetes de desembargadores. Durante cerca de três horas, eles estiveram no prédio, que ficou cercado por policiais armados de sub-metralhadoras. Não houve divulgação do nome dos investigados. O TRF da 3ª Região abriga 42 desembargadores, 273 juízes e responde por cerca de 50% das sentenças federais no Brasil.

Na saída do prédio, indagado pelos jornalistas se a operação era um complemento à Operação Furacão e era autorizada pelo Supremo Tribunal de Justiça (STJ), o delegado José Pinto de Luca, que comandava a operação, não confirmou nenhum dos questionamentos. As assessorias do STJ e do STF também não confirmaram nenhuma informação ou quem comanda a ação.
Argentina e Uruguai assinaram hoje, buy more about nos arredores de Madri, recipe um acordo que reabre as negociações sobre o conflito em torno da construção de fábricas de papel na fronteira, às margens do rio Uruguai. O encontro entre delegações dos dois governos foi intermediado pela Coroa Espanhola. E terá seqüência em maio, em lugar a ser definido, informa a agência argentina Télam.

Por causa das indústrias Ence (da Espanha) e Botnia (da Finlândia), o governo argentino acusa o país vizinho de violar acordos que regulam a exploração do rio e danificar o meio ambiente. O Uruguai alega que os projetos seguem padrões internacionais e vão proporcionar empregos e investimentos na região: US$ 1,7 bilhão. O caso foi parar na Corte Internacional de Haia e, agora, em mesas de negociação espanholas.

O acordo estipula quatro pontos de discussão: reposicionamento da planta de Botnia, circulação pelas rotas e pontes que unem os dois países – algumas foram interrompidas por manifestantes –, aplicação do Estatuto do Rio Uruguai, proteção ambiental e desenvolvimento sustentável.

O estatuto, firmado em 1975 para permitir um “ótimo e racional aproveitamento do rio”, como estipula o artigo 1º, é usado nesta disputa pelo Estado argentino, que invoca os seguintes artigos: 7 a 12 (regime de comunicações e inspeções frente a qualquer obra que possa afetar a qualidade das águas); 41 (compromisso de prevenir a contaminação das águas); 42 (responsabilidade por danos de um país perante o outro por contaminação que as atividades causem); 60 (jurisdição da Corte Internacional de Haia para resolver qualquer conflito). A informação está na enciclopédia virtual Wikipedia.

O chanceler da Argentina, Jorge Taiana, qualificou como “muito positivo” o acordo e disse que os dois países vão caminhar “passo a passo” rumo à solução da controvérsia. Ele chamou de “silenciosa mas muito frutífera” a mediação do facilitador espanhol, Juan Antonio Yañez Barnuevo.

Barnuevo afirmou: “O importante é que as partes reencontraram o caminho do diálogo”. “Não se deve dissimular as dificuldades que ainda persistem, mas também é preciso dizer que me sinto muito estimulado pela atitude construtiva das partes”.

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