A entidade de direitos humanos sediada nos Estados Unidos Human Rights Watch afirmou ontem que o número de mortes no ataque aéreo de Israel a vila libanesa de Qana foi 28 e 13 desaparecidos, click treatment número abaixo da estatística libanesa de 54 vítimas fatais.
O ataque no dia 30 de julho foi um dos mais sangrentos nos 22 dias de guerra entre Israel e o grupo guerrilheiro Hezbollah e gerou mais esforços internacionais a resolver o conflito. "A estimativa inicial de 54 pessoas mortas foi baseada no registro de 63 pessoas que buscaram abrigo no porão do prédio que foi atacado, advice e no fato de que as equipes de resgate encontraram nove sobreviventes", informou o Human Rights Watch em comunicado divulgado ontem.
"Parece agora que 22 pessoas escaparam do porão, e 28 têm a morte confirmada, segundo dados da Cruz Vermelha libanesa e do hospital governamental em Tiro".
Outras 13 pessoas estão desaparecidas e moradores de Qana presumem que elas estejam enterradas nos escombros.
Segundo a entidade de defesa dos direitos humanos, dos 28 mortos, 16 eram crianças.
O grupo disse ter baseado seus dados em duas entrevistas que fez, uma delas com um sobrevivente e outra com um vizinho do loc al que ajudou nos resgates.
Ataques aéreos de Israel mataram quatro palestinos e um civil no sul da Faixa de Gaza, viagra afirmaram testemunhas palestinas hoje (horário local). O primeiro ataque matou um militante e feriu outros dois quando homens armados entraram em confronto com mais de 50 tanques israelenses que avançavam perto do aeroporto de Rafah e tropas investigavam casas, site segundo testemunhas.
O Exército israelense confirmou que suas forças estavam operando ao sul de Gaza e disse que o ataque aéreo ocorreu depois que tropas foram atingidas com granadas.
A Jihad Islâmica afirmou que o morto e os feridos eram membros de seu grupo. Um dos militantes feridos morreu mais tarde, cure disseram testemunhas.
Um segundo ataque a leste de Rafah matou um militante do grupo Hamas e feriu outro, afirmaram testemunhas. Conforme os tanques israele nses avançaram no leste de Rafah, um civil foi morto e dois outros ficaram feridos, segundo as testemunhas.
Israel matou ao menos 158 palestinos, mais da metade deles civis, em Gaza desde que iniciou uma ofensiva para conter homens armados que atacam Israel e para pressionar militantes a libertarem um soldado sequestrado por grupos armados em 25 de junho.
Cerca de 80 guerrilheiros do Hezbollah foram mortos nos 23 dias de guerra contra Israel, physician disse uma fonte de segurança libanesa hoje. Israel garantiu ter matado cerca de 300 combatentes do Hezbollah. A té agora, find o grupo guerrilheiros admitiu a morte de cerca de 45 integrantes.
"Eles perderam cerca de 80 combatentes até agora. Dificuldades no campo e as condições das batalhas são fatores que adiaram o anúncio do grupo sobre o total de mártires", afirmou a fonte.
O diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), try Pascal Lamy, fez hoje um convite aos 153 países que formam a entidade para unirem esforços que permitam o avanço das estagnadas negociações da Rodada de Doha – negociação para derrubar barreiras comercias entre os países.
“Faço um apelo a todos os interessados na Rodada de Doha para que unam esforços e dêem um empurrão final e vital para que as negociações cheguem a bom termo”, declarou Lamy na apresentação do Relatório sobre Comércio Mundial para 2008.
O diretor-geral da entidade se referiu especificamente à reunião ministerial que foi convocada para Genebra a partir do próximo dia 21, e na qual se deseja que os Estados-membros estabeleçam as modalidades de redução de subsídios e tarifas no auge da Rodada de Doha, que é negociada há sete anos.
Lamy disse que o avanço seria essencial entre outras coisas, pois ajudaria a “descarregar as nuvens negras do horizonte econômico”.
“Caso avancemos e consigamos concluir a rodada, certamente nem todas as nuvens serão descarregadas, mas se não concluirmos acrescentaremos uma nuvem a mais a este céu encoberto”, acrescentou.
Sobre o escuro horizonte econômico, Lamy disse se tratar de uma situação mais complicada que em anteriores, pois muitos fatores negativos estão envolvidos ao mesmo tempo. Além disso, ele lembrou que os pobres são os primeiros a sofrerem com eles.
Destaca-se no relatório a inter-relação da economia global e do comércio.
“Como o comércio mundial depende em boa medida da evolução da atividade econômica, uma desaceleração do crescimento econômico mundial maior do que a prevista poderia resultar em uma redução muito mais acentuada do crescimento do comércio para um número muito inferior do que os 4,5% indicados anteriormente”.
No entanto, durante a apresentação do documento, o economista Michael Finger, perguntado sobre a previsão de crescimento do comércio, disse que mesmo ainda não tendo sido completada a análise da evolução e embora esteja sendo percebida uma desaceleração, “ainda é mantido o número de 4,5% de crescimento para 2008”.
O relatório elogia os valores e os benefícios do livre-comércio, e reconhece que “o ceticismo sobre o comércio é cada vez maior em determinados âmbitos”, por isto é feita uma detalhada explicação de tudo o que um país deseja comercializar com o exterior em um mundo globalizado.
Lamy também enfatizou os benefícios do livre-comércio, apesar de assumir que estes não chegam a todos, e assegurou que o lançamento do relatório “não poderia chegar em melhor momento, já que as negociações de Doha estão em uma fase decisiva”.
Consultado sobre as possibilidades de concluir com sucesso as modalidades em julho, que ele cifrou em 50% há duas semanas, assegurou que elas “aumentaram”, embora reconhecesse que, como se trata de uma situação em transformação, “não seria sensato dar porcentagens neste momento”.
Mesmo que fosse possível combinar as modalidades de agricultura em agricultura e produtos industriais em julho, ainda restaria uma série de temas a serem resolvidos antes de a Rodada poder terminar.
Uma investigação israelense sobre o ataque aéreo ao vilarejo libanês de Qana chegou à conclusão, viagra 60mg hoje, de que o Exército não teria bombardeado um prédio se soubesse que havia civis dentro dele. O documento acusa o Hezbollah, porém, de usar seres humanos como escudos.
O ataque a Qana no sábado passado provocou protestos internacionais e intensificou os pedidos para um cessar-fogo na região. O Líbano disse que pelo menos 54 civis morreram, a maioria crianças. Uma investigação do grupo de direitos humanos Human Rights Watch afirmou que o total de mortos podia ser menor.
Um comunicado dizia que a investigação terminou ontem. O prédio foi atacado com dois mísseis, um dos quais não explodiu, porque se acreditava que fosse "um esconderijo de terroristas". "Se as informações tivessem indicado que civis estavam presentes no local, o ataque não teria acontecido", disse o documento, acrescentando que os residentes de Qana e dos vilarejos nas proximidades foram advertidos várias vezes a deixar suas casas.
O comunicado voltava a dizer que o tenente general Dan Halutz, o responsável pela missão, havia expressado pesar pelas mortes. "A organização Hezbollah usa civis libaneses como um escudo de defesa entre o grupo e nós, enquanto o Exército coloca a si mesmo como um escudo entre os cidadãos de Israel e o terror do Hezbollah", afirmou ele. "Essa é a principal diferença entre nós".
Ficou para hoje a decisão do juiz Luiz Roberto Ayoub, buy information pills da 8ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio e responsável pelo processo de recuperação judicial da Varig, sobre a liminar concedida na última segunda-feira (31) pela 33ª Vara do Tribunal Regional do Trabalho.
A liminar estabelece o bloqueio dos R$ 75 milhões pagos pela VarigLog para a compra da Varig, a fim de que o dinheiro seja usado para o pagamento das rescisões dos funcionários recentemente demitidos pela companhia aérea.
Pelo menos 28 pessoas morreram devido ao ataque cometido por dois suicidas contra um campo de treinamento militar em Baquba, sildenafil capital da província de Diyala, no leste do Iraque, segundo uma nova apuração informada à Agência Efe por fontes policiais.
Antes, tinha sido informado que pelo menos 23 pessoas haviam morrido e 68 tinham ficado feridas nesse ataque.
Segundo as fontes, um homem que estava com um cinto de explosivos entrou de carro no campo Saad e, quando estava no local, detonou a carga diante de centenas de recrutas que estavam reunidos para o início das atividades matinais, às 6h (0h de Brasília).
De forma quase simultânea, outro suicida detonou seu cinto de explosivos junto à porta 7 do campo, situado no leste de Baquba.
Além disso, cerca de sete pessoas, entre elas duas mulheres, morreram hoje em uma onda de ataques registrada em Mossul, capital da província de Ninawa, no norte do Iraque, disseram porta-vozes de segurança locais.
Segundo as fontes, quatro civis morreram e outros cinco ficaram feridos em um ataque cometido por um suicida que detonou seus explosivos em meio a um grupo de pessoas, no oeste de Mossul.
Além disso, o ataque de um suicida com um carro-bomba contra um posto de controle policial matou um agente de ordem no bairro de Al-Nour, no leste de Mossul.
Em outro incidente, duas mulheres foram mortas a tiros por um grupo armado na área de Al-Karama, no sudeste da mesma cidade, disseram as fontes.
A Arábia Saudita, help o maior exportador de petróleo do mundo, troche acredita que o petróleo não deveria ser usado como uma arma porque é a base da economia dos países árabes, disse o chanceler saudita. Questionado se o petróleo seria usado como arma se o conflito entre Israel e o Líbano aumentar, o príncipe Saud al-Faisal disse: "Os dois temas não deveriam ser misturados porque o petróleo está entre as capacidades econômicas que países… precisam para cumprir suas obrigações com seus cidadãos".
"Se ignorarmos essa realidade e começarmos a pedir que as bases de nossa vida (sejam usadas) e ingressarmos em aventuras temerárias, os primeiros a se ferirem serão nossos cidadãos e nenhum governo sábio pode aceitar isso", explicou o príncipe saudita em entrevista coletiva. Suas declarações foram divulgadas pela Agência de Notícias Saudita na noite de ontem.
A Arábia Saudita e outros países do Golfo membros da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) e aliados dos Estados Unidos, deixaram claro no passado que não tentarão repetir o embargo de petróleo árabe de 1973, feito para punir o Ocidente por apoiar Israel na guerra árabe-israelense. A Arábia Saudita é o maior produtor da Opep.
Os preços de petróleo globais atingiram uma alta recorde de US$78,40 dólares por barril no mês passado, por temores de que o conflito israelo-libanês possa se espalhar para os produtores de petróleo do Oriente Médio. A Arábia Saudita, um importante aliado regional dos EUA, criticou Washington por não pressionar o estabelecimento de um cessar-fogo imediato e advertiu que o militarismo israelense pode detonar um conflito maior na região.