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Árabes e israelenses discutem na ONU por plano antiterror

Arquivo Geral

08/09/2006 0h00

Sem nenhuma variação fora da margem de erro, remedy health a nova pesquisa do Ibope, divulgada hoje pela TV Globo, mantém a indicação de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva já no primeiro turno das eleições.

Segundo o levantamento, as intenções de voto no candidato Lula se mantiveram em 48%, enquanto Alckmin passou de 25% para 27%. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais.

A senadora Heloísa Helena (PSOL) seguiu com 9%. O senador Cristovam Buarque (PDT) manteve 1% das intenções de voto e Ana Maria Rangel (PRP) chegou a esse patamar pela primeira vez. Os demais candidatos não pontuaram na pesquisa. Com isso, a vantagem de Lula sobre os demais adversários passou de 12 para 10 pontos percentuais.

Em um eventual segundo turno, o presidente venceria o tucano por 51% a 37%, ante 51% a 36% no levantamento da semana passada.

O Ibope ouviu também a opinião dos eleitores sobre o governo. A avaliação ótima ou boa subiu de 43% para 46%, enquanto a regular caiu de 38% para 35%. Já a avaliação ruim ou péssima variou de 18% para 19%.

O Ibope entrevistou 3.010 pessoas entre terça e quinta-feira desta semana, em 197 municípios do País.

 

A polícia mexicana prendeu um importante traficante colombiano e o transferiu para os Estados Unidos, viagra 60mg onde deve ser julgado, disse hoje o embaixador norte-americano no México, Tony Garza.

Segundo ele, Jaime Maya Durán foi detido na quarta-feira, após agentes norte-americanos avisarem à polícia mexicana que ele estava no país.

O diplomata disse que Maya Durán seria um braço-direito de Luis Hernando Gómez Bustamante, líder do poderoso cartel colombiano do Norte del Valle, que foi preso em Cuba há dois anos.

"Um dos principais líderes da quadrilha responsável por importar ilegalmente quase meia tonelada de cocaína vendida nos Estados Unidos agora vai enfrentar acusações por crimes federais em Nova York", disse Garza.

Ele afirmou que o governo norte-americano oferecia uma recompensa de US$ 5 milhões por informações que levassem à captura de Maya Durán.

O Ministério Público mexicano disse não ter informações sobre a suposta prisão.

 

O governo norte-americano vai recolher as impressões dos dez dedos de cada estrangeiro que entrar no país e vai compará-las com as marcas deixadas em locais de atentados terroristas, sale disse hoje o secretário de Segurança Doméstica dos Estados Unidos, sale Michael Chertoff.

Atualmente, as autoridades recolhem as impressões digitais apenas dos indicadores. A alteração deve estar totalmente em vigor até o final de 2008.

"Vamos poder comparar as digitais de todos com as impressões mais recentes que estamos coletando em todo o mundo em refúgios de terroristas, em fragmentos de bombas que os terroristas fazem, ou nos campos de batalhas onde os terroristas travam sua guerra", disse Chertoff em discurso na Universidade Georgetown.

O departamento vai instalar nos próximos dois anos novos equipamentos, capazes de lerem as dez impressões digitais, em fronteiras e aeroportos. O atual sistema é criticado por ser incompatível com os bancos de dados do FBI, que contêm as dez digitais de cada pessoa fichada.

A coleta de impressões digitais de visitantes começou em janeiro de 2004, como reação aos atentados de 11 de setembro de 2001 – cometido por estrangeiros que tinham vistos válidos para entrar nos EUA.

Chertoff disse que o novo método vai conter militantes que pretendam entrar nos EUA para realizar novos atentados. "Cada terrorista que já esteve em um refúgio ou campo de treinamento ou que tenha construído uma bomba vai se perguntar: Será que já deixei uma digital em algum lugar do mundo que tenha sido capturada?"

O sistema, em vigor desde 2004, também faz com que cada visitante seja fotografado ao entrar no país. Mas os dados, até agora, só podiam ser cruzados com listas de terroristas procurados e com prontuários policiais.

 

O candidato do PDT à presidência da República, cure Cristovam Buarque, information pills disse durante campanha pelo Distrito Federal, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato do PT à reeleição, é que deveria ser comparada a Adolf Hitler.

"Só digo uma coisa: Hitler também fugia dos debates", afirmou Cristovam, um dia depois de o presidente ter comparado seus opositores a Adolf Hilter.

Cristovam, que é senador, também criticou o programa de governo do presidente. "O orçamento enviado pelo governo ao Congresso não prevê as mudanças que Lula tem prometido", garante o pedetista.

O presidente do Uruguai, medicine Tabaré Vázquez, disse hoje que obteve o consentimento de seu colega brasileiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para que seu país avance nas negociações de acordos comerciais fora do Mercosul.

Vázquez expôs a iniciativa uruguaia a Lula, atualmente presidente temporário da união aduaneira, em uma reunião na cidade de Canoas, em Rio Grande do Sul.

"Estou saindo (do encontro) muito feliz. Encontramos muita flexibilidade do Brasil e do presidente Lula", disse o líder uruguaio à imprensa.

"Hoje obtivemos o beneplácito do presidente Lula para continuar as negociações", continuou Vázquez, indicando que esses eventuais acordos não devem prejudicar "o coração" do Mercosul, que também integram Argentina, Paraguai e Venezuela, e que não prevê pactos bilaterais extra-regionais.

Uruguai e Paraguai têm buscado flexibilidade da união aduaneira para expandir seu comércio fora da região, ao considerar que as diferenças em tamanho das economias dos sócios do bloco os prejudicam.

Nas negociações de hoje, Vázquez insistiu que o Mercosul continua sendo uma prioridade para seu país, mesmo com a situação interna do bloco complicando seu funcionamento, disse à imprensa um porta-voz da Presidência uruguaia.

O Uruguai pretende realizar negociações com Estados Unidos, China e Índia, a fim de expandir seu comércio fora da região.

Nas negociações iniciadas com os Estados Unidos, os uruguaios pretendem facilidades para suas exportações de carne, lã, leite e produtos como celulose e madeira, segundo o porta-voz.

 

Autoridades e moradores da região turística boliviana de Copacabana, mind na península do lago Titicaca, ameaçaram hoje anexar-se ao Peru em protesto pela falta de atenção do governo de La Paz, informaram as rádios locais.

Duas cadeias de rádio católicas disseram que a ameaça foi lançada ao meio-dia por vereadores que iniciaram uma greve de fome, ao final de uma marcha de protesto.

"Dissemos como advertência que o povoado já tem a bandeira do Peru aqui (na prefeitura)", disse o vereador Samuel Rubín de Celis, segundo a Rádio Fides.

Com discursos inflamados, o vereador e dirigentes cívicos de Copacabana, a cerca de 150 km a oeste de La Paz e perto da fronteira com Peru, denunciaram a "indiferença do governo e dos padres franciscanos" que administram um famoso santuário do lugar.

O conflito começou há nove dias, quando os sindicatos de camponeses da região decidiram bloquear a estrada entre La Paz e Copacabana, em protesto contra uma ordem judicial de desalojar um albergue de peregrinos da Igreja Católica que havia sido ocupado à força.

O bloqueio asfixiava a economia do povoado, que vive da atenção de milhares de turistas que visitam semanalmente o santuário da Virgem de Copacabana, padroeira da Bolívia.

O governo de Evo Morales, que até agora se manteve à margem do conflito, anunciou que estuda o envio de uma comissão.

 

Um lote envenenado de um licor caseiro matou 23 pessoas na Nicarágua, viagra buy informaram serviços de emergência hoje, prevendo mais mortes pela frente.

Cerca de 90 pessoas estavam sendo tratadas de envenenamento em um hospital da cidade de Leon, a 90 km a noroeste da capital, Manágua, onde maior parte da bebida alcoólica parece ter sido distribuída.

"Estamos recebendo chamadas constantes de novos casos", disse Eleazar Eugarrios, funcionário de um serviço de emergência . "É terrível, nós achamos que mais pessoas vão morrer."

Eugarrios disse que ambulâncias extras chegaram de Manágua para ajudar a lidar com a crise. Muitas pessoas foram enviadas à capital para tratamento após o hospital local ficar sem espaço.

A venda de bebidas alcoólicas destiladas feitas em casa é legal na Nicarágua e um hábito comum nas regiões rurais. Muitos dos que morreram eram pobres, apesar da TV local ter informado que um médico estava entre os mortos.

O lote havia sido misturado com metanol, um líquido venenoso que, quando ingerido, pode causar danos nos órgãos em algumas horas e levar à cegueira ou à morte por falha respiratória.

O prefeito de Leon proibiu temporariamente a venda de qualquer bebida alcoólica. A polícia fechou diversas casas que vendiam licores e confiscou 5 mil litros para prevenir mais incidentes de envenenamento.

Um caso similar de envenenamento por metanol matou pelo menos 120 pessoas no país vizinho El Salvador em 2000, levando a uma proibição de dez dias de consumo de bebidas alcoólicas.

 

Diplomatas de países árabes e de Israel travaram uma acirrada discussão hoje no plenário da Assembléia Geral da ONU depois da aprovação de um plano global de combate ao terrorismo, ambulance de conteúdo eminentemente simbólico, illness a três dias do quinto aniversário dos atentados de 11 de setembro de 2001 nos EUA.

O "plano de ação" contra o terrorismo, aprovado em votação simbólica pelos 192 países da Assembléia, apresenta em suas oito páginas medidas e metas abrangentes para evitar atentados, para combater as condições que alimentam o terrorismo e para ajudar os países a enfrentarem o problema sem abrir mão dos direitos humanos.

Mas nove países, a maioria árabes, foram à tribuna após a adoção do plano para se queixar do fato de ele não mencionar as ações militares israelenses no Líbano e nos territórios palestinos.

Além disso, o documento não impede que grupos como os palestinos sejam qualificados de terroristas por adotarem "movimentos de libertação nacional", segundo os diplomatas.

Isso levou Israel a criticar Irã e Síria por não evitarem ataques ao Estado judeu.

O plano de ação foi encomendado à ONU durante uma cúpula em Nova York, no ano passado. Seus detalhes estavam sendo discutidos desde então.

O documento repisa algumas polêmicas que há anos prejudicam os esforços da ONU contra o terrorismo.

Os países-membros acharam que haviam superado o impasse quando o secretário-geral Kofi Annan sugeriu que, em vez de uma definição formal de terrorismo, houvesse apenas uma declaração simples qualificando de terrorismo qualquer ação intencional que provoque ferimentos e mortes de civis, ind ependentemente dos seus motivos.

Os países aceitaram adoção do plano, mas as farpas surgiram quando os diplomatas tiveram a chance de comentar o acordo.

Annan disse que o pacto é "uma conquista histórica" e pediu aos países que honrem "as vítimas do terrorismo em todos os lugares, adotando ações imediatas para implementar todos os aspectos da estratégia".

As resoluções da Assembléia Geral não são de cumprimento obrigatório, mas têm seu significado porque expressam a vontade de países de todo o mundo.

O plano pede aos países que restrinjam o uso da internet por terroristas, que adotem leis proibindo a incitação ao terrorismo e que só concedam asilo depois de verificar que o solicitante não esteve envolvido em atos terroristas.

O texto também apóia esforços para melhorar o controle dos documentos nacionais de identidade e passaportes, para reforçar o controle de fronteiras e alfândegas e para ampliar a coordenação na preparação contra ataques químicos, nucleares ou biológicos.

Vários artigos têm por objetivo evitar que os direitos humanos sejam sacrificados no combate ao terrorismo, além de melhorar as condições sociais nos ambientes onde o terrorismo recruta seus militantes.

 

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