Seguidores do reverenciado herói da independência indiana Mahatma Gandhi disseram que é inapropriado ter canhões apontados para o local onde o ícone pacifista foi assassinado, story buy information pills informou um jornal indiano hoje. Canhões em frente à Academia Nacional de Defesa de Nova Délhi apontam diretamente para o Gandhi Smriti, pilule o local onde Ganhdi foi morto há exatos 59 anos.
Simpatizantes dizem que os canhões estão, na verdade, mantendo sob mira o homem que usou apenas meios não-violentos para expulsar os colonizadores britânicos da Índia, disse o Times da Índia.
"É inapropiado ter esses canhões apontados para o Gandhi Smriti, um dos lugares mais sagrados do mundo, onde o apóstolo de ahimsa (não-violência) caiu vítima de tiros", disse N. Vasudevan, ex-secretário do Rajghat Samadhi Samiti, encarregado do mausoléu de Gandhi.
A neta de Gandhi, Tara Gandhi, também vê os canhões como inadequados. "Nós precisamos de vassouras para limpar a violência da sociedade, contra as crianças, contra as mulheres, e não canhões".
O exército, entretanto, disse que muita coisa está sendo dita sobre o posicionamento dos canhões, que são de um "tipo clássico" e "decorativo".
"A posição deles não deve ser vista como um desrespeito ao Pai da Nação, que é altamente reverenciado por todos nós", disse o porta-voz do exército, coronel S.K. Sakhuja.
O jornal disse que o diretor do Gandhi Smriti, o local em que ele foi assassinado em 30 de janeiro de 1948 por um radical hindu, era inicialmente crítico, mas agora vê os canhões como um símbolo da luta de Gandhi pelo completo desarmamento. "Deixemos as armas um lembrete da tarefa inacabada de Mahatma Gandhi", disse Savita Singh.
O aquecimento global fará com que milhões de pessoas passem fome por volta de 2080 e causará grave falta de água na China, pilule na Austrália e em partes da Europa e Estados Unidos, ask segundo um novo estudo sobre o clima mundial.
Até o final do século, ask as alterações climáticas farão com que a escassez de água afete entre 1,1 e 3,2 bilhões de pessoas, com um aumento médio de temperatura na ordem de 2 a 3 graus Celsius, segundo relatório preliminar do Painel Intergovernamental para a Mudança Climática.
O texto deve ser divulgado só em abril, mas o jornal australiano The Age teve acesso a seus dados. O estudo diz ainda que outros 200 a 600 milhões de pessoas enfrentarão falta de alimentos nos 70 anos seguintes, enquanto inundações litorâneas podem tragar outras 7 milhões de casas. "A mensagem é que cada região da Terra terá uma exposição ao aquecimento", disse hoje Graeme Pearman, um dos responsáveis pelo relatório.
"Se você olhar para a China, como a Austrália, ambas vão perder precipitações pluviométricas consideráveis em suas áreas agrícolas", disse Pearman, ex-diretor de clima da Organização da Comunidade Científica e de Pesquisa Industrial, principal órgão australiano do setor.
Países pobres, como os da África e Bangladesh, seriam os mais afetados por serem os menos capazes de lidarem com secas e inundações litorâneas, segundo o especialista.
O Painel Intergovernamental foi criado em 1988 pela Organização Meteorológica Mundial e pelo Programa Ambiental da ONU para orientar as políticas globais sobre o aquecimento.
O grupo deve divulgar na sexta-feira em Paris um relatório prevendo que até 2100 a temperatura média do mundo estará de 2 a 4,5C acima dos níveis pré-industriais, sendo que a estimativa mais provável é de 3C. Esse relatório deve resumir a base científica das mudanças climáticas, enquanto o texto de abril detalhará as consequências do aquecimento e as opções para se adaptar a ele.