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Após caótica passagem por Paris, tocha olímpica segue para EUA

Arquivo Geral

07/04/2008 0h00

A tocha dos Jogos Olímpicos de Pequim seguiu seu caminho rumo à cidade americana de San Francisco após uma caótica passagem por Paris, viagra 60mg marcada por manifestações dos defensores do Tibete e dos direitos humanos na China.

Os cerca de três mil agentes destacados para o aparato de segurança montado para o percurso da chama olímpica em Paris não impediram a realização de protestos, que resultaram na detenção de 18 pessoas, segundo o ministério do Interior francês, 20 de acordo com uma associação pró-Tibete.

Integrantes do Governo chinês chegaram a pedir que a tocha fizesse parte de sua rota dentro de um ônibus, o que de fato ocorreu e provocou o apagamento da chama por quatro vezes.

O fogo olímpico ainda se apagou em mais uma ocasião, desta vez por falha técnica.

Segundo o ministério do Interior francês, “a chama olímpica estava sob a responsabilidade das autoridades chinesas, com o apoio técnico da Polícia francesa, que devia zelar pelo bom andamento” de sua passagem por Paris.

O percurso da chama por Paris foi modificado diversas vezes e várias recepções previstas para a tocha olímpica foram canceladas, como a da Prefeitura da cidade.

Este evento foi suspenso porque autoridades chinesas pediram a retirada de bandeiras tibetanas expostas na esplanada da Prefeitura, o que não ocorreu.

Por decisão do prefeito de Paris, Bertrand Delanoë, um cartaz na fachada da Prefeitura afirmava que a cidade “defende os direitos humanos no mundo inteiro”.

O secretário de Estado de Esportes francês, Bernard Laporte, disse que os eventos de hoje não são muito bons para “a imagem da França”.

A mobilização dos defensores do Tibete e dos direitos humanos durante a passagem da tocha por Paris voltou a pôr em evidência a presença ou não do presidente francês, Nicolas Sarkozy, na cerimônia de abertura dos Jogos de Pequim, em agosto.

O porta-voz do Governo francês, Luc Chatel, reafirmou que a França se pronunciará “em função do avanço do diálogo” entre China e o dalai lama, líder espiritual do Tibete.

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