Duas indonésias morreram de gripe aviária, recipe doctor informou uma autoridade do Ministério da Saúde no sábado, elevando o número total de mortes de humanos por gripe aviária no país para 61, em meio à propagação de novos casos.
Uma mulher de 27 anos, do sul de Jacarta, morreu na noite de sexta-feira após ter dado entrada no hospital Persahabatan, na capital, em busca de tratamento, segundo Muhammad Nadirin, do centro de informações sobre gripe aviária.
Questionado sobre se a mulher teria entrado em contato com aves contaminadas, Nadirin disse: "Uma semana antes de ela ficar doente, havia galinhas mortas perto de sua casa".
A segunda morte foi a de uma mulher de 22 anos, de Tangerang, oeste de Jacarta, nas primeiras horas do sábado, segundo a autoridade.
Separadamente, foi confirmado um caso de contaminação por gripe aviária em um homem de 18 anos, que estava sendo tratado num hospital após sua mãe ter morrido devido à doença na quinta-feira, marcando um caso de contaminação coletiva, segundo outra autoridade.
O marido e o filho da mulher de 37 anos, de Serpong, na parte oeste de Java, estavam sendo tratados com sintomas de gripe aviária no hospital Persahabatan.
Joko Suyono, outra autoridade do centro de informações sobre gripe aviária, disse que os exames feitos no filho comprovaram a contaminação com o vírus da gripe aviária.
Não estava claro se eles haviam entrado em contato com aves doentes, afirmou a autoridade.
Resultados imediatos de testes realizados com o pai também não estavam disponíveis, mas Nyoman Kandun, diretor geral do controle de doenças transmissíveis no Ministério da Saúde, disse que o resultado positivo do filho sinalizava um caso de contaminação coletiva.
A autoridade disse, no entanto, que não existia evidência de transmissão do vírus entre seres humanos até agora neste caso.
O maior caso de contaminação coletiva de gripe aviária no mundo ocorreu em maio de 2006, no distrito de Karo, na província de Sumatra do Norte, onde sete pessoas de uma família morreram. O caso levantou temores de que o vírus teria sofrido mutação para uma forma que poderia se espalhar facilmente entre pessoas.
Os casos mais recentes elevam o número de mortes na Indonésia para 61, a maior quantidade de óbitos no mundo.
Peritos gregos examinavam neste sábado os destroços do ataque à embaixada norte-americana em Atenas, generic ação condenada e classificada pelos meios de comunicação como o sinal sombrio de um possível retorno da militância extremista no país.
A polícia suspeita que o grupo guerrilheiro de esquerda Luta Revolucionária tenha disparado a granada-foguete contra o prédio da embaixada na sexta-feira, for sale no pior ataque desse tipo no país em anos. A explosão causou danos pequenos, website e ninguém ficou ferido.
"O ataque contra a embaixada foi forte, audacioso, altamente simbólico, com uma arma importada", declarou o influente diário Vima, em editorial. "Infelizmente, o terrorismo está retornando, pronto para colocar a sua marca sombria no processo político".
Segundo a polícia, a arma usada no ataque era um lançador de granadas chinês RPG 7. "Esse material militar não é usado pelas forças armadas gregas e nunca foi usado num ataque similar no nosso país", disse o comunicado da polícia.
A princípio, as autoridades temeram que a granada fosse parte de um conjunto de armas roubado de um campo militar na década de 90 pela organização guerrilheira 17 de Novembro, hoje desmantelada. A hipótese poderia significar o renascimento do grupo, com membros que talvez tivessem escapa do da repressão.
A organização Luta Revolucionária apareceu em 2002 como a ameaça interna mais séria da Grécia desde o fim do 17 de Novembro. Em comunicados à imprensa, o grupo mostra uma retórica anti-Estados Unidos.
"Ninguém esperava um ataque terrorista tão forte, um ataque contra um prédio norte-americano, símbolo da adoção de medidas de segurança severas", declarou o jornal Eleftheros Typos. "Para Washington, isso foi um grande insulto".
A polícia está checando gravações de câmeras de vigilância ao redor da embaixada, na busca de suspeitos. Ela também investiga um telefonema anônimo para a empresa de segurança contratada pela embaixada, no qual o grupo Luta Revolucionária assume o ataque.
A organização ganhou notoriedade em 2003, quando detonou uma bomba num tribunal. Desde então, assumiu a responsabilidade pela tentativa de assassinato do ministro da Cultura grego e por uma explosão no Ministério da Economia que deixou dois feridos.