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Mundo

Apesar de preocupação, EUA não aumentaram alerta militar por crise no Egito

Arquivo Geral

04/02/2011 12h23

O Governo dos Estados Unidos está preocupado com a crise no Egito, mas não elevou o grau de alerta das Forças Armadas americanas, afirmou nesta sexta-feira o chefe do Estado-Maior americano, almirante Michael Mullen.

Ao participar do programa “Good Morning America”, da rede de televisão “ABC”, Mullen repetiu o pedido do presidente Barack Obama para que haja “uma transição pacífica e sem violência” no Egito.

No entanto, Mullen acrescentou que os EUA não deveriam se apressar em cessar a assistência militar ao Governo do presidente Hosni Mubarak, um firme aliado de Washington por mais de três décadas e que recebeu dezenas de bilhões de dólares em equipamentos, armamento e capacitação militar.

O Congresso, disse Mullen, não deveria atuar precipitadamente para cortar ou reduzir essa ajuda militar que contou com uma média de US$ 1,3 bilhão anuais.

“Não devemos fazer nada até que saibamos o que ocorrerá realmente”, defendeu Mullen, que acrescentou que mantém contato com os comandantes militares do Egito e não acredita que o Exército do país atacará as multidões que exigem a renúncia de Mubarak.

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