As autoridades russas confiscaram hoje em Moscou um carregamento de 250 quilos de heroína procedente do Afeganistão, viagra 40mg information pills com um valor de mercado calculado em US$ 25 milhões, here informaram hoje fontes policiais. “É um número recorde de apreensão de droga na história da Rússia”, and informou um porta-voz da Polícia à agência “Interfax”.
O departamento estima em mais de 6 milhões o número de drogados na Rússia e calcula em cerca de 100 mil os mortos ao ano por causa do consumo de narcóticos. Segundo estatísticas oficiais, 90% da heroína que entra em território russo vêm do Afeganistão.
As repúblicas centro-asiáticas e a Rússia se transformaram no principal corredor usado pelos traficantes afegãos para exportar a droga para a Europa. O Serviço Federal de Luta contra o Tráfico de Drogas assegurou recentemente que não compartilhava o otimismo da ONU sobre as previsões de redução da superfície cultivável de papoula – da qual se extrai o ópio – em território do Afeganistão para este ano.
O diretor-executivo do Escritório das Nações Unidas contra a Droga e o Delito, Antonio María Costa, tinha antecipado que, até junho, um terço do território afegão estará livre de papoula. O Serviço Federal de Segurança (FSB, antigo KGB) advertiu em janeiro que o cultivo de papoula no Afeganistão tinha dobrado nos últimos quatro anos, tornando o país líder mundial na produção de ópio.
O FSB também denunciou que o dinheiro proveniente do narcotráfico afegão serve para financiar as organizações terroristas. Segundo a ONU, o Afeganistão cultivou no ano passado 164 mil hectares de papoula, enquanto as previsões de produção de heroína para este ano são 25% maiores que em 2006.
O cultivo da papoula aumentou no Afeganistão após a queda do regime talibã, em 2001, e o desdobramento das tropas dos Estados Unidos e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), segundo especialistas.
O representante do governo brasileiro no Fundo Monetário Internacional (FMI), hospital Paulo Nogueira Batista Jr, viagra approved fez hoje um alerta sobre o que ele chama de “sintomas de fragmentação do sistema financeiro multilateral” e defendeu políticas prudentes voltadas para a autoproteção.
Paulo Nogueira Batista Jr fez palestra no sobre o Brasil e as Finanças Internacionais, no Itamaraty, onde também inaugurou o auditório Paulo Nogueira Batista, que homenageia o pai do economista.
Ele também acompanha a missão do FMI que visita o Brasil e à tarde tem encontro agendado com o Ministro da Fazenda, Guido Mantega. Embora o Brasil não tenha mais dívidas com o FMI, por ser um de seus membros, tem as contas monitoradas periodicamente.
Segundo o economista os primeiros indícios dessa fragmentação são a perda de prestígio do próprio FMI e do Banco Mundial, particularmente a insatisfação, “muito acentuada”, com a forma dessas instituições tratarem as crises. Ele citou como exemplo a atuação do FMI e do Banco Mundial durante a crise asiática, em 1997, que deixou insatisfeitos os países da região.
“Os asiáticos não ficaram contentes com a forma com que a crise foi tratada, a ponto de o Japão, logo depois, negociar a criação do Asian Monetary Fund (MF), barrado por pressão americana”, disse.
A crise asiática abalou o sistema financeira mundial, na década de 90, em conseqüência do alto endividamento e da fragilidade econômica dos chamados Tigres Asiáticos (Hong Kong, Malásia, Indonésia, Tailândia, Cingapura, e Coréia do Sul).
O economista lembrou, porém, que a idéia da criação de instituições regionais não morreu e países como Japão, China, Coréia do Sul, Malásia, Tailândia, montaram, ao longo dos últimos anos, uma rede de cooperação monetária e cambial, que vem sendo gradualmente reforçada e pode se transformar a qualquer momento no AMF. Ele lembrou que iniciativas parecidas também estão sendo discutidas na América do Sul.
Segundo Batista Jr, a Ásia, por exemplo, está sub-representada nesses organismos multilaterais, mas tem potencial para ter uma instituição regional forte, com reservas monetárias elevadas lastreadas pela China, Coréia do Sul e Japão.
Ele disse que o assunto vem sendo acompanhado atentamente por europeus e americanos e já faz parte da pauta de discussões do FMI e Banco Mundial.
“Eles sabem que existe uma iniciativa séria e sólida construída ao longo dos anos e pode levar ao desenvolvimento de (outro) sistema multilateral financeira, caso os asiáticos não tenham uma representação maior”, afirmou.
Outro fato citado por Nogueira Jr. para mostrar a “perda de importância relativa do FMI” é que até a década de 70, não era incomum que o Fundo emprestasse a países desenvolvidos, com “condicionalidades”.
Porém, durante o início dos anos 90, durante a transição observada na Europa para implantar a moeda comum, o euro, embora houvesse uma crise cambial gravíssima, o fato foi enfrentado por conta própria pelos países da região. “(Houve) um sistema de cooperação regional europeu próprio, sem pedir apoio ao Fundo Monetário Internacional”, disse.
O ex-chefe do Departamento Administrativo de Segurança da Colômbia (DAS) Jorge Noguera denunciou hoje a existência de um documento que prova as ligações de políticos colombianos com a guerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e que, medications segundo ele, here são tão graves como as relações entre políticos e paramilitares de direita.
Noguera declarou que se trata de uma espécie de livro, order que prova relações de políticos com rebeldes das Farc, similares às de políticos e paramilitares das Autodefesas Unidas da Colômbia (AUC), que vêm suscitando um escândalo nacional desde o final de 2006. Dentro deste escândalo, conhecido como “parapolítica”, já foi ordenada a detenção de vinte congressistas.
O ex-chefe do DAS (organismo de inteligência estatal) e ex-cônsul em Milão (Itália) já esteve detido, sob a acusação de desviar recursos do organismo para ações que beneficiavam membros das AUC, e de permitir o assassinato de sindicalistas por paramilitares.
Ele afirmou que o livro foi confiscado pelo DAS, quando ele dirigia a entidade, na cidade de La Uribe, no departamento de Meta, em cujos arredores se situam acampamentos de chefes das Farc. “Era um livro de pessoas que visitavam as Farc, e lhes escreviam mensagens”, afirmou Noguera, que pediu “que se investigue este caso com a mesma seriedade aplicada no escândalos das AUC”.
Noguera indicou ter informado sobre o livro ao presidente colombiano, Álvaro Uribe. O documento, no entanto, desapareceu quando ele renunciou à direção do DAS. “Ali aparecem políticos importantes, que também podem passar a uma situação complicada, caso as denúncias sejam investigadas”, afirmou.
Segundo Jorge Noguera, o livro contém as assinaturas de pelo menos 30 dirigentes políticos, e até mesmo “dedicatórias de amor”. Jorge Noguera, que apoiou a campanha eleitoral do presidente Álvaro Uribe em 2002, foi detido em 22 de fevereiro, mas obteve liberdade em 23 de março, após uma juíza considerar que sua prisão havia sido indevida. As investigações sobre o caso seguem ocorrendo.
Noguera renunciou à direção o DAS no final de 2005 e foi designado cônsul em Milão, cargo que também teve que deixar em 2006, diante das denúncias. O documento que menciona Noguera aparentemente é da época do ex-presidente Andrés Pastrana (1998-2002), que comandou as fracassadas negociações de paz com as Farc e desmilitarizou uma área de 42 mil quilômetros quadrados para os diálogos, que compreendia a cidade de La Uribe.
As AUC, que reuniam milícias de defesa camponesas criadas há mais de vinte anos para combater as guerrilhas, participaram de conversas de paz entre 2003 e 2006 e desmobilizaram mais de 31 mil combatentes.
Os membros da organização, acusados de múltiplos crimes de lesa-humanidade, conseguiram se infiltrar nas atividades políticas e na Administração de várias regiões colombianas.
Manuel Vaz, shop presidente da Realizar, a empresa que vai organizar o evento em um estádio da capital portuguesa, explicou hoje aos jornalistas que conta com um orçamento de 12 milhões, um número que considerou pequeno em comparação com outros grandes eventos, como a abertura dos jogos olímpicos.
No espetáculo, que acontecerá no estádio da Luz, serão apresentados os sete novos símbolos do mundo moderno, escolhidos entre 21 finalistas por votação popular através da internet e de mensagens telefônicas.
Vaz lembrou que entre os monumentos que estão concorrendo estão o Cristo Redentor (Brasil), a cidade inca de Machu Picchu (Peru), a pirâmide de Chichen Itzá (México) e a Alhambra de Granada (Espanha).
A cerimônia durará cerca de 90 minutos e o encarregado de formalizar as distinções será o espanhol Federico Mayor Zaragoza, ex-diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
Participarão da apresentação, entre outros artistas, a tenor José Carreras, o dançarino de flamenco Joaquín Cortés e a cantora Chaka Khan, junto com personagens famosos como a ex-Miss Mundo Aishwarya Rai, o jogador Cristiano Ronaldo, o ex-secretário da ONU Kofi Annan e o astronauta Neil Armstrong.
Vaz ressaltou que 50% dos direitos de transmissão serão destinados à reconstrução dos Budas de Bamiyan do Afeganistão, monumento do século IV depois de Cristo, destruídos pelos talibãs em março de 2001, e a um registro histórico adequado das sete maravilhas.
Lembrou que durante sua visita a alguns dos 21 lugares finalistas pôde constatar o interesse das autoridades locais pelo projeto, ao entender que se trata de uma iniciativa que ajudará a aumentar o turismo.
Vaz explicou que no caso de Machu Picchu as autoridades peruanas promoveram uma forte campanha entre os empregados do setor turístico para que conscientizem os visitantes da importância de seus votos.
Quanto à razão pela qual Lisboa acolherá a cerimônia, reconheceu que a capital portuguesa foi favorecida por não contar em seu território com nenhuma das sete maravilhas e por coincidir com processos eleitorais em Roma e Barcelona – os dois principais rivais – no momento da decisão.
A escolha das sete maravilhas é uma iniciativa lançada em 2001 pelo ex-produtor de televisão e aventureiro suíço Bernard Weber, que criou uma fundação para promover o projeto e transformá-lo em uma espécie de união cultural mundial.
Sua idéia consiste em criar uma nova lista de maravilhas reconhecidas internacionalmente visto que daquelas que tiveram essa qualificação no mundo antigo só uma continua de pé, as pirâmides de Giza, que serão acrescentadas por direito próprio e sem votação às sete novas.
Os monumentos mais votados até agora são a Acrópole de Atenas (Grécia), a pirâmide de Chichen Itzá (México), o Coliseu de Roma (Itália), a Torre Eiffel (França), a Grande Muralha (China), Machu Picchu (Peru), o templo de Petra (Jordânia), as estátuas da ilha de Páscoa (Chile), Stonehenge (Reino Unido) e o Taj Mahal (Índia).