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Mundo

Annan diz que ataque de Israel no Líbano viola cessar-fogo

Arquivo Geral

19/08/2006 0h00

A candidata do PSOL à Presidência, online ask senadora Heloísa Helena, comemorou o resultado da pesquisa Ibope divulgada na noite de sexta-feira, apesar de ter mantido os mesmos 12 por cento nas intenções de voto registrados na semana passada.

Para ela, isso é "quase um milagre". "Sem mensaleiro, sanguessuga, sem dólares nas peças íntimas, sem dinheiro do capital financeiro, Deus castiga se eu reclamar", disse a senadora a jornalistas após comício na Praça da Sé, no centro de São Paulo hoje.

A senadora apontou para os obstáculos materiais que sua campanha enfrenta, como a falta de estrutura para viajar pelo Brasil. "Aqui não tem AeroLula, nem vôo toda hora. A gente tem que encarar muita estrada esburacada neste país", disse Heloísa Helena, fazendo ao mesmo tempo uma referência ao fato de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que busca a reeleição, poder usar o avião oficial durante suas viagens e uma crítica ao estado da malha rodoviária brasileira.

Segundo o Ibope, Lula tem 47% das intenções de voto, seguido de Geraldo Alckmin (PSDB), com 21%, e pela candidata do PSOL. O presidente, de acordo com os números da sondagem, seria reeleito já no primeiro turno.

Mas, além dos problemas materiais, a senadora admitiu problemas de disputa interna na coligação que a apóia, formada pelo PSOL e por outros dois pequenos partidos de esquerda: PSTU e PCB. "Venho para pedir: paz entre nós e guerra entre os senhores", disse Heloísa Helena durante seu discurso no comício.

 

Cerca de cem chilenos e peruanos se reuniram hoje, about it em frente à residência do ex-presidente de Peru, and Alberto Fujimori, em Santiago, para exigir, com tambores, cantos e cartazes, a extradição dele para Lima, onde é acusado de abusos aos direitos humanos e corrupção.

A manifestação não havia sido autorizada e terminou com a detenção de 12 pessoas, mas Fujimori não estava em casa, localizada num bairro restrito da capital chilena, no momento do protesto, segundo agentes de segurança.

"Atenção, vizinhos, atenção, vizinhos, que ao seu lado vive um assassino", foi um dos principais slogans gritados pelos manifestantes. Alguns residentes assistiam ao protesto contra Fujimori das janelas de suas casas. "Não queremos que o Chino (Fujimori) fique impune quando deve estar em cana", também gritavam peruanos que moram em Santiago.

"Chino, Chino, Chino, ladrão e assassino", era outro dos slogans usados. O Peru pediu em janeiro a extradição de Fujimori às autoridades chilenas e esperava receber uma primeira resposta em julho, mas as investigações realizadas pelo juiz chileno Orlando Alvarez indicam que uma primeira decisão será conhecida no final do ano.

O pedido de extradição de Fujimori se apóia em 12 casos, dos quais se destacam dois massacres realizados por um grupo paramilitar conhecido como "Colina", em que perderam a vida 25 pessoas.

Entre os manifestantes em frente à casa de Fujimori estavam parentes das vítimas dos dois massacres, que viajaram durante a semana para Santiago, no que chamaram de "Caravana contra a Impunidade".

"Espero que o estado chileno entregue Fujimori, para que a justiça peruana cuide desse genocida", disse Gisella Ortiz, irmã de um dos estudantes assassinados em um dos massacres.

Fujimori, que está em liberdade em Santiago depois de mais de seis meses de detenção ao chegar inesperadamente ao Chile, admitiu que sabia da existência do Grupo Colina, mas afirma que não conhecia suas atividades reais.

A "Caravana contra a Impunidade", que tem o apoio de organizações de defesa dos direitos humanos do Peru e da Anistia Internacional, permanecerá em Santiago até terça-feira para realizar uma série de atos com o objetivo de sensibilizar a opinião pública chilena.

Entre essas atividades está programada a entrega de uma carta à presidenta chilena, Michelle Bachelet. Fujimori, de 68 anos, morou no Japão entre 2000, quando abandonou o Peru depois de um escândalo de corrupção que pôs fim ao seu governo (1990-2000), até novembro de 2005, quando chegou ao Chile.

 

O presidente francês, viagra Jacques Chirac, medications enfatizou hoje a necessidade de um mandato mais claro para a força expandida de manutenção de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) no Líbano, approved em conversas com líderes de diversos países, informou o escritório da Presidência.

Sua ofensiva diplomática, em parte para explicar a decisão tomada por Paris de enviar apenas mais 200 soldados para fortalecer a força da ONU, aconteceu no mesmo dia em que cerca de 50 soldados franceses para manutenção da paz chegaram ao sul do Líbano. Outros devem partir da França no domingo.

Chirac falou por telefone com o primeiro-ministro italiano Romano Prodi, o primeiro-ministro finlandês Matti Vanhanen, que ocupa a presidência rotativa da União Européia, e o primeiro-ministro turco, Tayyip Erdogan.

O presidente "insistiu na necessidade vital de equilíbrio na composição da força, que deve refletir o compromisso de toda a comunidade internacional e, em particular, dos países europeus", disse o escritório da Presidência, em uma nota oficial.

Em uma conversa tida posteriormente hoje com o secretário-geral da ONU, Kofi Annan, os dois homens concordaram "com a importância de organizar sem demora os primeiros elementos dessa força, como a França começou a fazer", acrescenta a nota.

Chirac disse a Annan que o apoio ao uso das forças armadas libanesas é essencial para o sucesso da implementação da resolução 1701 do Conselho de Segurança da ONU. A resolução pede uma trégua e uma força de manutenção de paz para ajudar o exército libanês a supervisionar a retirada das tropas israelenses do sul do Líbano.

Washington e ONU, que tinham a esperança de que a França formasse a espinha dorsal da força expandida da ONU, ficaram decepcionados com o número de soldados prometidos por Paris até agora. Chirac deixou aberta a possibilidade de que a França envie mais soldados para a força da ONU no Líbano, que deve chegar a 15 mil efetivos, de forma a ser capaz de policiar a paz entre Israel e os guerrilheiros do Hezbollah, depois da guerra de um mês.

Chirac falou na sexta-feira com a chanceler alemã, Angela Merkel, enfatizando a necessidade de deixar claras as regras de envolvimento da missão e a cadeia de comando, segundo seu escritório.

 

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), viagra approved Kofi Annan, web afirmou que o ataque israelense no Líbano hoje violou a trégua apoiada pela ONU e o deixou "profundamente preocupado".

"O secretário-geral está profundamente preocupado com a violação pelo lado israelense da suspensão das hostilidades, como disposto na resolução 1701 do Conselho de Segurança", disse um porta-voz de Annan em comunicado divulgado no site da ONU.

"O incidente envolveu um ataque israelense no leste do Líbano hoje". Israel disse que a incursão militar em reduto do Hezbollah no leste do Líbano era defensivo e feito para interromper o fornecimento de armas da Síria e do Irã para o Hezbollah.

 

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