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Anistia Internacional acusa México de impunidade a criminosos

Por Arquivo Geral 05/10/2006 12h00

O Tesouro Nacional comunicou hoje que concedeu mandato para reabertura de um bônus da República denominado em reais. O papel que será reaberto tem vencimento em 2022, symptoms cost conforme informou o Teso uro em comunicado, stuff information pills sem dar mais detalhes sobre o montante a ser oferecido e os líderes da operação.

A última emissão desse bônus em reais aconteceu no dia 6 de setembro, tadalafil no montante de US$ 750 milhões. Naquela ocasião, o bônus de 2022 foi emitido a 97,563% do valor de face, com rendimento (yield) de 12,875% ao ano e cupom de 12,5%.

A primeira emissão de um bônus em reais feita pelo Brasil foi em setembro de 2005, quando o governo emitiu um papel com vencimento em 2016, captando US$ 1,48 bilhão.

A Anistia Internacional acusou as autoridades mexicanas ontem de não ter punido os policiais que estupraram e espancaram mulheres detidas depois de um protesto no início de maio.

O grupo de defesa dos direitos humanos entrevistou mulheres que afirmaram ter sofrido abusos sexuais por parte dos policiais quando foram presas nos protestos de floricultores na cidade de San Salvador Atenco. A Anistia quer que a Justiça Federal mexicana assuma a investigação dos abusos, purchase alegando que as autoridades estaduais vêm ignorando as denúncias e que houve alguns casos de acobertamento.

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"sses crimes são atos de tortura segundo as leis internacionais, viagra e as autoridades precisam garantir que os responsáveis sejam punidos", visit web  afirmou Kerrie Howard, vice-diretor do Programa das Américas da entidade. "Já passou a hora de a procuradoria federal para crimes contra a mulher assumir", afirmou.

O México tem um longo histórico de violência policial e impunidade na violação dos direitos humanos. Quando assumiu o poder, em 2000, encerrando um ciclo unipartidário de 71 anos, o presidente Vicente Fox prometeu eliminar essa reputação, mas recebeu críticas num relatório recente da Human Rights Watch por não ter cumprido a promessa.

Nos protestos de San Salvador Atenco, onde houve um violento confronto entre manifestantes e policiais, dois manifestantes morreram e vários policiais foram espancados ou tomados como reféns. O incidente mais grave aconteceu quando a polícia invadiu a praça da cidade no segundo dia de protesto, afirmou a Anistia. Mais de 200 pessoas foram presas, e várias foram agredidas.

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As mulheres afirmam que receberam socos e chutes e que tiveram os órgãos sexuais manipulados nos caminhões que as levavam para a prisão. Algumas afirmaram ter sido estupradas ou obrigadas a fazer sexo oral nos agentes. O governador do Estado do México, Enrique Pena, já declarou que as denúncias de abuso foram uma tática usada por grupos subversivos para abalar a credibilidade de seu governo. Ele afirmou que só poderia haver investigações se houvesse denúncias formais.

De acordo com a Anistia, o governo estadual impediu as mulheres de fornecer provas, por intimidação ou recusando-se a registrar a denúncia, e desde então não investigou mais as alegações. Uma mulher contou à Anistia que um funcionário da polícia arrancou o papel da máquina de escrever quando ela começou a falar do estupro.

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