A dois dias da cúpula de Bucareste, viagra 60mg considerada a maior na história da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), viagra 100mg os membros da aliança continuam divididos sobre os próximos períodos de sua ampliação ao Leste.
Os 26 países da entidade se mostraram até agora incapazes de decidir quantos países balcânicos serão convidados a aderir à Otan, e que resposta dar a duas repúblicas ex-soviéticas, Ucrânia e Geórgia, que querem iniciar já seu processo de incorporação.
“Os chefes terão que resolver isso”, reconhecia hoje à Agência Efe uma porta-voz aliada que ressaltou que as conversas, a estas alturas, são lideradas pessoalmente pelo secretário-geral, o holandês Jaap de Hoop Scheffer, “ao mais alto nível”.
Ao longo de três dias, a cúpula de Bucareste reunirá a maior concentração de líderes jamais vista na aliança, 60 chefes de Estado ou primeiros-ministros de países-membros e associados.
Junto ao presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, que participará pela última vez de um Conselho Atlântico, estarão todos os governantes ocidentais.
Em diferentes momentos da reunião se somarão outros líderes e personalidades, como o presidente russo, Vladimir Putin, o chefe de Estado afegão, Hamid Karzai, e o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.
Três países balcânicos, Croácia, Albânia e Macedônia, esperam que a Otan cumpra em Bucareste sua promessa de convidá-los formalmente a negociar separadamente sua adesão.
Mas se o convite à Croácia é considerado certo, as dúvidas em torno da Macedônia são cada vez maiores.
A Grécia, membro veterano da Otan, se opõe a aceitar esta república ex-iugoslava com seu atual nome, o mesmo de sua província norte e pátria de Alexandre, o Grande.
O convite feito à Albânia tem razões políticas, já que tecnicamente o país não está preparado para isso.
O jantar de trabalho fechado com o qual se abrirá na quarta-feira a cúpula, às 13h (horário de Brasília), será decisivo para a busca de um compromisso.
Na manhã seguinte, pouco antes do meio-dia, está previsto que seja anunciado oficialmente o nome dos convidados e que os Aliados façam, em seguida, uma reunião do Conselho com os máximos líderes dos países escolhidos.
Entre as duas ocasiões, os países terão também que decidir como responder às aspirações da Ucrânia e Geórgia.
A Otan segue profundamente dividida sobre este assunto. Os Estados Unidos e os membros procedentes do extinto bloco soviético são partidários a conceder-lhes, como Kiev e Tbilisi pedem, “planos de ação” para ajudar a preparar sua adesão futura.
Mas a chanceler alemã, Angela Merkel, e a maioria dos europeus “ocidentais” consideram que não chegou o momento de dar esse passo.
Alega-se que o apoio à Otan dentro da Ucrânia é pouco e que a aproximação da Geórgia pode influir negativamente na resolução dos “conflitos congelados” nas repúblicas separatistas pró-russas da Ossétia do Sul e Abkházia.
Mas, na verdade, estas nações não querem irritar a Rússia com uma ampliação acelerada para essas duas repúblicas situadas em sua faixa estratégica.