A economia norte-americana cresceu no ritmo mais forte em dois anos e meio no primeiro trimestre de 2006, order ambulance saltando 5, sales buy 6%, de acordo com números revisados divulgados hoje pelo Departamento de Comércio dos EUA.
Os dados preliminares, anunciados em maio, apontavam um crescimento de 5,3% do Produto Interno Bruto (PIB).
O novo resultado superou levemente as expectativas de economistas de Wall Street, que previam uma expansão de 5,5%.
O crescimento do primeiro trimestre ficou bem acima do 1,7% registrado nos últimos três meses do ano passado. Foi a maior leitura desde a alta de 7,2% no terceiro trimestre de 2003.
Atualizada às 12h02
Israel prendeu um terço do gabinete palestino hoje, online investindo contra o governo liderado pelo Hamas ao mesmo tempo em que amplia a ofensiva militar na Faixa de Gaza para libertar um soldado seqüestrado.
A secretária de Estado dos EUA, drugs Condoleezza Rice, e outros chanceleres do Grupo dos Oito (G8), disseram em um comunicado conjunto que as prisões na Cisjordânia ocupada levantavam "preocupações específicas". Eles pediram às forças israelenses em Gaza que mostrassem comedimento.
Centenas de palestinos portando fuzis automáticos e armas antitanque assumiram posições esperando que Israel abra uma segunda frente na ação, iniciada ontem, quando tanques e soldados ingressaram no sul do território.
Uma ae ronave israelense disparou um míssil contra um veículo que levava um importante militante do grupo Jihad Islâmica, ferindo-o levemente, contaram testemunhas. O ataque aconteceu na cidade de Gaza. Enquanto isso, homens mascarados abriram com explosivos um buraco de quatro metros de largura no muro que separa Gaza do Egito.
Os Comitês de Resistência Popular (PRC), um dos grupos militantes acusados de terem sequestrado o soldado Gilad Shalit, divulgou um comunicado criticando Israel e prometendo não dar informações sobre se o militar estava vivo ou morto.
Segundo a Rádio Israel, Yuval Di skin, chefe do Shin Bet (serviço secreto israelense), avisou o presidente palestino, Mahmoud Abbas, no dia do seqüestro: "Se o soldado não for entregue dentro de 24 horas, Israel não permitirá que o governo palestino sobreviva".
Em uma clara ameaça à Síria e a Khaled Meshaal, líder do Hamas que vive no país árabe, aviões de guerra israelenses passaram perto de um dos palácios do presidente Bashar al-Assad ontem. Uma autoridade síria afirmou que a Força Aérea do país disparou contra os aviões.
Preparando-se para realizar uma ofensiva na parte norte da Faixa de Gaza, região utilizada pelos militantes para disparar foguetes de fabricação caseira contra Israel, aviões israelenses espalharam panfletos sobre a área pedindo aos moradores que evitem pontos sujeitos a ataques.
Em uma operação realizada à noite na Cisjordânia ocupada, soldados prenderam o ministro palestino das Finanças, Omar Abdel-Razeq, e sete outros integrantes do gabinete de governo – ou um terço do ministério do Hamas –, junto com quase 20 parlamentares do grupo, afirmaram autoridades palestinas.
"Isso é uma ação pré-planejada para destruir a Autoridade Palestina, o governo e o Parlamento e para colocar o povo palestino de joelhos", afirmou Mushir al-Masri, um parlamentar do Hamas.
Alimentando ainda mais as tensões, o corpo de um colono judeu de 18 anos, Eliyahu Asheri, foi encontrado perto de Ramallah. O PRC assumiu a responsabilidade pelo assassinato.
Cinco dos membros do governo palestino foram detidos em um mesmo hotel de Ramallah. Ahmed al-Najjar, um recepcionista do hotel, disse que estava dormindo quando os soldados chegaram, depois da meia-noite, exigindo a lista de hóspedes antes de levarem embora, sob a mira de armas, os integrantes do Hamas.
Israel disse que, no total, 64 autoridades do Hamas foram detidas e prometeu prender outros membros do grupo militante, que defende a destruição do Estado judaico.
"Os fatos ocorridos recentemente, em especial os dos últimos dias, provam que o resultado das eleições para a Autoridade Palestina traduziu-se em uma política de governo de terrorismo", afirmou o Ministério das Relações Exteriores de Israel em um comunicado.
Jacob Dalal, porta-voz das Forças Armadas, disse: "Eles não estão sendo usados como moedas de troca. Trata-se de pessoas com um passado terrorista, que possuem acusações contra elas".
Masri considerou as prisões uma declaração de guerra. Israel, que saiu da Faixa de Gaza quase um ano atrás, considera o Hamas responsável pelo seqüestro do soldado Shalit, de 19 anos. O militar foi levado durante uma ação realizada no domingo.
Líderes políticos do Hamas afirmam não ter se envolvido no planejamento do ataque realizado pelo braço armado do movimento e por outras duas facções de militantes. Outros dois soldados e dois agressores morreram na ação.
Dirigentes israelenses deram pistas de que lideranças do Hamas na Faixa de Gaza, entre as quais o primeiro-ministro palestino, Ismail Haniyeh, podem ser assassinadas se Shalit não for libertado.
O grupo Hamas subiu ao poder depois de vencer as eleições parlamentares de janeiro. O grupo militante rejeitou até agora as exigências feitas por potências ocidentais para que reconheça o Estado judaico, renuncie à violência e aceite os ac ordos de paz já firmados.
Por enquanto, as forças israelenses envolvidas na ofensiva não entraram em choque com os militantes palestinos, mas ataques aéreos realizados por Israel já destruíram pontes e cortaram o fornecimento de água e luz para os 1,4 milhão de moradores da Faixa de Gaza.
A distância entre as posições dos principais participantes das negociações globais de comércio parece estar aumentando em vez de se encaminhar para um estreitamento que permita um acordo, capsule disse hoje o ministro brasileiro das Relações Exteriores, Celso Amorim.
"Eu tenho a impressão que a distância entre as posições, na realidade, aumentou, ou pelo menos as posições ficaram mais rígidas", disse Amorim a jornalistas.
O ministro está em Genebra para um encontro de representantes dos países-membros da OMC (Organização Mundial de Comércio) destinado a fechar um acordo sobre produtos agrícolas e bens industriais, dois dos pilares principais da Rodada de Doha, que se mantém estagnada devido às diferenças entre as partes.