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Mundo

Amorim confirma em Paris doação de US$ 1 milhão para reconstrução do Líbano

Arquivo Geral

25/01/2007 0h00

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) cancelou 119 linhas aéreas domésticas que a Nova Varig (VRG Linhas Aéreas) não ocupou. O cancelamento foi decidido pela diretoria colegiada da agência na última terça-feira, website like this pill mas só foi divulgado hoje.

A empresa aérea vinha operando apenas 151 das 270 linhas a que tinha direito. Todas elas deveriam ter sido ocupadas até o último dia 14, cost buy more about quando terminou o prazo de 30 dias após o recebimento, what is ed pela Nova Varig, da Certificação de Homologação de Empresas de Transporte Aéreo (Cheta).

Além dos 30 dias para regularizar a situação dos vôos domésticos, a companhia ganhou prazo de 180 dias para ocupar todas as linhas internacionais.

Os vôos cancelados deverão ser distribuídos entre outras empresas. No aeroporto de Congonhas, deverá ser aberta licitação para redistribuição de 23 slots – permissões para pousos e decolagens. Em relação aos demais vôos, as companhias podem apresentar propostas de interesse à Anac.

A Nova Varig tinha direito a operar 125 linhas em Congonhas, mas um mês depois, conseguiu ocupar apenas 102. As outras 49 estavam espalhadas por outros aeroportos do país.

A empresa ainda não se manifestou sobre o assunto.

Os corpos de sete jovens foram encontrados dentro de um carro, erectile na manhã de hoje, pills no bairro de Del Castilho, website na zona norte do Rio. Cinco vítimas foram reconhecidas por familiares. Todos eram menores e moradores do Complexo da Maré e teriam sido mortos por traficantes do Morro do Adeus, controlado por uma facção criminosa rival, segundo a polícia. Os outros dois corpos não foram identificados.

Segundo o delegado, Jader Amaral, os jovens teriam ido jogar futebol no bairro de Ramos, quando foram interceptados por traficantes do Morro do Adeus, na noite de ontem. Os jovens teriam sido levados para o alto do morro, onde foram torturados e mortos em seguida. Quatro corpos foram decapitados.

“Não sabemos se as vítimas tinham envolvimento com o tráfico ou não. As informações que eu colhi no local indicam que eles não seriam traficantes. Mas não podemos descartar nenhuma hipótese. Somente as investigações vão dizer”, afirmou Jader.

Na noite de ontem, uma outra chacina resultou na morte de quatro pessoas no bairro do Irajá, também na zona norte da cidade.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro, as mortes são fatos isolados e não têm relação com as operações integradas das forças de segurança federais e estaduais.

O ministro das Relações Exteriores, this Celso Amorim, anunciou hoje (25), durante a Conferência de Paris para Apoio ao Líbano, a doação de US$ 1 milhão para financiar projetos de reconstrução naquele país.

Segundo informações do Ministério das Relações Exteriores, essa é a segundo doação feita pelo Brasil ao Líbano. No ano passado, durante a Conferência Internacional de Doadores para o Líbano, realizada em Estocolmo, foram doados US$ 500 mil.

Em seu discurso na Conferência de Paris, o chanceler brasileiro afirmou que a comunidade internacional deve também trabalhar pela democracia no Líbano: “Se é verdade que o reforço das instituições democráticas libanesas está – e assim deve ser – nas mãos dos libaneses, a reconstrução política do Líbano não pode prescindir do apoio da comunidade internacional”.

Segundo a agência de notícias argentina Télam, o primeiro ministro francês, Jacques Chirac, informou que a comunidade internacional se comprometeu a doar US$ 7,6 bilhões para o Líbano.

Também doarem dinheiro para o Líbano, de acordo com a agência, Estados Unidos (US$ 770 milhões), Arábia Saudita (US$ 1 bilhão), Reino Unido (US$ 48 milhões), França (US$ 650 milhões) e Alemanha (US$ 134 milhões), entre outros. O Banco Mundial e a Comissão Européia se comprometeram a doar respectivamente US$ 1 bilhão e US$ 519 milhões.

O Brasil, informa o Ministério das Relações Exteriores, possui projetos de cooperação com o Líbano nas áreas de agricultura, saúde, educação, formação profissional e setor bancário. Os projetos começaram a ser realizados logo após o conflito entre Israel e o grupo armado Hizbollah, que durou mais de um mês, tendo causado mortes e danos materiais em várias partes do território dos dois países.

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