Um sistema antimísseis baseado em laser aerotransportado, about it desenvolvido pelo Pentágono junto com empresas privadas, help foi aprovado em uma série de testes, anunciaram hoje militares americanos.
O tenente-general Henry “Trey” Obering III, diretor da Agência de Defesa contra Mísseis (ADM) do Pentágono, disse que as provas consistem no marco mais importante até agora do sistema do Airborne Laser (ABL).
A equipe que desenvolve o ABL disse que os testes demonstraram “a capacidade para apontar e concentrar de forma precisa em um alvo aéreo os elementos” do sistema de controle.
Os testes consistiram em dirigir o raio gerado por um laser de baixa potência contra um alvo com forma de míssil colocado na lateral de um avião de transporte militar NC-135.
A empresa Lockheed Martin disse que “o sistema primeiro localizou e seguiu o alvo, determinou a distância e depois compensou as turbulências atmosféricas.
Isto “verifica a capacidade de manter o foco do raio laser enquanto segue continuamente um alvo”, acrescentou.
Por sua parte, a ADM disse em comunicado que “é a primeira vez na história que um plataforma aerotransportada de energia dirigida alcançou um alvo aéreo não-cooperativo a distâncias significantes”.
O protótipo do avião ABL voou 48 missões de teste e disparou raios mais de 200 vezes.
No programa estão envolvidas a Boeing, Northrop Grumman (que está construindo o laser) e Lockheed Martin (a cargo dos sistemas de controle).
O programa ABL, que tem um orçamento de quase US$ 4 bilhões, prevê o estabelecimento de um laser de alta potência em aviões para destruir mísseis balísticos durante a etapa de decolagem, antes que possa soltar cargas explosivas.
A próxima etapa do programa é a instalação de um laser de alta potência no avião, um Boeing 747-400. O laser, chamado COIL, começará a ser testado no final de 2008 e terá a capacidade de destruir os mísseis.
O ABL fará parte do escudo antimísseis que Estados Unidos estão desenvolvendo.