Os seis maiores países da União Européia prometeram hoje atuar em conjunto no combate à criminalidade, abortion find ao terrorismo e à imigração ilegal proveniente da África.
Os ministros do Interior de Grã-Bretanha, viagra approved França, information pills Alemanha, Itália, Polônia e Espanha concordaram, numa reunião informal, em agir para combater as fraudes tributárias no bloco, uma queixa específica da Grã-Bretanha, que afirma que esses esquemas de desvio custam bilhões de euros e podem financiar o terrorismo.
As nações também prometeram trabalhar juntas para combater o tráfico humano, para compartilhar mais informações sobre futuras ameaças terroristas e para negociar com países africanos com o objetivo de interromper rotas de imigração ilegal.
Os ministros dos seis países, que respondem por três quartos da população da UE, disseram que o encontro vai ajudar a estabelecer a agenda para o bloco todo, com seus 25 integrantes.
"O importante é manter isso no topo da agenda européia, porque está no topo das preocupaçãos das populações de cada país representado aqui: o crime organizado, o contraterrorismo, o controle da migração", disse o secretário do Interior britânico, John Reid, numa entrevista coletiva.
Reid levou a chefia do MI5 para discutir o terrorismo, além de altos funcionários do Tesouro britânico para falar sobre a fraude tributária.
Segundo a Grã-Bretanha, esse golpe é um problema urgente. Nele, as pessoas pedem restituição de impostos por bens importados de outros países da UE e depois desaparecem. "Sempre que há grande quantias de dinheiro proveniente do crime, há ligação com o uso da violência", disse Reid.
O ministro francês Nicolas Sarkozy pediu que haja uma política comum européia para a concessão de asilo, e disse que a Europa deveria negociar em bloco com os países africanos com vista à limitação das rotas usadas pela imigração ilegal.
"Há nesta mesa vozes da direita e da esquerda, que estão unidas por enxergar a questão da imigração não como uma coisa que pertence à política, mas sim como um drama humano", disse ele.
Em 2003, França e Grã-Bretanha criaram o G6 para proporcionar um fórum informal para a discussão de questões de segurança e imigração pelos maiores países da UE. Naquela época, os dois países discutiam devido a normas para a concessão de asilo que estavam fazendo grandes quantidades de imigrantes ilegais tentarem ir da França para a Grã-Bretanha pelo Eurotúnel. Reid elogiou Sarkozy pela operação que ajudou a solucionar o problema.
O papa Bento XVI pediu hoje aos países da União Européia que respeitem os direitos das comunidades imigrantes, medical dizendo que o diálogo entre os membros de fés diferentes é essencial para evitar um aumento da xenofobia.
Sem se referir de forma explícita ao seu desentendimento com os muçulmanos depois de ele ter ofendido muitos em um discurso em setembro que aparentemente ligava o Islã à violência, o papa afirmou que a Europa deve fazer mais esforços para respeitar costumes estrangeiros e os direitos das pessoas.
"Hoje a cada vez mais numerosa chegada de imigrantes e a multiplicação de comunidades de uma cultura diferente ou país de origem no mesmo solo faz com que seja absolutamente necessário nas nossas sociedades (ter) um diálogo entre culturas e religiões".
O papa Bento XVI teve que restaurar seu relacionamento com os muçulmanos depois de ter ofendido muitos deles ao citar em um discurso em setembro um imperador do século 14, segundo quem o profeta Maomé ordenava "a difusão da fé que pregava pela espada".
Ele pediu aos países europeus que desenvolvam políticas de imigração com a integração como alvo e que garantam os direitos dos imigrantes.
"É assim que se pode evitar a introspecção, o nacionalismo excessivo e até a xenofobia", disse ele.
Políticos de muitos países da União Européia demonstraram recentemente preocupações com o fato de mulheres muçulmanas usarem o véu na Europa, dizendo que isso pode dificultar a integração.
O dólar encerrou em baixa pelo segundo dia hoje, find em linha com o otimismo dos outros mercados, help mas a atuação do Banco Central no leilão de compra limitou o declínio da moeda.
A divisa norte-americana fechou a sessão vendida a R$ 2, visit this 139, com queda de 0,33%. Na mínima, havia recuado para R$ 2,134, pouco antes do leilão do BC.
"De novo o movimento do fechamento do dia determinado pela quantidade de compra na intervenção do Banco Central", disse Alexandre Vasarhelyi, responsável por câmbio do banco ING.
Ele lembrou que sempre que a cotação do dólar está um pouco mais baixa, o BC reforça o volume adquirido no mercado.
Na operação de hoje, a autoridade monetária aceitou 16 propostas, com taxa de corte a R$ 2,134.
Estimativas de operadores apontam aquisição de mais de US$ 3 bilhões pelo BC só neste mês. Em outubro, até o dia 25, as reservas registram aumento de US$ 3,397 bilhões e estão no maior nível histórico, a US$ 76,73 bilhões.
Segundo o gerente de câmbio da corretora Liquidez, Francisco Carvalho, a desvalorização do dólar nesta sessão segue o movimento de otimismo iniciado na véspera, depois da divulgação do comunicado do Federal Reserve junto com a decisão de manter o juro em 5,25%.
As bolsas norte-americanas subiam nesta tarde, influenciando a alta na Bolsa de Valores de São Paulo, enquanto o rendimento dos Treasuries caía.
"O comunicado tirou um pouco de pressão no curto prazo de não ter novos apertos nos EUA", observou o gerente.
O dólar perdia terreno no campo externo pelo segundo dia seguido já que a perspectiva econômica do Fed, mostrada no comunicado da véspera, fez investidores reavaliar o rumo provável da política monetária nos EUA e vender a moeda norte-americana.
Na nota, o Fed afirmou que o crescimento econômico deve desacelerar e a inflação permanecer controlada.
Mas Carvalho lembrou que o dólar já caiu de forma acentuada em relação ao real e acredita que a moeda não deva perder mais até o fim do ano. "Acho que cai no máximo até R$ 2,12, mais do que isso acho bem difícil".
Os ministros das Relações Exteriores da Venezuela e da Guatemala não conseguiram resolver sua disputa por uma vaga temporária no Conselho de Segurança da ONU, information pills segundo diplomatas de ambos os países.
O objetivo é encontrar um país para a vaga latino-americana no Conselho, generic pois em 41 turnos de votação nenhum dos candidatos originais conseguiu os dois terços (128) de votos necessários. Os 35 países da América Latina e do Caribe se mostraram divididos.
Numa tentativa de resolver o impasse, tadalafil os chanceleres Nicolás Maduro (Venezuela) e Gert Rosenthal (Guatemala) se reuniram hoje. Ambos anunciaram que retirariam as candidaturas de seus países se encontrassem um substituto aceitável.
Mas eles afirmaram que não houve acordo, e Rosenthal anunciou que a Guatemala, apoiada pelos EUA, manteria a candidatura.
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, classificou a disputa como uma luta dos países em desenvolvimento contra o imperialismo norte-americano.
Não houve novas negociações marcadas, e a votação será retomada na próxima terça-feira. Nas 41 rodadas até agora, houve um empate e 40 vitórias da Guatemala, sempre aquém da margem necessária.
Diplomatas dizem que a Venezuela passou a apoiar a Bolívia como terceira via, mas que a Guatemala rejeitou a solução.
Em Washington, o presidente dominicano, Leonel Fernández, disse que Maduro ofereceu a candidatura ao país caribenho, mas diplomatas afirmaram que isso não chegou a ser cogitado na reunião dos chanceleres.
Falando a jornalistas que o acompanham a Washington, Fernández disse não ter buscado o apoio venezuelano para a vaga no Conselho e que só formalizará a candidatura se obtiver o apoio guatemalteco.
"O que está sendo buscado é uma solução para o impasse", disse Fernández, que se reuniu ontem com o presidente dos EUA, George W. Bush.
O Conselho de Segurança tem 15 membros, sendo cinco permanentes e com direito a veto (EUA, Rússia, China, Grã-Bretanha e França) e outros dez temporários, com mandatos de dois anos atendendo a um critério de rodízios regionais.
A vaga latino-americana em disputa está ocupada pela Argentina. O outro representante da região atualmente é o Peru, com mandato até o final de 2007.