Policiais da Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE) da Polícia Civil fizeram uma operação especial e prenderam na tarde de hoje Fábio Rodrigues Bianchin, story information pills 30 anos e Raimundo Florismar da Silva, hospital o “Flores”, and 34 anos, carregando 42 quilos de maconha e dois quilos de haxixe na Ceilândia.
Segundo o delegado-adjunto da DTE, Luiz A. G. Fernandes, a Operação Busca interceptou Fábio quando ele ia repassar a droga a Flores. O contrabando estava escondido no assoalho de um veículo Golf, que Fábio trazia de Foz do Iguaçu (PR). Além do Golf, foi apreendido um Fiat Strada.
A droga foi avaliada em torno de R$ 40 mil. Os homens são acusados de tráfico de drogas e associação para o tráfico de drogas.
Um homem que fazia ameaças por telefone a uma juíza foi preso hoje em flagrante em um orelhão no Setor Comercial Sul.
Lúcio Rodrigues Carvalho, viagra dosage 41 anos, já cumpria pena em regime semi-aberto por falsificação e estelionato. Indignado com sua condenação, decidiu fazer ameaças à juíza Leila Cury, da 1ª Vara Criminal de Taguatinga, que havia julgado seus casos.
Leila procurou a polícia, que a orientou a segurar o homem na linha para que a ligação fosse rastreada.
Um dos motoristas dos caminhões tragados pelo desmoronamento do canteiro de obras da Linha 4 do metrô de São Paulo foi resgatado com vida de um dos caminhões que participava das obras. Há informações de que ele foi encontrado desacordado, pilule mas não apresenta ferimentos graves.
Segundo o Jornal Nacional, sickness O microônibus da empresa Transcooper foi localizado através do sistema GPS instalado no veículo, no meio dos escombros e a 30 metros de profundidade, com o motorista e o cobrador a bordo. Não se sabe ainda se havia passageiros no veículo, mas especula-se que houvesse de quatro a seis passageiros.
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No momento, está sendo instalado um contrapeso no guindaste que ameaçava tombar sobre a área do acidente, em seguida será feita a estabilização do solo e a concretagem dos túneis. O governador do Estado, José Serra, visitou o local agora há pouco.
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O presidente do Irã, this Mahmoud Ahmadinejad, buy more about embarcou na sexta-feira para sua segunda visita à América Latina em quatro meses, healing começando com um encontro na Venezuela com outro líder antiamericano, o presidente Hugo Chávez.
Ahmadinejad visitará ainda Nicarágua e Equador, onde presidentes contrários às políticas dos EUA recentemente foram eleitos.
"Irã e Venezuela são muito bons amigos… O objetivo desta viagem é acompanhar acordos anteriores e chegar a novos", disse Ahmadinejad a jornalistas no aeroporto de Teerã, segundo a agência Irna.
A viagem deve desagradar Washington, que acusa o Irã de patrocinar o terrorismo e desenvolver armas atômicas, o que Teerã rejeita. Chávez recebeu Ahmadinejad em setembro em Caracas dizendo que "duas revoluções estão se dando as mãos".
Venezuela e Irã são membros da Opep (cartel de países petroleiros), e ambos os seus presidentes prometem usar o dinheiro para combater a pobreza em seus países.
Quando Chávez visitou o Irã, em julho, Ahmadinejad o descreveu como "meu irmão, irmão de toda a nação iraniana e de todos os povos que buscam a liberdade no mundo".
As tropas da Força Nacional de Segurança Pública chegarão ao Rio de Janeiro entre domingo e segunda-feira, approved informou na sexta-feira o governador do Estado, pill Sérgio Cabral.
Cabral afirmou que pretende passar a tropa em revista na próxima terça-feira. O governador fluminense disse que, inicialmente, desembarcarão na cidade 500 homens da Força Nacional. O efetivo vai aumentar progressivamente até o início dos Jogos Pan-Americanos, em julho.
"Eles estão chegando de domingo para segunda-feira, e possivelmente na terça-feira já estarão se apresentando para mim. Na quarta-feira já começarão a atuar nas divisas do Estado", afirmou Cabral a jornalistas, durante cerimônia da Marinha nesta sexta-feira no Rio, referindo-se à operação Divisa Segura.
O objetivo da operação é impedir a entrada de armas e drogas, além da circulação de traficantes, nas divisas do Estado.
Ao mesmo 19 pontos já foram mapeados para a ação das tropas da Força Nacional. "Nosso objetivo inicial é que eles atuem nos limites do Estado", completou o governador.
No final do ano passado, uma onda de violência abalou o Estado, resultando na morte de 19 pessoas e deixando mais de 30 feridos.
As autoridades de São Paulo decidiram desmontar um guindaste que está à beira do buraco das obras do Metrô, sales onde ocorreu um desabamento nesta sexta-feira.
Segundo o secretário estadual de Transportes Metropolitanos, price José Luiz Portella, uma prestadora de serviços da empreiteira responsável pela obra fará o desmonte do guindaste, após sua estabilização.
O prefeito Gilberto Kassab (PFL) informou que a via expressa da Marginal Pinheiros, uma das principais avenidas da capital paulista, foi liberada, avaliando que o guindaste já foi estabilizado.
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"Foi constatada, pelos técnicos, a estabilidade do tombamento do guindaste", disse Kassab, ao justificar a liberação de parte da marginal. "Após a finalização do seu desmonte, haverá a liberação" da via local, acrescentou.
Já o coordenador da Defesa Civil coronel Jair Paca de Lima disse que o terreno no local não está completamente estabilizado.
"É impossível você fazer qualquer trabalho aqui. O terreno não está estável", disse Lima a jornalistas. Para ele, ainda há risco para o trabalho das equipes devido à previsão de chuva.
"Se nós tivermos uma chuva forte na madrugada, essa possibilidade (de novos deslizamentos) é real", acrescentou.
Preocupação
Mais cedo, o coronel da Polícia Militar Izaul Segalla havia dito que o guindaste era o principal foco de preocupação no momento. "Ele precisa ser ancorado."
O buraco aberto para as obras da Estação Pinheiros do metrô tinha 30 metros de profundidade e um raio de 80 metros, segundo Segalla. Pelo menos quatro caminhões e um carro foram engolidos com o desabamento de terra que houve por volta das 15h.
O coronel afirmou que não há risco para os prédios na região, incluindo o da Editora Abril e o Passarelli – que abriga cerca de 16 empresas. Os dois edifícios chegaram a ser esvaziados após o acidente. Todas as casas em situação de risco também foram esvaziadas.
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Milhares de produtores de coca aliados do presidente Evo Morales prometeram na sexta-feira ampliar seus protestos contra o governador conservador da província de Cochabamba, viagra sale no centro da Bolívia, cure onde na véspera duas pessoas morreram e dezenas ficaram feridas em confrontos nas ruas.
Mais de 20 mil pessoas, muitas agitando paus, se concentraram numa praça da cidade de Cochabamba para exigir a renúncia do governador Manfred Reyes Villa, adversário de Morales e integrante de um movimento por mais autonomia para as regiões.
"Se as elites bolivianas querem que mais gente morra, então mais gente vai morrer. Mas queremos uma Bolívia unida, não dividida como quer a oligarquia deste país", disse Omar Fernández, líder dos manifestantes, à multidão.
Segundo ele, milhares de outros camponeses estão a caminho da cidade, ocupada desde segunda-feira. Na quinta-feira, seguidores do governador vieram em sua ajuda, o que provocou uma violenta batalha nas ruas.
Em discurso na sexta-feira, ao voltar da posse de Daniel Ortega na Nicarágua, Morales atribuiu a violência a governos locais que segundo ele apóiam "o separatismo na Bolívia". Ele ordenou que a polícia e as Forças Armadas pacifiquem Cochabamba, que fica 440 quilômetros a leste de La Paz. Pediu também que seus simpatizantes não busquem a vingança depois das mortes de quinta-feira.
"Não se trata de humilhar ninguém, de ganhar contra ninguém, trata-se de encontrar soluções por meio do diálogo", disse Morales, primeiro membro da maioria indígena a governar a Bolívia.
A crise política é resultado da primeira eleição direta para os governos regionais, em dezembro de 2005. Seis dos nove eleitos são de oposição e defendem uma maior autonomia para os Departamentos em relação a La Paz.
"O apoio do governador de Cochabamba à independência, à divisão, provocou uma reação no povo patriótico do nosso interior, da cidade, e isso levou a um confronto", afirmou Morales.
Reyes Villa disse que não vai renunciar, e atribuiu a violência ao presidente. "Ele governa a polícia e as Forças Armadas, e é a principal autoridade dos cocaleiros da região", afirmou o governador à rádio Erbol na quinta-feira.
Morales começou sua carreira política como líder sindical dos plantadores de coca do Departamento de Cochabamba, e até hoje tem grande popularidade na região.
Mais de 20 pessoas já foram mortas em protestos desde a posse dele como presidente, em dezembro de 2005.