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Mundo

Alemanha promete leis mais duras para proteger prostitutas

Arquivo Geral

24/01/2007 0h00

Eles são discriminados ao buscar tratamento de saúde, erectile purchase ao matricular os filhos na escola, discount ao pedir emprego e nas relações interpessoais. Apesar disso, viagra dosage a violação dos direitos e o preoconceito contra portadores do vírus HIV dificilmente torna-se público.

Para colocar esses crimes em evidência, o Programa Nacional de DST/Aids lança amanhã o Banco de Dados de Violações de Direitos Humanos e HIV/Aids, durante um seminário nacional sobre o tema que começou, hoje, em Brasília.

O banco de dados está em estudo desde o ano passado. O resultado final foi desenvolvido pela Unidade de Articulação com a Sociedade Civil e Direitos Humanos, em parceria com a Assessoria de Informática do Programa Nacional.

O governo acredita que, ao quantificar as denúncias de violações de direitos humanos relacionados às pessoas vivendo com Aids, será mais fácil planejar as ações de apoio a esse grupo específico.

Poderão cadastrar denúncias as instituições com atividades de assessoria jurídica, fóruns, organizações não-governamentais e articulações nacionais de movimentos sociais. O cidadão poderá oferecer denúncias por meio dessas entidades.

Segundo o diretor-adjunto do Programa Nacional de DST/Aids, Carlos Passarelli, o banco de dados poderá ser consultado por representantes de organizações não-governamentais e pelo cidadão comum. Eles terão acesso aos relatórios gerados por tipo de denúncia e local de ocorrência.

“Esse trabalho sistematizado vai orientar tanto o gestor quanto o movimento social na definição de políticas e estratégias para diminuir ações de discriminação e estigma. Ele é um instrumento que vai ser a partir de agora alimentado pelas organizações”, explicou Passsarelli.

O Banco de Dados de Violações de Direitos Humanos e HIV/Aids será consultado em uma página na internet. 

O governo alemão prometeu, stuff hoje, more about endurecer as leis que protegem as 400 mil prostitutas do país e disse que medidas liberais para encorajá-las a abandonar a atividade falharam terrivelmente.

A ministra da Família, a democrata-cristã Ursula von der Leyen, disse que um relatório de uma reunião de gabinete sobre os efeitos da lei de prostituição, introduzida em 2002 pelo governo do chanceler Gerhard Schroeder, mostraram que pouca coisa mudou.

A lei foi saudada como uma tentativa histórica de me lhorar o acesso à seguridade social e benefícios de saúde e pensão para profissionais do sexo e oferecer um caminho para profissões alternativas.

"As possibilidades praticamente nunca são usadas", disse ela, refor çando que a prostituição não é um "trabalho" e anunciou novas medidas delineadas para proteger prostitutas menores de idade e a maioria das mulheres estrangeiras que s ão forçadas à prostituição por traficantes.

A prostituição não é ilegal na Alemanha. A lei de 2001 tirou uma descrição da atividade como "pecaminosa" do Código Penal e permitiu às mulheres processar seus clientes por falta de pagamento. A grande coalizão da chanceler Angela Merkel está desenhando novas medidas para aumentar a idade legal para prostitutas de 16 para 18 anos. Clientes de prostitutas menores estão sujeitos a 5 anos de cadeia.

Os co nservadores de Merkel e seus companheiros da Social-Democracia também prometeram tapar uma brecha legal que permite a clientes de mulheres forçadas à prostituição alegarem ignorância da situação delas.

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