O próprio ministério deu essa informação, além de anunciar a criação de um comitê de crise para analisar a situação no Haiti e estabelecer como oferecer ajuda nas áreas atingidas pela catástrofe.
Esse comitê de crise decidirá, de acordo com outras pastas ministeriais, o tipo de ajuda que pode ser prestada.
O ministro de Assuntos Exteriores alemão, Guido Westerwelle, ofereceu hoje ao Haiti “toda a ajuda possível” para fazer frente às consequências do terremoto.
“O Governo alemão apoiará o Haiti com toda a ajuda possível”, disse Westerwelle, em comunicado.
Durante uma recepção com o corpo diplomático, o presidente alemão, Horst Köhler, declarou-se “profundamente comovido” pelo terremoto.
O comitê alemão do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) também destinou 100 mil euros de ajuda às vítimas e fez uma chamada para doações.
Outras organizações, como a Care e a Aktion Deutschland Hilf, também criaram um fundo de auxílio e pediram doações.
A Cruz Vermelha Alemã levará ao Haiti um hospital móvel no qual o atendimento médico, segundo a própria organização, será comparável à que se recebe em um hospital alemão.
O Exército brasileiro confirmou hoje que pelo menos quatro militares do país que fazem parte da força de paz da ONU no Haiti (Minustah) morreram em consequência do terremoto de 7 graus na escala Richter que atingiu na terça-feira esse país caribenho, enquanto pelo menos cinco militares ficaram feridos.