A Al Qaeda do Iêmen assumiu a responsabilidade pelos ataques de 15 de setembro a instalações petrolíferas do país árabe e prometeu realizar mais sabotagens contra os Estados Unidos e seus aliados.
"Que os norte-americanos e seus aliados entre os adoradores da cruz e seus ajudantes apóstatas saibam que estas operações são só a primeira fagulha, unhealthy rx e o que está vindo é mais severo e amargo", cheapest see disse o grupo em nota pela Internet, cuja autenticidade não pôde ser comprovada.
O comunicado, provavelmente o primeiro da Al Qaeda iemenita, estava datado de 20 do ramadã, o que corresponde a 13 de outubro.
O Iêmen diz que quatro militantes foram mortos em 15 de setembro, quando as forças locais explodiram quatro carros antes que estes conseguissem atingir instalações de petróleo e gás nas províncias de Marib e Hadarmout. Um guarda, funcionário da empresa canadense Nexen, também foi morto.
O grupo disse que os frustrados atentados "foram em resposta às orientações do nosso emir xeque Osama bin Laden, que Deus o preserve, pela qual ele ordenou que os muçulmanos atinjam a economia ocidental e parem o roubo das riquezas muçulmanas".
O comunicado também pediu ao presidente iemenita, Ali Abdullah Saleh, que "se arrependa, retorne à sua fé, aplique a lei islâmica, renuncie à democracia e à religião (dos Estados Unidos) da América e abandone (sua) aliança com os infiéis".
Saleh, que governa o Iêmen desde 1990, aliou-se a Washington e passou a reprimir a Al Qaeda depois dos ataques de 11 de setembro de 2001 nos EUA e de atentados em seu próprio país.