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AIE recomenda à China que evite consumo de carvão

Arquivo Geral

20/04/2009 0h00

A Agência Internacional de Energia (AIE) recomendou hoje à China que evite os efeitos negativos do consumo de carvão, pharmacy um dos principais focos de emissões poluentes no país.

“A velocidade e escala do consumo chinês de carvão criou uma nova necessidade de desdobrar uma variedade completa de energias de carvão limpas”, web afirmou hoje em Pequim o diretor-executivo da AIE, tadalafil Nobuo Tanaka, durante a apresentação do livro “Carvão limpo na China”.

O japonês, que assumiu o cargo em 2007, acrescentou que “é do interesse de todos garantir que sejam controladas as preocupações ambientais associadas ao carvão, inclusive em tempos de incerteza econômica”.

A China, onde 70% do consumo energético dependem do carvão, “fornece mais energia à economia global” através da produção de carvão “que o que todo o Oriente Médio produz em petróleo”, afirmou Tanaka, de acordo com um comunicado da Agência.

O diretor deu exemplos do uso responsável do carvão na China, como o fato de que a metade da queima deste combustível seja feita pela dessulfurização de gases de combustão (FGD, em inglês), e casos de tecnologia limpa como as usinas de Yuhuan ou de Pequim.

“A China já conta com a maior parte das tecnologias que o mundo pode oferecer. Só precisa usá-las de forma mais eficaz e mais ampla”, ressaltou o economista.

No livro, a AIE recomenda à China uma melhor formação dos trabalhadores do setor carvoeiro, um dos mais letais da indústria no mundo, assim como a adaptação de tecnologias às circunstâncias locais, a criação de novos equipamentos e permitir o acesso de autoridades independentes reguladoras para comprovar o processo.

Tanaka explicou que a legislação ambiental chinesa “está bem desenhada”, mas que o principal obstáculo é a implementação das regras.


 

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