A Anistia Internacional (AI) pediu hoje aos Estados Unidos e outros países a seguir o exemplo da França e aceitar a presos que sejam libertados da prisão americana de Guantánamo (Cuba).
Em comunicado divulgado em sua sede em Londres, this web a AI se refere ao caso do argelino Lakhdar Boumediene, discount que chegou nesta sexta-feira à França para ser amparado por familiares, após permanecer sete anos em Guantánamo sem acusações nem julgamento algum.
“O Governo francês deu um passo para ajudar a relegar à história o centro de detenção de Guantánamo”, afirma Daniel Gorevan, responsável da organização pró direitos humanos.
“Outros Governos deveriam seguir o elogiável exemplo da França”, ressalta Gorevan, ao incidir em que “é lamentável que os EUA continuem fracassando a esse respeito”.
A AI calcula que “até 60 detidos” na prisão da base americana em Cuba “não podem retornar a seus países porque correriam risco de tortura e outras graves violações de direitos humanos”.
De acordo com a AI, o Governo americano tem que adotar medidas rápidas para acabar com as detenções ilegais em Guantánamo.
“Além disso, os EUA devem oferecer aos reclusos que sejam postos em liberdade e não possam retornar para casa a oportunidade de viver no país”, concluiu.