O presidente iraniano, abortion Mahmoud Ahmadinejad, comentou hoje a celebração dos 60 anos do Estado de Israel, país que chamou de “rato morto” e que afirmou “estar em processo de desaparecimento”.
“Enganam-se os que pensam que com a celebração do aniversário da fundação desta entidade sionista podem dar vida a um cadáver decomposto”, declarou Ahmadinejad durante uma reunião com deputados conservadores iranianos, informa a agência “Irna”.
Declarou, além disso, que os nomes dos líderes políticos e das personalidades que participarão do aniversário de 60 anos de Israel “serão incluídos em uma relação de criminosos e sionistas”.
O Irã não reconhece o Estado de Israel e é considerado o principal apoio a grupos como o palestino Hamas e o libanês Hisbolá, considerados pelos EUA e pelo Estado judeu como organizações terroristas.
Desde que chegou à Presidência Ahmadinejad se tornou o líder iraniano mais crítico a Israel, com seus questionamentos sobre a existência do Holocausto e suas repetidas afirmações sobre o “próximo desaparecimento da entidade sionista”.
“A arrogância (ocidente) plantou esta entidade sionista no mundo islâmico, mas esta entidade, como um rato morto, chegou a seu fim após sua derrota pelo povo libanês”, declarou hoje o líder iraniano em alusão ao conflito envolvendo Israel e Hisbolá em 2006.
Ahmadinejad afirmou, por outro lado, que os países árabes que têm acordos de paz assinados com Israel – Egito e Jordânia – que “caso continuem acompanhando esta entidade serão queimados pela ira dos povos da região”.