A restrição de movimentos imposta por Israel, find troche sem prazo para terminar, cialis 40mg transformou o sul do Líbano em uma área inacessível, unhealthy segundo as agências humanitárias, que buscam uma nova rota para ajudar os refugiados da região.
Na segunda-feira, aviões israelenses destruíram uma ponte improvisada sobre o rio Litani, que era o último ponto importante de passagem usado pelas agências humanitárias para o envio de remédios e outros mantimentos a milhares de pessoas isoladas no sul devido aos combates entre Israel e o Hizbollah.
O Programa Mundial de Alimentos (PMA) da ONU disse na terça-feira que a destruição da ponte e a falta de garantias de segurança aos comboios por parte de Israel impedem que a agência envie ajuda pelo segundo dia consecutivo.
O PMA tenta reparar a ponte ou encontrar uma nova rota. Se não houver outra forma, deve enviar os mantimentos de navio até o porto de Tiro. "[Mas] Tiro está atualmente isolada. A Unifil [força da ONU na região] está vendo como reparar a ponte, mas busca garantias das Forças Israelenses de Defesa de que [seus funcionários] estarão seguros", disse Robin Lodge, porta-voz do PMA.
Testemunhas em Tiro disseram que os jatos israelenses lançaram panfletos avisando que carros vistos ao sul do rio Litani podem ser alvejados pela suspeita de portarem armas.
O PMA disse ter enviado um comboio de 12 caminhões a Zahle, a leste da capital, que está distribuindo comida nos arredores de Beirute e que trouxe 170 toneladas de mantimentos da Síria para a capital libanesa.
A ONU estima que até 900 mil pessoas tenham sido desalojadas pela guerra iniciada há 28 dias. Cerca de 550 mil se amontoam em casas de famílias em Beirute e nas montanhas do norte. Outras 130 mil estão alojadas em escolas e outros prédios públicos.
O PMA disse ter levado cerca de 404 toneladas de alimentos para o Líbano até agora, o suficiente para alimentar 105 mil pessoas por uma semana. "É alguma coisa, mas não é o bastante. Há centenas de milhares de pessoas sem abrigo que precisam de ajuda", afirmou em Genebra Christianne Berthiaume, porta-voz do PMA.
A Cruz Vermelha libanesa disse ter retirado 200 pessoas de duas aldeias próximas a Houla, no sul do Líbano, onde os pesados bombardeios e os combates criaram uma nova onda de refugiados em busca de áreas mais seguras ao norte.
As agências humanitárias alertaram para a ameaça de que a falta de combustível, cada vez mais aguda, paralise usinas elétricas, estações de abastecimento de água e hospitais. Em Marjayoun, cidade isolada no sul do país, um hospital anunciou que vai ficar sem combustível já na quarta-feira.
O Líbano aguarda a chegada de dois navios-tanque com 87 mil toneladas de combustível. Mas os donos das embarcações dizem que não vão atravessar o bloqueio naval israelense sem garantias de segurança por escrito.
O ministro da Saúde, Mohammad Khalifeh, disse estar vasculhando o país em busca de pequenas quantidades de combustível para manter centros cirúrgicos, refrigeradores e incubadoras em funcionamento. Mesmo assim, disse que esses serviços vão parar se não houver fornecimento.
"Estou buscando pequenos depósitos por aí, em qualquer lugar do abastecimento doméstico. Podemos colocar em barris e mandar de caminhão", disse Khalifeh à Reuters. "Dessa forma acho que posso manter os hospitais funcionando por mais dois ou três dias."