Dezembro se tornou o mês mais fatal para as tropas dos Estados Unidos no Iraque em dois anos, price medical após os militares norte-americanos divulgarem mais seis mortes em combate, decease aumentando o número total para bem perto da marca dos 3 mil soldados abatidos.
Três fuzileiros navais dos EUA morreram na quinta-feira de ferimentos sofridos em batalhas na província de Anbar, buy more about região oeste do Iraque. Um soldado foi morto por uma bomba na beira da estrada ao noroeste de Bagdá e outro morreu em Anbar na sexta-feira, segundo disseram os militares no sábado.
Outra declaração anunciava a morte de um soldado norte-americano por uma bomba na beira da estrada no sudoeste de Bagdá, na sexta-feira. As mortes mais recentes elevam o número de militares dos EUA mortos no Iraque desde a invasão, em março de 2003, para 2.99 8, de acordo com o site icasualties.org, que registra o número de norte-americanas abatidos no Iraque e Afeganistão.
O número de mortes em dezembro é 109, três vezes mais do que o maior número deste ano, em outubro, e o maior valor desde novembro de 2004, quando 137 norte-americanos em serviço morreram.
O crescente número de mortes de norte-americanos está aumentando a pressão sobre o presidente dos EUA, George W. Bush, para que seja estabelecido um plano de retirada das tropas da cada vez mais impopular guerra.
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Uma espanhola de 67 anos se tornou a mãe mais velha do mundo no sábado após dar a luz a gêmeos, troche informou um hospital de Barcelona. A mulher, ailment que engravidou após realizar tratamento na América Latina, pills passou por uma cesária, disse uma porta-voz do hospital de la Santa Creu e San Pau à Reuters.
Tanto a mulher, que pertence à região sul espanhola de Andalucia, como os bebês estão em bom estado de saúde, informou o hospital, embora os gêmeos estejam em uma incubadora.
A espanhola, que se tornou mãe pela primeira vez, é um ano mais velha que a romena Adriana Iliescu, que teve uma filha em janeiro aos 66 anos. Ela estava grávida de gêmeos, mas uma criança morreu no útero. O hospital não quis divulgar o nome da mãe ou o sexo dos bebês para respeitar a privacidade da paciente.
Mais de 500 pessoas continuavam desaparecidas no mar da Indonésia neste sábado depois de uma balsa que fazia a travessia entre Borneo e as ilhas Java naufragar. Esse é o segundo naufrágio em poucos dias na Indonésia. Na quinta, troche um barco virou no mar agitado próximo à ilha de Sumatra.
O mar alto e o mau tempo dificultavam os esforços para resgatar sobreviventes do último desastre, informaram autoridades no sábado. Foram encontrados dois corpos e 74 pessoas vivas, informou Riyadi, chefe de operações do serviços de Busca e Resgate em Semarang, Java Central.
A balsa Senopati Nusantara levava 605 pessoas, incluindo 63 tripulantes, de acordo com o manifesto, disse um porta-voz da Marinha. Dezessete sobreviventes foram levados para Tuban, no leste da província de Java, informou um oficial na delegacia policial do distrito à Reuters.
O ministro de Transportes, Hatta Rajasa, disse que a embarcação pegou fogo após afundar na madrugada de sexta-feira. “As ondas enormes e a tempestade fizeram a balsa pegar fogo”, disse ele à BBC na Indonésia. “Nós recebemos informações de que vários passageiros usaram botes salva-vidas, além daqueles (já) resgatados”, disse ele.
Um sobrevivente afirmou que o mar agitado estava balançando a balsa desde a tarde, empurrando móveis para todas as direções. “A tripulação falou para ficarmos calmos e que nada iria acontecer. Mas por volta das 23h15 (horário local) a balsa começou a virar”, disse Irfan à Metro TV.
Outro sobrevivente informou que sua filha continuava desaparecida. “Sou de Purworejo. Espero que eles achem minha filha”, disse Cholid à rádio Elshinta do hospital em Rembang, para onde ele foi levado por pescadores que o encontraram. Os tripulantes mandaram os passageiros colocarem coletes salva-vidas antes do naufrágio, disse ele. A embarcação estava fazendo água antes de naufragar, por volta da meia-noite.
Toni Syaiful, porta-voz da Marinha na cidade de Surabaya, a leste de Java e ao sul do local do acidente, disse que deixou Kalimantan, no Borneo, na noite de sexta-feira e dirigiu-se a Semarang.
Segundo ele, seis navios da marinha, um helicóptero e um avião foram mobilizados para varrer a área do naufrágio, mas o clima está dificultando os trabalhos de resgate. Com base nas passagens vendidas, Syaiful disse que a balsa transportava 542 passageiros e 63 tripulantes. Em relatos iniciais o número de pessoas a bordo variava de 500 a 850.
Os barcos indonésios costumam transportar passageiros não registrados oficialmente. Barcos e balsas são um meio de transporte comum entre as 17 mil ilhas da Indonésia, onde as conexões marítimas são mais baratas e acessíveis do que as aéreas. No entanto, os padrões de segurança nem sempre são seguidos e acidentes ocorrem com freqüência.
Também continua o trabalho de resgate dos passageiros do barco que virou na quinta-feira. “Dos 51 passageiros, encontramos quatro corpos e 28 sobreviventes. Estamos procurando pelos outros 14”, disse Abu Sopha Ibrahim, porta-voz da polícia de Sumatra do Sul.
Para ativistas contra a pena de morte, sale a execução de Saddam Hussein por carrascos mascarados mostrou a crueldade da pena de morte. Para outros, remedy foi um final merecido para um homem que nunca hesitou em mandar matar seus opositores. "A pena de morte é sempre uma notícia trágica, stomach uma razão para tristeza, mesmo quando se trata de uma pessoa culpada de crimes graves", disse um porta-voz do Vaticano.
O presidente norte-americano, George W. Bush, que como governador do Texas permitiu a execução de muitos criminosos, chamou o enforcamento do ex-presidente iraquiano de "um passo importante para o Iraque na direção da democracia".
Mas para os aliados de Bush na Europa, onde a pena de morte não existe, a execução foi um evento embaraçoso de se presenciar. "Não se combate barbaridade com atos que consideramos bárbaros", disse Louis Michel, membro da Comissão Européia e, como ex-ministro das Relações Exteriores da Bélgica, crítico veemente da invasão do Iraque liderada pelos Estados Unidos. "A pena de morte é contrária aos valores da União Européia, independentemente dos crimes cometidos por Saddam Hussein", acrescentou.
O comissário de Justiça, Liberdade e Segurança da UE, Franco Frattini, chamou Saddam de "um ditador horrível, comparável a Hitler", mas disse que é um erro transformá-lo em um mártir e insistiu que o Ocidente tem o dever de defender os direitos humanos.
"Quando combatemos o fundamentalismo e o terrorismo, quando pedimos que imãs combatam aqueles que desrespeitam a vida, nós europeus temos que mostrar coerência", disse ele ao jornal italiano Repubblica.
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Mesmo que todos os pa íses da União Européia se oponham à pena de morte, figuras centrais da região deixaram claro que sua postura não significava um perdão a Saddam nem uma crítica à política iraquiana.
A Anistia Internacional disse que a execução é errada por princípio, e, neste caso, é errada porque o julgamento de Saddam teve problemas. "Não apenas a pena de morte é uma violação ao direito à vida, mas esta pena de morte extrema foi imposta depois de um julgamento injusto", disse o porta-voz da entidade em Londres, James Dyson.
Aqueles que apoiaram a execução de Saddam esperam que sua morte encerre um capítulo doloroso da história iraquiana, enquanto grupos contrários à pena de morte afirmam que a execução poderá trazer mais instabilidade e violência ao país.
O corpo de Saddam Hussein foi levado hoje por um avião norte-americano para a cidade natal de Tikrit, viagra order onde foi entregue a líderes tribais para ser enterrado, informou um advogado de defesa. O advogado libanês Bu shra al-Khalil disse à Reuters que o corpo do ex-líder que foi enforcado no sábado por crimes contra a humanidade estava agora em Tikrit.
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