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Acordo revisto da ONU sobre o Líbano deve sair amanhã

Arquivo Geral

10/08/2006 0h00

A gigante brasileira Petrobras está muito interessada em estabelecer uma aliança com a estatal Petroperu, decease drug para desenvolver projetos de exploração e produção de petróleo e gás naquele país, thumb informou hoje o presidente da estatal, purchase José Sérgio Gabrielli.

Ele disse que se reunirá com funcionários da Petroperu "para discutir detalhes sobre um memorando de entendimentos, de novos projetos no Peru para exploração, produção de gás e outras possibilidades".

Pelo plano de negócios atual da companhia, os investimentos no Peru, de 2007 a 2010, seriam da ordem de US$ 210 milhões, ou 8% do total para o Cone Sul, onde estão previstos aportes de US$ 2,8 bilhões no período, de um total de US$ 12,1 bilhões destinados à área internacional da companhia.

A Petrobras está presente no Peru desde meados da década de 1990 e hoje produz 15 mil barris por dia de óleo e gás.

Atualmente, por intermédio de uma subsidiária da Petrobras Energia S.A., adquirida em 2002, a companhia mantém atividades de produção no Lote X de Talara, no Noroeste peruano, próximo à fronteira com o Equador, além de um portfólio exploratório de seis lotes que somam 57,5 mil quilômetros quadrados.

 

Atualizada às 16h56

O secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, information pills Júlio Sérgio Gomes de Almeida, illness descartou hoje que o governo promova novas medidas de desoneração tributária em 2006.

"O problema da restrição fiscal é muito grave. Não temos como anunciar qualquer tipo de desoneração", afirmou Gomes de Almeida a jornalistas. "A idéia de desoneração neste ano está totalmente descartada."

O secretário confirmou que há alguns estudos para incentivar a indústria de semicondutores, mas também destacou que, "nem que o governo arriasse as calças", seria possível fazer algo neste ano.

A Receita Federal tem insistido que não há espaço para renúncias fiscais em 2006 sem causar risco à arrecadação, após a desoneração de tributos que beneficiou principalmente a construção civil.

Segundo Gomes de Almeida, não há possibilidade de redução da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) na construção civil. "Tem alguns ajustes de alguns segmentos de materiais de constru ção, mas desde que não haja desoneração na média."

Ontem, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse que o governo estudava reduzir tributos sobre bens de capital, mas já havia indicado que nenhuma medida nesse sentido seria anunciada no curto prazo.

Já o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, havia dito à imprensa que a União estaria concluindo um novo pacote com mais reduções de impostos federais. Segundo Furlan, um dos objetivos seria atrair investimentos em semicondutores ao País.

O secretário de Política Econômica da Fazenda confirmou que há estudos para desoneração na área de semicondutores, mas que não entrarão em vigor em 2006. "Nos semicondutores, nem que o governo arriasse as calças. Não tem espaço", disse.

O secretário explicou que está se reunindo com especialistas em eletrônica e semicondutores para discutir como facilitar a atração de investimentos para implementação da TV digital no País. Mas ressaltou que o governo ainda não está "na análise de renúncias fiscais". "Estamos avaliando a isonomia tributária com outros países no setor da TV digital", disse.

Gomes de Almeida afirmou também que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, "quer uma certa pressa" na formatação da oferta de crédito consignado (com desconto em folha de pagamento) para financiar a compra de imóveis.

"Nos estudos sobre habitação o ministro quer uma certa pressa, por uma questão de oportunidade e porque a gente já está maduro", explicou. Segundo o secretário, a idéia é "aperfeiçoar o indexador no financiamento, tirando a Taxa Referencial (TR) e permitindo prefixar para facilitar os empréstimos".

 

Hospitais do sul do Líbano estavam ficando sem alimentos, link combustível e outros suprimentos hoje. No mesmo dia, grupos de ajuda disseram que a continuidade dos combates e a proibição de trafegar pela área os impediam de chegar a cerca de 100 mil civis, que estão impossibilitados de sair dali.

O Programa Mundial de Alimentação das Nações Unidas (WFP) apelou por uma suspensão do conflito a fim de permitir que os suprimentos chegassem aos que precisam deles.

"Acima de tudo, pedimos a suspensão dos combates envolvendo os dois lados a fim de permitir a passagem da ajuda humanitária", disse Zlatan Milisic, coordenador de emergência do WFP no Líbano.

"Se não conseguirmos abrir as vias de escoamento, nossa operação de ajuda continuará a ser o que é hoje, um paciente carente de oxigênio, paralisado, à beira da morte", acrescentou.

Segundo Milisic, a destruição de várias pontes e a recusa de Israel em dar garantias de segurança para os comboios de ajuda estavam minando os esforços do órgão para coordenar o transporte do material de emergência por terra. O WFP supervisiona as ações de ajuda da ONU no Líbano.

O grupo Médicos Sem Fronteira (MSF) disse que o alerta de Israel de que pode atacar qualquer veículo trafegando ao sul do Rio Litani sem autorização pode tornar ainda mais precárias as condições de vida dos civis da região.

"As pessoas do sul estão com medo. Estão aterrorizadas demais para sair dali", afirmou em Beirute Rowan Gillies, presidente do MSF Internacional. "Proibir todas as formas de movimentação, sem distinguir entre uma e outra, elevará ainda mais o número de civis mortos e aumentará o sofrimento dessa população."

O MSF afirmou que dois comboios do grupo quase foram atingidos, no começo desta semana, por disparos de artilharia e ataques aéreos realizados por Israel. Na segunda-feira, aviões israelenses atacaram dois carros que trafegavam perto de um comboio da ONU, matando três pessoas.

O Estado judaico tem sido criticado pela comunidade internacional por investir contra ár eas civis. Ao menos 1.011 pessoas foram mortas no Líbano durante as quatro semanas de conflito com o Hezbollah.

Israel, que registrou 121 mortes, a maior parte delas de soldados, diz que os ataques aéreos e as operações por terra são a única forma de deter a ação do grupo xiita. O conflito começou depois de o Hezbollah ter capturado dois soldados israelenses em uma operação realizada no dia 12 de julho a partir do território libanês.

O WFP afirmou ter enviado um comboio de 15 caminhões para a cidade de Baalbek (leste) e que tentava mandar outros dez caminhões para Nabatiyeh, ao sul, mas que não havia conseguido garantias de segurança. O comboio partiria amanhã, se obtivesse autorização.

Segundo a entidade, dois navios com material de ajuda devem chegar a Beirute no final de semana, um deles carregando barras energéticas e o outro, com 2.750 toneladas de farinh a, macarrão e grãos.

O MSF afirmou que os hospitais de Tiro e de outras cidades do sul estavam ficando sem comida, remédios e outros suprimentos. A carência maior era de diesel, necessário para fazer funcionar os geradores de energia.

A falta desses materiais coincide com combates intensos responsáveis por mandar mais uma grande quantidade de vítimas para os hospitais. Mais de 3 mil pessoas foram feridas no Líbano até agora e a ONU diz que até 900 mil pessoas fugiram de suas casas em virtude da violência.

"Estamos tentando reduzir o número de pessoas feridas que estão morrendo", afirmou Gillies. "Isso é bastante simples. Se não dermos às autoridades locais a capacidade de fazer isso, as consequências para a população civil serão desastrosas."

 

Uma tragédia abateu a Universidade Estadual de Londrina (UEL), pilule no Paraná. Um menino de 11 anos morreu afogado em um córrego dentro do campus. O garoto visitava o local junto com um grupo de estudantes, doctor acompanhados por monitores. Alguns meninos teriam se separado do grupo, sem que ninguém percebesse, e foram brincar perto do córrego.

Um vigia ainda se jogou na água para tentar salvar o menino, mas não conseguiu.


 


A greve de funcionários dos Correios está oficialmente encerrada, information pills de acordo com a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresa de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect). Mais de 20 sindicatos de trabalhadores conveniados com a entidade aprovaram o acordo fechado com a empresa no sábado (19).

“Já alcançamos quórum estatutário, a greve acabou”, afirmou um dos representantes da comissão de negociações da Fentect, José Gonçalves. Outros sindicatos realizam assembléias ainda hoje para confirmar o fim da paralisação que durou 21 dias.

Segundo a Fentect, os trabalhadores do Amazonas, Acre, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Maranhão, Rondônia, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Santa Catarina e interior de São Paulo já votaram a proposta.

“O governo demorou a entrar na negociação. Talvez não tivesse sido necessário tanto tempo”, afirmou Gonçalves.

A proposta negociada com o governo prevê pagamento, em definitivo, de 30% do salário-base para 43 mil carteiros que trabalham na distribuição e coleta externa, a título de adicional de atividade, retroativo a junho de 2008. Aos demais empregados que trabalham na distribuição e aos atendentes em guichês de agências, a empresa continuará pagando o valor fixo de R$ 260. Em agosto, os Correios e a Fentect voltarão a discutir os termos do Plano de Cargos, Carreiras e Salários de 2008.

Os Correios estimam que serão necessários cerca de 10 dias para regularizar o serviço de entrega de correspondências e encomendas em todo o país. De acordo com o último levantamento da empresa, cerca de 130 milhões de cartas estão com a entrega atrasada.

Segundo Gonçalves, os trabalhadores irão definir com os Correios uma escala diferenciada de trabalho para compensar o acúmulo de correspondência não-enviada durante a greve. “Vamos definir com a empresa, provavelmente, vamos acrescentar duas horas a mais além da jornada diária e trabalhar nos finais de semana”, adiantou.

Um esboço revisto de resolução da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o Líbano deve sair na sexta-feira e pede uma retirada israelense "progressiva", treat informou uma fonte política libanesa de alto escalão hoje.

"Os americanos mudaram sua posição. Um acordo com os franceses está muito perto de fechar nas próximas horas, approved provavelmente na sexta-feira", disse ele.

"A virada baseia-se na inclusão, no pedido, de uma cessação de hostilidades por uma retirada israelense progressiva do território libanês, que aconteça de forma simultânea com o envio do Exército libanês, apoiado por soldados da força de manutenção de paz da ONU".

 

Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) já ocupam as sedes do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) em sete estados: São Paulo, approved Ceará, shop Maranhão, Paraíba, Alagoas, Bahia e Goiás. As manifestações fazem parte da Jornada de Lutas por Reforma Agrária. A mobilização foi marcada para hoje (21) porque, na próxima sexta-feira (25), é dia do trabalhador rural.

De acordo com o porta-voz nacional da jornada, José Batista, as ocupações não têm prazo para terminar e podem continuar em outros estados, até que as reivindicações sejam atendidas.

“A nossa mobilização não tem previsão de encerramento. As nossas condições para negociar são o atendimento dessas reivindicações. Se o governo federal achar que elas podem ser resolvidas no âmbito das superintendências, nós não estamos com pressa. O importante é que seja resolvido”, disse, ao ser questionado sobre a posição do escritório nacional do Incra de que as questões devem ser resolvidas em cada superintendência.

Entre as reivindicações, o MST pede a retomada do projeto de reforma agrária no país, que, para Batista, “andava a passos de tartaruga no governo passado e continua no governo Lula. O problema é que parece que a tartaruga está parando, está travando suas pernas”.

O MST estima que cerca de 150 mil famílias estejam hoje acampadas. Outra reivindicação do movimento é a concessão de crédito aos que já foram assentados, para garantir o desenvolvimento dessas áreas.

“O governo federal é o responsável pela realização da reforma agrária, por destinar recursos, garantir terras, assistência técnica de qualidade, para que os trabalhadores possam produzir alimentos. O que está sendo priorizado pelo governo é a destinação de terras para a produção de etanol, e etanol não é alimento”, defendeu.

Um esboço revisto de resolução da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o Líbano deve sair amanhã e pede uma retirada israelense "progressiva", shop informou hoje uma fonte política libanesa de alto escalão.

"Os americanos mudaram sua posição. Um acordo com os franceses está muito perto de fechar nas próximas horas, case provavelmente amanhã", pilule disse ele à Reuters.

"A virada baseia-se na inclusão, no pedido, de uma cessação de hostilidades por uma retirada israelense progressiva do território libanês, que aconteça de forma simultânea com o envio do Exército libanês, apoiado por soldados da força de manutenção de paz da ONU."

 

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