< !--StartFragment -- >A 16ª Assembléia dos Comitês Nacionais Olímpicos (Acno) eliminou a palavra Tibete de uma declaração de intenções conjunta que será apresentada amanhã ao Comitê Olímpico Internacional (COI) e na qual agora pede à China que solucione “os conflitos internos em benefício dos Jogos e dos atletas”.
O presidente da Acno, there o mexicano Mario Vázquez Raña, purchase disse que não se trata de autocensura: “Diz o mesmo (que o original), apenas não aparece a palavra Tibete. O que menos permito é que nos vetem algo”, afirmou.
O texto, elaborado por Vázquez Raña e que inicialmente pedia à China em seu quarto ponto que “encontre, através do diálogo e do entendimento, uma solução justa e razoável para o conflito internacional da região do Tibete”, levantou algumas suspeitas, o que fez com que a assembléia decidisse trocá-lo.
Os conflitos do mês passado no Tibete se tornaram uma verdadeira dor de cabeça para o Movimento Olímpico, como demonstram as tentativas de boicote sofridas pela passagem da tocha olímpica, onde muitos reivindicam liberdade e independência para a região tibetana.
O Comitê Executivo do COI realizou hoje uma reunião de urgência para tratar do caso da tocha e o presidente do COI, Jacques Rogge, se reuniu com o primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, apesar de o COI só ter divulgado seu conteúdo na sexta-feira.
Mario Vázquez Raña elogiou a escolha de Pequim como sede do evento, disse que confia na capacidade da China para melhorar a qualidade do ar e se mostrou esperançoso com as futuras mudanças pelas quais o país passará, em parte graças aos Jogos Olímpicos.