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Mundo

Abertura dos bancos em Porto Príncipe gera filas

Arquivo Geral

23/01/2010 0h00

Os bancos da capital haitiana abriram hoje as portas, 11 dias depois do terremoto de 12 de janeiro, com grandes filas, mas sem problemas nem atos de violência.

Segundo confirmou à Agência Efe o presidente da Associação dos Bancos Privados, Maxime Charles, 42 agências bancárias abriram na capital, e as que não o fizeram foi porque tiveram seus prédios danificados e por isso não tinham condições de atender aos clientes.

Em cada instituição bancária, eram visíveis filas de cidadãos ansiosos por retirar dinheiro – com o limite de US$ 2,5 mil – para fazer todo o tipo de pagamento.

Discretamente escoltados por policiais da Missão da ONU no Haiti (Minustah), os bancos abrirão as portas também, e de forma excepcional, neste domingo.

No interior do país, os bancos já trabalham desde quinta-feira e não foram registrados problemas, acrescentou Charles.

Os escritórios de envios de dinheiro e transferências também tiveram filas desde a abertura há três dias.

O terremoto de 7 graus na escala Richter que atingiu o Haiti ocorreu às 19h53 de Brasília do dia 12 de janeiro e teve epicentro a 15 quilômetros da capital, Porto Príncipe.

Pelo menos 21 brasileiros morreram na tragédia, sendo 18 militares e três civis, entre eles a médica Zilda Arns, fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança, e Luiz Carlos da Costa, o segundo civil mais importante na hierarquia da ONU no Haiti.

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