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Mundo

Abbas não consegue apoio de partidos pequenos para formar Governo

Arquivo Geral

15/06/2007 0h00


O Tribunal Regional Federal da 3ª Região, viagra buy pill com competências em São Paulo e Mato Grosso do Sul, generic divulga novo edital de concurso público com 191 vagas a cargos de nível médio e superior.

São oferecidas 74 vagas ao cargo de analista e 117 vagas ao cargo de técnico na área judiciária, ambos em diversas especialidades. A remuneração oferecida é de R$ 4.796,47, para analista e de R$ 2.915 para tecnico.

As inscrições estarão abertas entre os dias 27de junho e 11 de julho, pelo site da Fundação Carlos Chagas (www.concursosfcc.com.br.), ou nas agências da Caixa Econômica Federal credenciadas (confira no edital).

A taxa de participação no processo seletivo é de R$ 68 para o cargos de nível superior e de R$ 53 para cargos de nível médio.

Confira o edital.


 


A Operação Lavrador, information pills deflagrada pela Polícia Federal no Pará, cumpriu na manhã desta sexta-feira 11 mandados de prisão e 14 mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal de Altamira, contra acusados de usarem agricultores como laranjas para desviar recursos do Programa Federal de Incentivo à Agricultura Familiar (Pronaf).

O crime era praticado nas cidades paraenses de Altamira, Brasil Novo, Medicilândia e Uruará. Entre os envolvidos estão o gerente do Banco do Brasil na cidade de Medicilândia, presidentes de sindicatos de trabalhadores rurais e de cooperativas da região. A Polícia Federal destacou 50 policiais de Altamira, Belém, Marabá e Santarém para trabalharem na operação.

De acordo com a Polícia Federal, a Operação Lavrador começou há cerca de dois meses, quando iniciaram as investigações a partir de denúncias feitas à PF e ao Ministério Público Federal. Neste período, foram intensificadas as atividades de rua da área de inteligência. Não houve necessidade de promover interceptação telefônica para se chegar ao desfecho das investigações.

Até o momento, todos os mandados de busca e apreensão foram cumpridos e seis pessoas estão presas. As outras cinco não foram encontradas pelos policiais, que devem continuar os trabalhos de busca. Todo o material arrecadado pelas equipes vai ser analisado pela Polícia Federal.

De acordo com o Ministério de Desenvolvimento Agrário, esta seria a primeira operação realizada no país para combater fraudes no Pronaf.


O líder do P-SOL, sale senador José Nery (PA) vai começar hoje a recolher assinaturas para a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Navalha no Senado. Esta semana, order o requerimento de uma comissão mista – envolvendo Senado e Câmara – sobre o mesmo assunto foi protocolado na Mesa do Senado.

Posteriormente, page o requerimento se tornou inválido porque um deputado retirou a sua assinatura e outra assinatura não confere. No Senado, foram coletadas 30 assinaturas.

Há cerca de um mês, a Operação Navalha prendeu 48 acusados de integrar uma quadrilha responsável pelo desvio de dinheiro público por meio de superfaturamento e outras irregularidades em obras da construtora Gautama. A lista de suspeitos envolve políticos de diversos partidos.
 


Oito pessoas morreram e dez ficaram feridas em dois ataques com bombas, hospital um deles suicida, pill em Mogadíscio cometidos contra as tropas etíopes e as forças fiéis ao Governo de Transição da Somália, confirmou à Efe o prefeito da cidade, Mohammed Omar Haded.

“Os terroristas recrudesceram suas atividades devido às detenções que fizemos nos últimos dias. Querem nos aterrorizar, mas não conseguirão, capturaremos e puniremos os demais jihadistas”, disse Haded, referindo-se aos militantes da antiga União das Cortes Islâmicas (UCI).

A insegurança em Mogadíscio foi aumentando desde semana passada, quando os soldados etíopes e somalis começaram uma campanha para requisitar armas escondidas em diferentes partes da cidade controladas anteriormente pelos fundamentalistas islâmicos.

Membros da Administração somali, entre eles o primeiro-ministro do país, Mohammed Ali Ghedi, soldados etíopes, as tropas ugandenses da Missão da União Africana na Somália (Amisom, em inglês) e um funcionário visitante da ONU, já foram alvo de ataques.

No primeiro de hoje, uma moto carregada com explosivos foi atirada contra um dos chamados “veículos técnicos” (armados com metralhadoras antiaéreas) das tropas governamentais que passava por Afarta Jardino, no norte da capital. Na explosão, cinco pessoas morreram, entre elas o motorista.

Momentos mais tarde, outras três pessoas morreram na explosão de uma bomba perto dos escritórios do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), cujo prédio está localizado na estrada que liga o aeroporto internacional de Mogadíscio com o acesso principal KM4 da capital.

Os mortos eram civis que passavam pelo lugar no momento da explosão, que também feriu cinco pessoas, um deles um guarda de segurança que vigiava a entrada dos escritórios do Pnud.

Quinta-feira, outras quatro pessoas morreram e mais de dez ficaram feridas na explosão de uma bomba lançada por um desconhecido dentro de um cinema na cidade de Baidoa, 240 quilômetros ao oeste de Mogadíscio, e até dezembro sede do Governo de Transição.

Os ataques dos militantes islâmicos aumentaram desde quarta-feira, quando o Governo adiou pela terceira vez, para 15 de julho, a conferência de reconciliação que devia começar na quinta-feira.
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) divulgou hoje, order durante o encerramenro de seu congresso nacional, uma mensagem do subcomandante Marcos, pedindo que “o vento da rebeldia que nasce no Brasil avive a resistência indígena no México”.

O líder do Exército Zapatista de Libertação Nacional (EZLN) disse que enviava sua “solidariedade” ao MST desde “as montanhas do sudeste mexicano, onde se travam lutas que têm o mesmo destino: a liberdade e a justiça para nossas terras”.

Marcos manifestou seu “respeito” pelas organizações que, como o MST, “enfrentam tudo para tornar realidade o que Emiliano Zapata afirmou: que a terra é para quem a trabalha”.

Também expressou seu desejo de que “o vento da rebeldia que nasce no Brasil avive a resistência indígena no México” e afirmou que tanto o MST como o EZLN são parte da “mesma América Latina na qual se reescreve a palavra dignidade”.

A mensagem de Marcos se uniu a outra similar enviada ao congresso nacional desta organização de orientação marxista pelo presidente de Cuba, Fidel Castro, quem em carta divulgada na quarta-feira agradeceu ao MST sua “solidariedade na dura luta contra o império”, em uma alusão aos Estados Unidos.

Castro considerou que o MST “é um dos mais destacados e combativos movimentos sociais que lutam por um mundo melhor”, e também “um dos mais organizados e profundos em sua concepção”.

O congresso do MST, realizado durante esta semana em Brasília, concluiu hoje com a apresentação de uma “Carta à Sociedade”, que contém duras críticas ao Governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e a suas políticas de desenvolvimento agrário.

Além disso, o MST se alinhou com as teses do presidente venezuelano, Hugo Chávez, de fomentar a integração latino-americana através da Alternativa Bolivariana dos Povos das Américas.

Esta iniciativa, à qual aderiram Venezuela, Cuba, Bolívia e Nicarágua, nasceu em oposição a outros modelos que o MST considera de origem “capitalista”, como a Área de Livre-Comércio das Américas (Alca), que era impulsionada pelos EUA.
O presidente do Líbano, story Émile Lahoud, afirmou hoje que não haverá eleições parciais para ocupar as cadeiras que ficaram vazias, devido ao assassinato de dois deputados, antes da formação de um novo Governo de União Nacional.

“Como fiador da Constituição, advirto ao Governo ilegítimo que não tem direito de explorar a morte do deputado Walid Eido para violar a Constituição”, afirmou Lahoud, em comunicado divulgado por seu escritório de imprensa.

Eido, membro da Corrente do Futuro, morreu na quarta-feira passada junto com outras nove pessoas, entre elas seu filho, em um atentado com carro-bomba em Beirute. “A única solução está na formação de um Governo de união nacional”, acrescentou o líder, mencionando uma das exigências da oposição, que retirou em novembro passado seis de seus ministros, cinco deles xiitas.

Lahoud considera que o Governo do primeiro-ministro, Fouad Siniora, é “ilegítimo e anticonstitucional”, porque não conta com membros da comunidade xiita.

O Governo está determinado a adotar amanhã, durante uma reunião extraordinária, um decreto para autorizar a realização de eleições parlamentares parciais na zona de Meten e em Beirute.

Em Meten, seria para substituir o ministro da Indústria e deputado Pierre Gemayel, assassinado em 21 de novembro passado, e que não foi substituído porque Lahoud não quis ratificar um decreto que fixava eleições parlamentares parciais nessa zona do centro do Líbano.

Em Beirute, querem substituir Eido, membro da maioria parlamentar.

Lahoud, cujo mandato termina em novembro deste ano, afirma que, caso não haja eleições presidenciais, não confiará o poder ao Governo de Siniora.

A Constituição libanesa estipula que o presidente do país precisa ser cristão maronita; o primeiro-ministro muçulmano, sunita; e o chefe do Parlamento muçulmano, xiita.
Milhares de refugiados palestinos no Líbano fizeram uma manifestação hoje para mostrar seu apoio ao Fatah, shop depois que esta facção palestina perdeu o controle da Faixa de Gaza, viagra buy informou a imprensa local.

A principal manifestação aconteceu no acampamento de refugiados palestino de Rashidieh, side effects nos arredores da cidade meridional de Tiro, onde cerca de 10.000 pessoas ocuparam as ruas desse acampamento cantando frases a favor do Fatah.

Os manifestantes estavam com bandeiras palestinas e fotos do presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, e do ex-presidente Yasser Arafat, acrescentaram as fontes.

Sultan Abul Aynan, representante do Fatah no Líbano, afirmou que os membros de sua facção responderão ao Hamas se este grupo atentar contra seus dirigentes em Gaza, onde durante cinco dias houve violentos combates entre as duas formações.

Manifestações de menor envergadura a favor do Fatah ocorreram em outros acampamentos de refugiados no Líbano, especialmente no de Ein el-Hilweh, o maior do país e que está situado nos arredores da cidade de Sidon, informou a “Rádio Líbano”.

Até as 12h desta sexta-feira, view foram soltas cerca de mil pessoas detidas na Operação Strike, sick realizada ontem em 645 municipios do estado de São Paulo. Ao todo foram presas 2.532 pessoas em 11 horas de operação.

Segundo o delegado-geral da Polícia Civil, Mário Jordão Toledo Leme,  permanecem detidos no sistema prisional de SP, pelo menos 1,4 mil pessoas acusadas de envolvimento com assaltos a bancos, jogos ilegais, tráfico, entre outros crimes. Dos libertados atá agora, 547 foram soltos com a assinatura do termo circunstanciado, os demais pagaram fiança.

De acordo com o balanço da secretaria, foram fechados 124 estabelecimentos, apreendidas 2.967 máquinas caça-níqueis ou de vídeo-pôquer, 1.205 veículos, 180 armas, 106 quilos de entorpecentes e 519.635 objetos. Os policiais contabilizaram 39.004 vistorias em veículos e 53.401 pessoas abordadas.




Os partidos palestinos menores rejeitaram entrar no novo Governo de emergência cuja formação o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP) e líder do movimento nacionalista Fatah, buy more about Mahmoud Abbas, information pills encomendou ao independente Salam Fayyad.

Segundo um membro do Comitê Central da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), Abbas está tendo dificuldades também para encontrar candidatos a ministros em Gaza, já que o futuro Executivo, apesar da separação de fato entre os dois territórios desde que a Faixa de Gaza caiu nas mãos do Hamas, pretende atuar também nessa zona.

O Governo de emergência, segundo se discute esta tarde, será de pequenas dimensões, com apenas cinco ministros, mas faltam dois ou três para fechar a cota.

Abbas e o Comitê Central da OLP conseguiram, por enquanto, a colaboração de Fayyad, que foi ministro das Finanças no anterior Governo de união nacional formado com o Hamas, e que tem apoios internacionais devido a sua trajetória no Banco Mundial e no Fundo Monetário Internacional (FMI).

O Governo de emergência que Fayyad deve formar se apresentará como um Executivo para todos os territórios, mas, de fato, será difícil que tenha vigência fora da Cisjordânia, como reconhecem – em sigilo – alguns funcionários.

Em Gaza, o primeiro-ministro da ANP e líder do Hamas, Ismail Haniyeh, destituído nesta quinta-feira à noite pelo presidente, afirma que manterá o Governo de unidade, apesar de não poder contar com os ministros nacionalistas.

“O que Haniyeh está fazendo é ilegal e inaceitável, não tem um mandato válido, não há Governo em Gaza e vamos buscar a maneira para que o Executivo de emergência, nomeado pelo único com autoridade para fazer isso, o presidente, tenha vigência em Gaza”, disseram fontes da Presidência.

Por enquanto, não há comentários sobre a forma de agir para que as decisões que forem tomadas em Ramala sejam aplicadas em Gaza.

As autoridades de Ramala insistem em que o Governo de emergência tem apoio internacional e legitimidade, e que, entre outros, há a idéia de uma força internacional para Gaza. Fayyad está reunido com o Comitê Central da OLP, para estudar a formação do Governo.

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