O presidente da Petrobras, viagra order Sérgio Gabrielli, afirmou hoje que a companhia e o governo boliviano ainda não chegaram a um acordo sobre a venda das duas refinarias que a Petrobras tem naquele país.
De acordo com a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, o prazo para que o governo do presidente Evo Morales dê uma resposta à estatal brasileira vence amanhã, às 12 horas (horário de Brasília).
Em 1º de maio de 2006, o presidente Evo Morales nacionalizou as reservas de petróleo e gás do país. Exatamente um ano depois, a YPFB assumiu o controle da produção, transporte, distribuição e exportação de gás e petróleo.
Segundo informações da Agencia Boliviana de Información (ABI), o presidente da Petrobras Bolívia, José Fernando Freitas, se reuniu hoje com o ministro de Hidrocarbonetos, Carlos Villegas, e com representantes da estatal boliviana YPFB para detalhar as propostas de venda.
O segundo turno das eleições presidenciais timorenses foi um “sucesso”, store afirmou em comunicado o Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (Stae) do Timor Leste, link que prevê uma taxa de participação “ligeiramente inferior” aos 81, sildenafil 67% registrados no primeiro turno. A informação é da Agência Lusa.
“Todos os 504 centros de votação e as 705 zonas eleitorais reportaram terem aberto a tempo e de forma eficiente. Os eleitores formavam filas ainda antes do amanhecer e todos que estavam na fila para votar exerceram o dever cívico”, informa o documento. Segundo avaliação do secretariado, a votação começou e ocorreu de forma tranqüila em todo o país.
Em 38 centros de votação inacessíveis por rodovias, o material de votação foi entregue por equipes que se deslocaram a pé e a cavalo, enquanto 54 vôos de helicóptero das Nações Unidas e das Forças de Estabilização Internacionais (ISF, na sigla em inglês) garantiram que o material eleitoral fosse entregue em outros 44 locais específicos.
Cerca de meio milhão de eleitores escolheram o sucessor de Xanana Gusmão, que só deve ser conhecido sexta-feira ou sábado. Os candidatos são José Ramos Horta, primeiro-ministro e independente, e Francisco Guterres “Lu-Olo”, apoiado pela Frente Revolucionária do Timor Leste Independente (Fretilin) e presidente do Parlamento, os dois mais votados no primeiro turno, em 9 de abril.
Ramos Horta contou com medidas especiais de segurança por parte das Nações Unidas devido a uma ameaça “considerada crível” de que sofreria um ataque com arma pesada. O candidato, que votou no distrito de Baucau (leste), foi acompanhado por uma força especial de 13 oficiais da GNR (força de segurança militarizada lusa), de policiais da tropa de choque do Timor e ainda de um grupo de guarda-costas.
Segundo apurou a Agência Lusa, foi Atul Khare, representante especial do secretário-geral das Nações Unidas, que solicitou intervenção de forças especiais para proteger Ramos Horta, utilizando duas viaturas blindadas e armas especiais para sua proteção.
A ameaça teria partido de um chefe de polícia (Gaspar da Costa) do distrito de Viqueque (sul), cujo afastamento tinha sido solicitado por Ramos Horta antes do primeiro turno.
Apesar de defender que “mais vale prevenir do que remediar”, o candidato disse ter ficado “surpreso quando saía de casa” e viu a “GNR com dois blindados”. Ele disse que houve “exagero por parte das Nações Unidas” e se sentiu “incomodado com tanta segurança”.
Acrescentou que considera a suposta ameaça uma “guerra psicológica” sem maiores conseqüências e declarou: “Não acredito nessas ameaças. É guerra psicológica, conversa de café, muito típico da nossa cultura. Ameaças só de boca. Não passam à ação”.