O presidente do banco americano Wells Fargo, viagra sale Richard Kovacevich, website like this disse hoje que tem “o único acordo assinado” com o banco Wachovia, viagra buy reagindo à afirmação do Citigroup, que dizia ter fechado antes um acordo com o mesmo.
O Wells Fargo anunciou hoje que tinha chegado a um acordo definitivo para comprar o Wachovia por US$ 15,1 bilhões, sem ajuda do Governo.
O Citigroup, no entanto, diz que já tinha alcançado um acordo prévio no início da semana com respaldo do Governo.
Segundo sua diretoria, este acordo permitiria comprar, por US$ 2,2 bilhões, as operações bancárias do Wachovia, que passa dificuldades.
Por sua vez, Kovacevich declarou, em entrevista à rede de televisão financeira “CNBC”, que o acordo entre Wells Fargo e Wachovia é “bom para todo mundo”.
“É bom para os acionistas, bom para o Governo, porque não usamos nem um centavo do dinheiro dos contribuintes, e bom para os trabalhadores de Wachovia porque compartilhamos os mesmos valores”, acrescentou.
O presidente de Wells Fargo calcula que levará dois anos para incorporar o Wachovia e mais três para que a operação tenha efeito positivo em suas contas.
No entanto, o Citigroup afirmou que tem um acordo de monopólio com o Wachovia, e que o pacto firmado entre ele e o Wells Fargo supõe uma “interferência ilegal”.
A guinada das negociações entre Citigroup e Wachovia ainda fez o primeiro entrar, segundo a “CNBC”, com um processo contra o Wachovia.
Este acordo transformaria o Citigroup no maior banco dos EUA em número de depósitos, com US$ 1,25 trilhão, na frente do JPMorgan Chase (US$ 911 bilhões) e do Bank of America (US$ 785 bilhões).
“O Citi pediu a Wachovia e Wells Fargo que dêem fim a esse acordo e não façam a transação, que rompe o acordo de monopólio” prévio, assinalou o Citigroup, que afrima ter “importantes direitos legais” sobre essa operação.
Kovacevich alegou que “não sabe nada sobre a transação entre Citigroup e Wachovia”, e que seus advogados “estão examinando vários documentos” e o aconselharão sobre o que fazer.
Segundo a “CNBC”, o presidente do Wells Fargo contactou na noite de quinta-feira o executivo-chefe do Wachovia, Robert Steel, e lhe apresentou um acordo de compra aprovado pelo conselho de administração e assinado.
Steel apresentou rapidamente o acordo ao conselho de administração do Wachovia, que também o aprovou.
O executivo-chefe do Wachovia só haveria procurado seu colega do Citigroup Vikram Pandit às duas da madrugada de hoje para anunciar que tinham chegado um acordo com Wells Fargo, acrescenta a “CNBC”, que cita fontes anônimas.