O índice Dow Jones Industrial abriu com alta de 167, ed 02 pontos (2,21%), aos 7.719,31, com os investidores em busca de ofertas por bons preços, após duas sessões de fortes quedas em Wall Street.
Na quarta-feira, este índice caiu 5,07% e ficou abaixo dos 8 mil pontos, o que não ocorria desde março de 2003, e ontem caiu mais 5,56%, estando a ponto de cair abaixo dos 7,5 mil pontos.
O índice eletrônico Nasdaq subiu 32,07 pontos (2,44%), chegando a 1.348,19, enquanto o seletivo S&P 500 ganhou 18,21 pontos (2,42%), alcançando 770,65, depois de fechar ontem em seu nível mais baixo em 11 anos e meio.
O índice composto NYSE, que agrupa todos os valores cotados em Wall Street, subiu 156,67 pontos (3,37%), atingindo 4,807,88.
As ações da General Motors caíram 4,86%, para US$ 2,74, enquanto as da Ford subiram 8,63%, para US$ 1,47, à espera de que Washington promova o resgate da indústria automobilística americana e evite a quebra de algum dos Três grandes de Detroit.
Os títulos do Citigroup subiram 1,48% e foram negociados a US$ 4,76, coincidindo com a reunião de seu conselho de administração e entre especulações de venda ou fusão.
Ontem, as ações do Citigroup caíram 26,11%, baixando para US$ 4,71, seu nível mais baixo em 15 anos, apesar de o príncipe Alwaleed bin Talal, da Arábia Saudita, aumentar para 5% sua participação no grupo bancário.
Os títulos de seu concorrente JPMorgan Chase caíram 5,09% hoje, sendo cotados a US$ 22,26, após a informação de que ele poderia cortar cerca de 10% de seu quadro de funcionários, o que afetaria em torno de 3 mil empregos.
A Wal-Mart, maior cadeia de varejo do mundo, surpreendeu Wall Street ao anunciar que Mike Duke substituirá Lee Scott como presidente e executivo-chefe da companhia, em fevereiro.
A nomeação de uma nova cúpula na direção do Wal-Mart, como parte de sua estratégia para enfrentar sua situação futura, foi bem recebida por Wall Street, pois após a abertura suas ações subiram 2,57%, chegando a US$ 51,94.
As obrigações a dez anos caíram ligeiramente no mercado secundário de dívida e sua rentabilidade, que se movimenta em sentido contrário, passando de 3,01% para 3,18%.