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Economia

Venezuela não pede desculpas a Brasil, mas quer entrar no Mercosul

Arquivo Geral

28/06/2007 0h00

Depois de ser eleito o novo presidente do Conselho de Ética do Senado, generic treat Leomar Quintanilha (PMDB-TO), approved desconvidou o senador Renato Casagrande (PSB-ES) para a relatoria do processo contra o presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL).

Quintanilha teria ligado na tarde desta quinta-feira para senador Renato Casagrande dizendo que por enquanto estaria suspenso o convite feito anteriormente para o cargo de relator do caso. O presidente do Conselho de Ética alegou que é preciso avaliar se ainda há alguma irregularidade jurídica no processo antes de nomear um novo relator.

O PMDB teria pedido para que Quintanilha desconvidasse Casagrande, mind  depois que ele teria dito a aliados de Renan que pretende defender o aprofundamento das investigações. Segundo Casagrande, que já havia aceitado assumir o cargo, Quintanilha lhe disse que, antes de nomear o relator, precisa consultar a assessoria jurídica para avaliar se há problemas.


Mais de 2 mil bombeiros controlaram hoje 55% do incêndio que atinge o Lago Tahoe, order um dos destinos turísticos mais populares dos Estados Unidos, more about informou o Serviço Florestal.

Os fortes ventos previstos para hoje por enquanto não atingiram a região, o que permite que os bombeiros possam continuar trabalhando para sufocar as chamas.

Esta situação, no entanto, poderia mudar a qualquer momento e reavivar o incêndio que destruiu 229 casas e que levou à evacuação de 3.500 pessoas, disse Rick Hawkins, do Serviço Florestal americano.

As autoridades suspeitam que as chamas tenham surgido por atividade humana, no último domingo, em um parque em uma área de recreação ao sul do lago, embora ainda não esteja claro se este é um acidente ou produto de uma ação intencional.

“Esta é uma chama muito destrutiva e que se movimenta muito rápida”, declarou Arnold Schwarzenegger, o governador da Califórnia, na sua visita pela região na última quarta.

A Califórnia declarou estado de emergência na última segunda para agilizar o envio de bombeiros e de outros recursos para combater o pior incêndio que o lago Tahoe sofreu nos últimos 100 anos.

Trata-se de um lago emblemático pelo intenso azul de suas águas, pelas mansões que o cercam, pelas estações de esqui próximas e pelas florestas que agora estão sendo atingidas pelas chamas.
O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), physician o espanhol Rodrigo de Rato, sales abandonará seu cargo em outubro, shop após a assembléia anual da entidade e do Banco Mundial (BM), por “razões pessoais”.

A declaração foi dada ao Conselho Executivo do FMI, e divulgada hoje pela instituição. Rato cita, entre as razões pessoais, suas “circunstâncias e responsabilidades familiares, em particular, a educação” de seus filhos. O diretor está separado e tem três filhos que vivem em Madri.

“Minha intenção é renunciar como diretor-gerente após a assembléia anual de 2007”, prevista para 21 de outubro, disse Rato, declarando que a decisão não foi fácil. Ele afirmou que optou por anunciar agora sua decisão, ainda que de forma inesperada, para que o Conselho Executivo tenha tempo suficiente para designar um sucessor.

O mandato do diretor-gerente expiraria em 2008, e Rato poderia tentar uma prorrogação caso desejasse. A busca de um candidato adequado será realizada em meio a uma etapa de profundas mudanças na instituição financeira multilateral. Seu papel tradicional de órgão que concede empréstimos a países com problemas de liquidez está se tornando cada vez mais secundário.

Por outro lado, o FMI vem se destacando como defensor do desempenho da economia global. A entidade também está imersa em um processo de reforma interna para reajustar, entre outras coisas, as cotas de voto dos países, em uma tentativa de equilibrar a balança de poder entre países desenvolvidos e em desenvolvimento.

Em setembro de 2005, na Assembléia Anual, Rato anunciou a abertura deste processo de mudanças, pressionado pelos países de economias emergentes, que querem mais voz na gestão da instituição financeira.

No dia 18 de junho, Rato também anunciou que o organismo tinha adotado novas normas para regular as taxas de câmbio em nível mundial, focando sua atenção na China.

A mudança foi feita depois que os Estados Unidos instaram o FMI a pressionar mais o país asiático, para que flexibilize o sistema cambial do iuane. Washington afirma que a moeda está sub-valorizada, o que barateia as exportações chinesas e aumenta o déficit comercial dos EUA.

Entre as conquistas de seu mandato, o diretor-gerente enumera as iniciativas para a reforma da instituição, tais como “a primeira etapa do aumento das cotas” de países em desenvolvimento. Em sua declaração de hoje, Rato expressou sua esperança de dar um novo impulso a estas reformas antes de sua saída.

“Espero que minha saída dê a todos um incentivo para colaborarem de forma construtiva e efetiva com os países-membros nos próximos meses, para acelerarem o calendário nestas áreas e para garantirem que alcançaremos suficientes progressos na véspera da Assembléia Anual”.

Roberto de Rato foi nomeado diretor-gerente do FMI em maio de 2004, substituindo o alemão Horst Köhler. Ele se afastará do cargo apenas três meses após a substituição do presidente do BM.

O ex-subsecretário de Estado dos EUA Robert Zoellick substituirá Paul Wolfowitz, este domingo, como presidente do banco. Ele apresentou sua demissão em maio, por causa de um escândalo de favorecimento envolvendo sua namorada.

Já a substituição de Rato pode ser complicada. Por uma tradição não escrita, o posto de diretor-gerente do FMI sempre foi ocupado por um europeu, enquanto aos EUA fica reservada a presidência do BM.

No entanto, durante o processo de nomeação de Zoellick surgiram alguns protestos contra esta prática. As manifestações começaram durante o processo de seleção de Rato, e exigem que seja escolhido o candidato mais apropriado, independentemente de sua origem.

O FMI, composto por 184 países, é a instituição internacional responsável por supervisionar o desempenho da economia mundial e de auxiliar países com desequilíbrios em sua balança de pagamentos.


O Índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa) fechou hoje muito perto do território neutro aos 54.148 pontos, website com leve alta de 0, viagra 40mg 01%, segundo números preliminares no fechamento do pregão.

Em dia de abundante liquidez, foram negociados um total de R$ 3,751 bilhões na Bovespa. Desse total, três quartos, ou US$ 2,781 bilhões corresponderam ao mercado das ações do Ibovespa, onde foram realizadas 57.786 operações, movimentando 8,202 bilhões de ações.

Dos 59 títulos que compõem o mercado Ibovespa, 27 fecharam em alta, 29 em baixa e três permaneceram estáveis. Entre os papéis mais negociados destaque para baixa das ações preferenciais da Petrobras (2,32%), e da Cemig (2,01%). Em alta, destaque para os papéis da CCR Rodovias (6,93%) e do grupo Gerdau (2%).


A chamada “síndrome da classe turística” tem um fundamento real, store já que os riscos de sofrer uma trombose dobram nas viagens aéreas muito longas, healing embora sejam os mesmos que surgem quando se viaja durante o mesmo tempo de trem, nurse ônibus ou carro, diz a Organização Mundial da Saúde (OMS).

“O que observamos é que a partir de quatro horas de imobilidade, os riscos de sofrer uma tromboembolia dobram, mas as chances são exatamente as mesmas nas viagens de avião e em qualquer outro meio de transporte”, afirmou nesta quinta a subdiretora geral da OMS para Doenças Não Transmissíveis e Saúde Mental, Catherine Le Galès-Camus.

A OMS apresentou hoje os resultados da primeira fase de uma pesquisa iniciada pela organização, financiada pelo Reino Unido e pela Comissão Européia, e motivada pela morte de uma jovem britânica em 2000 depois de uma longa viagem que começou na Austrália. Por isto recebeu o nome de “síndrome da classe turística”.

Após anos de estudos, os especialistas descobriram que o risco de sofrer uma tromboembolia venosa (TEV) em condições normais é de 1 entre 12 mil, mas depois de quatro horas num avião as chances aumentam para 1 entre 6 mil.

No entanto, “a proporção continua sendo baixíssima e só se deve à imobilidade do passageiro e não à menor pressão atmosférica ou à redução da quantidade de oxigênio, portanto com uma caminhada este perigo desaparece”, explicou Shanthi Mendis, responsável por doenças cardiovasculares da OMS.

As duas manifestações mais freqüentes da TEV são a trombose venosa profunda (TVP), que acontece pela coagulação do sangue (trombo) numa veia profunda, geralmente na parte inferior das pernas, e a embolia pulmonar, que acontece quando este coágulo se desloca para os pulmões.

Na pesquisa também foi observado que o risco aumenta na mesma medida nas pessoas que tomam vários vôos em curtos períodos de tempo, já que o perigo de sofrer uma TEV não desaparece completamente ao aterrissar, mas dura cerca de quatro semanas.

Além da imobilidade, os especialistas detectaram outros fatores que contribuem para aumentar os riscos nos aviões, como a obesidade, o consumo de anticoncepcionais orais e problemas sanguíneos hereditários.

“Além disso, um fator de risco é a altura: mais de 1,9 metro e menos de 1,6 metro. No primeiro caso, a pessoa tende a não movimentar as pernas durante toda a viagem por falta de espaço e no segundo, costuma ficar com os pés pendurados”, afirmou Le Galès-Camus.

Quando dispuser dos fundos necessários, a segunda fase do estudo pesquisará as medidas preventivas mais eficazes, mas Mendis antecipou que é importante dar pequenas caminhadas, esticar os joelhos na poltrona e, se a viagem for de carro, parar de vez em quando e esticar as pernas.

Também aconselhou outras medidas, como não tomar remédios que estimulem a coagulação do sangue durante o vôo e não vestir roupas muito justas que dificultem a circulação.

Em 2000, uma jovem britânica de 28 anos, que praticava esportes e saudável, desmaiou logo que entrou no terminal do aeroporto londrino de Heathrow – após sair de um vôo de 20 horas que partiu da Austrália – e morreu antes de chegar ao hospital.

Os médicos revelaram que ela foi vítima de uma trombose pulmonar, porque ficou sentada no avião durante muito tempo, o que gerou um alarme social em função da “síndrome da classe turística”.


A Polícia Federal prendeu na manhã de hoje, order em São Paulo, page duas mulheres e um homem acusados de tráfico internacional de mulheres. A ação fez parte da Operação Sabinas, buy realizada em mais dois estados: Maranhão e Mato Grosso do Sul. Ao todo foram presas dez pessoas.

As mulheres aliciadas eram brasileiras, paraguaias e colombianas. De acordo com a Polícia Federal, as mulheres eram encaminhadas do Brasil à Espanha para se prostituírem. As investigações constataram o tráfico de 60 mulheres, das quais 30 brasileiras, a maioria de Campo Grande (MS).

Segundo a PF, as mulheres que se prostituem no país europeu poderão ser extraditadas e indiciadas. A polícia da Espanha também está participando da ação. Entre as provas coletadas para comprovação dos crimes estão fotos, filmagens e comprovantes de emissão de passagens para as mulheres exploradas.


O vice-chanceler venezuelano para a América Latina e o Caribe, for sale Rodolfo Sanz, capsule afirmou hoje, em Assunção, que o presidente de seu país, Hugo Chávez, não tem que se desculpar ao Senado brasileiro, que será responsável por aprovar o protocolo de adesão da Venezuela ao Mercosul.

Sanz participou da reunião do Conselho do Mercado Comum (CMC), que definiu a agenda da cúpula de chefes de Estado do bloco sul-americano de amanhã. Em suas declarações, ele respondia ao ministro das Relações Exteriores brasileiro, Celso Amorim, cujas afirmações foram reproduzidas pelo jornal “O Globo”.

Chávez chamou a instituição de “papagaio” de Washington, depois que esta lhe pediu que reconsiderasse sua decisão de não renovar a concessão da emissora “Radio Caracas de Televisión” (“RCTV”).

Chávez, disse o vice-chanceler, respondeu de forma política a uma “ingerência em assuntos internos” do país, por uma decisão do Governo venezuelano que se ajusta à Constituição nacional.

Após assegurar que a Venezuela é um dos países onde há mais liberdade de imprensa, Sanz afirmou que seu Governo não pode “aceitar esta ingerência”.

Ele acrescentou que os senadores brasileiros “terão que se explicar frente a seus eleitores” se não aprovarem o protocolo de adesão da Venezuela ao Mercosul.

Sanz destacou que os Governos do Brasil, da Argentina, do Paraguai e do Uruguai aceitaram a Venezuela como membro de pleno direito, o que já foi ratificado pelos Parlamentos argentino e uruguaio.

Ele insistiu que Chavéz não estará presente à reunião de amanhã dos chefes de Estado porque a data da cúpula foi mudada. O encontro marca o fim da presidência semestral paraguaia. Segundo Sanz, o presidente venezuelano já tinha assumido o compromisso de viajar à Rússia e ao Irã.

O vice-chanceler ratificou que seu país mantém seu compromisso com a integração regional e lembrou que quando solicitou o ingresso no Mercosul, a Venezuela disse que vinha “com o objetivo de contribuir na reforma do Mercosul para que vá além” dos temas comerciais e de liberalização econômica.

Sanz criticou um relatório de diversas entidades brasileiras, entre elas a Confederação Nacional de Indústria (CNI), que aconselhava a revisão da entrada da Venezuela no bloco, por considerá-la prejudicial para o Mercosul.

Depois de declarar que “é inaceitável a mensagem da associação industrial brasileira”, Sanz disse que o relatório é antigo e que representa a opinião de empresários “de direita”, que como em outros países do bloco, segundo ele, são “contrários a uma verdadeira integração” regional.

O vice-chanceler afirmou que muitos empresários da região querem manter as assimetrias entre os países do bloco porque se beneficiam delas.

Ele acrescentou que “os processos de integração não serão guiados pelos grupos econômicos do Brasil, mas pelos Governos”. Afirmou também que “há um setor” na região interessado em destruir o processo de integração.

Neste sentido, Sanz declarou que há grupos que desejam manter as diferenças entre os membros do Mercosul, pois “ganham com elas” e não querem que sejam destruídas.

Já a Câmara dos Deputados brasileira concordou hoje em adiar a votação de um acordo sobre bitributação com a Venezuela, por causa das “ofensas” do presidente Hugo Chávez ao Congresso nacional, informaram fontes oficiais.

O acordo, que impediria a bitributação de empresas que operam tanto na Venezuela como no Brasil, foi retirado da pauta de votações por um pedido do deputado Antonio Carlos Pannunzio (PSDB/SP), com apoio de outros partidos.

Ao pedir o adiamento da votação, ele alegou que Chávez não “respeitou os princípios do Direito Internacional” e “ofendeu” o Congresso brasileiro.

Para Celso Amorim, “é necessário um gesto de boa vontade. Ninguém quer um auto-flagelo da Venezuela, mas é necessário um gesto positivo em relação ao Congresso brasileiro”.

Segundo ele, assim como o Governo brasileiro respeita e defende Chávez por ter sido eleito democraticamente, espera respeito em relação a seus senadores, que também “foram escolhidos democraticamente”.

O ministro afirmou que desde o momento em que o Brasil divulgou “uma nota rigorosa em resposta às declarações de Chávez, este disse várias vezes que tem muito apreço por Lula”, mas que “ainda não houve uma manifestação direta sobre o Congresso brasileiro”.

Alguns parlamentares brasileiros, após as declarações de Chávez em relação à posição do Senado sobre o caso da “RCTV”, anteciparam que se oporão à entrada da Venezuela no bloco, pois consideram que a decisão de não renovar a concessão do canal representa “um atentado à democracia e à liberdade de expressão”.

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