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Economia

Vendas do comércio brasileiro acumulam crescimento de quase 10% no ano

Arquivo Geral

18/10/2007 0h00

O volume de vendas dos comerciantes brasileiros acumulou nos primeiros oito meses do ano um crescimento de 9, symptoms 7% frente ao mesmo período de 2006, sale informou hoje o Governo.

Já as receitas nominais acumularam, tadalafil entre janeiro e agosto, uma expansão de 11%.

Trata-se de um dos melhores resultados do setor comercial nos oito primeiros meses de um ano, segundo IBGE.

Em agosto, as vendas cresceram pelo oitavo mês consecutivo em relação ao mês imediatamente anterior, informou o organismo.

O comércio varejista aumentou em agosto 0,7% para o volume de vendas, na comparação com julho, e 9,9% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Em valores, as vendas cresceram 1,3% frente a julho e 13,2% em comparação com agosto do ano passado, sem a correção inflacionária.

O setor que mais contribuiu para o bom desempenho do comércio em agosto foi o de alimentos e supermercados, cujas vendas cresceram 6,4% em volume em comparação com o mesmo mês do ano passado.

As vendas de alimentos acumulam um aumento de 6,6% nos primeiros oito meses do ano.

“Este desempenho continua refletindo o aumento do poder de compra da população, decorrente basicamente do aumento da massa real de salário da economia , apesar do aumento dos preços dos produtos alimentícios ocorrido no trimestre junho/agosto”, revela o relatório do IBGE.

Outro setor destacado foi o de móveis e eletrodomésticos, cujas vendas se expandiram 16,8% em volume em agosto frente ao mesmo período do ano passado.

O crescimento das vendas de móveis e eletrodomésticos acumula 16,7% este ano.

As vendas de veículos, motocicletas e autopeças acumulam um crescimento de 23,4% em volume entre janeiro e agosto.

Os analistas do IBGE atribuíram o bom desempenho das vendas às condições favoráveis de crédito para os consumidores, com juros mais baixos e prazos de pagamento maiores.

Também aumentaram nos primeiros oito meses do ano as vendas acumuladas de artigos de uso pessoal e doméstico, com alta de 23,3% frente ao mesmo mês do ano passado; confecções, têxteis e calçados (+10,5%); artigos farmacêuticos e médicos (+7,9%), equipamentos e materiais para escritório (+25,2%) e combustíveis e lubrificantes (+5,1%).

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