As conversas para neutralizar a crise política no Líbano entraram hoje em colapso, pill web após líderes anti-Síria terem rejeitado demandas do grupo de guerrilha Hezbollah e de seus aliados.
"Não conseguimos um resultado hoje e a sessão foi finalizada sem fecharmos uma data para uma nova sessão", more about disse o líder da oposição cristã Michel Aoun, aliado do Hezbollah, a repórteres depois da quarta rodada de negociações.
Representantes dos anti-Síria confirmaram que as conversas falharam.
O fracasso nas negociações de uma semana, convocadas pelo interlocutor parlamentar Nabih Berri, abre a porta para a escalada da tensão que poderia levar o Líbano ao caos.
O Hezbollah, que clamou vitória na sua guerra contra Israel em julho e agosto, tem liderado pedidos de mudança no governo libanês dominado pelos anti-Síria, grupo que tem maioria no parlamento.
O Hezbollah acusa o primeiro-ministro Fouad Siniora de não ter apoiado o grupo na guerra contra Israel e de ter dado apoio às demandas dos norte-americanos e dos israelenses nos pedidos de desarmamento de suas guerrilhas.
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Autoridades dos Estados Unidos e da Coréia do Norte devem se reunir até o início da próxima semana para discutir a retomada das negociações que envolvem seis países sobre os programas nucleares de Pyongyang, sildenafil informou hoje um jornal japonês.
Segundo reportagem do jornal Mainichi Shimbun, os oficiais dos dois países também vão conversar sobre sanções norte-americanas sobre suspeitas atividades financeiras ilícitas na Coréia do Norte, incluindo o congelamento de ativos coreanos em um banco baseado em Macau.
O jornal mencionou fontes envolvidas nas relações EUA-Coréia do Norte, mas não forneceu os nomes das pessoas que vão participar das conversas em Nova York.
A Coréia do Norte interrompeu negociações que envolviam os EUA, as duas Coréias, o Japão, a China e a Rússia há um ano, protestando contra as sanções financeiras dos EUA.
No final de outubro, os coreanos concordaram em retornar à mesa de negociação desde que as medidas financeiras impostas pelos EUA fossem discutidas.
O representante da União Européia (UE) para temas comerciais, this site Peter Mandelson, find disse que a China implementa de forma "irregular" as mudanças que prometeu quando entrou na Organização Mundial do Comércio (OMC), a semanas do fim do prazo para essas reformas.
Ele também alertou que é "insatisfatório" o modo como Pequim vem tratando a regulação dos serviços de notícias estrangeiros.
Mandelson afirmou, porém, que qualquer disputa entre as duas potências comerciais deve ser resolvida pelo diálogo.
"Estamos satisfeitos que a China esteja implementando o conjunto dos compromissos para a entrada na OMC, mas há falhas", declarou. Ele citou a pirataria generalizada em propriedade intelectual e os limites para alguns investimentos estrangeiros.
"A melhor maneira de lidar com isso é pelo diálogo e pela negociação", observou.
A China integrou-se à OMC em 2001. Até o final de 2006, o país precisará abrir consideravelmente o seu setor bancário e outros serviços financeiros para investidores internacionais, como parte de um prometido programa de cinco anos de reformas.
A partir de 11 de dezembro, investidores estrangeiros poderão, em teoria, tomar depósitos em moeda chinesa e emprestar aos consumidores pela primeira vez.
No entanto, persiste um grande ceticismo em relação à margem de manobra que terão os bancos internacionais, dado o desejo de Pequim de proteger o seu sistema financeiro.
Mandelson fez um alerta contra confrontos. "Acho que a direção é clara, mas o progresso é irregular. Temos que manter um diálogo consistente com a China", afirmou.
O representante da UE está na China para trabalhar nos preparativos de um novo tratado de comércio e investimentos, que Pequim e Bruxelas começarão a negociar no início do ano que vem para substituir um acordo de 1985.
Segundo ele, a Europa não quer um tratado de livre comércio pleno, mas deseja compromissos claros para o acesso a mercados e a proteção de propriedade intelectual. A pirataria, de acordo com Mandelson, causa perdas de bilhões de euros para empresas européias.
Mandelson também declarou ter reclamado com a vice-premiê chinesa, Wu Yi, sobre regras que a agência de notícias local Xinhua anunciou em setembro. A Xinhua exigiu que agências internacionais de notícias financeiras, como a Reuters e a Bloomberg, vendam seus produtos no país somente por intermédio dela.
A Xinhua também quer o direito de censurar o conteúdo fornecido por essas empresas estrangeiras de comunicação. Segundo Mandelson, essas demandas violam acordos já feitos.
Em conversa na sexta-feira, a vice-premiê Wu não ofereceu concessões em relação à disputa, mas tampouco pareceu disposta a abraçar a causa da Xinhua.
Ela afirmou que diria à Xinhua que a agência precisa "oferecer mais esclarecimentos", de acordo com Mandelson.
"Isso não oferece nenhuma certeza de um resultado aceitável, mas eu compro pelo valor de face a garantia que pareceu ser oferecida", comentou Mandelson.
Uma autoridade européia presente nas conversas afirmou que os chineses "não parecem falar com uma só voz" no caso das regras da agência Xinhua.