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Economia

Trichet defende importância de reforma estrutural para baixar preços

Arquivo Geral

08/05/2008 0h00

O presidente do Banco Central Europeu (BCE), viagra dosage Jean-Claude Trichet, cheap disse hoje em Atenas que é importante reforçar um plano de reforma estrutural para estimular a concorrência e baixar os preços, mas, no entanto, a tensão nos mercados persiste.

Segundo ele, na conjuntura atual, é importante reforçar o plano de reforma estrutural.

Em especial, seria importante fomentar um mercado integrado e reduzir as barreiras quanto aos produtos e à mão-de-obra, visando a aumentar a competitividade e a baixar os preços e os índices de inflação – que “se manterão altos por um tempo prolongado”.

Trichet acrescentou que apesar dos “elementos fundamentais da zona do euro estarem normais… o nível de incerteza causado pela fuga dos mercados financeiros se mantém mais alto que o normal e a tensão persiste”.





Especificou que “o objetivo do conselho é cumprir com seu dever de manter a estabilidade dos preços no médio prazo”, e destacou hoje que a entidade está em “uma posição de alerta permanente” devido às turbulências atuais nos mercados de capitais.

O principal órgão executivo do BCE já havia decidido hoje, e por unanimidade, manter a taxa básica de juros em 4% para a zona do euro, como previam os mercados financeiros e em sentido contrário à política de relaxamento adotada pelo Federal Reserve (Fed, banco central americano) nos últimos meses.

Trichet especificou que aumentaram os riscos no curto prazo para a estabilidade dos preços, devido ao encarecimento da energia e dos produtos agrícolas, uma preocupação que é compartilhada por dirigentes de política monetária em outras regiões, como Ásia e Estados Unidos.

Declarou que sua entidade está em “uma posição de alerta permanente” devido à turbulência atual nos mercados de capitais – que levou o BCE a injetar repetidamente liquidez nos mercados financeiros ao restringir os créditos para as entidades bancárias por causa da incerteza reinante.

Trichet apontou que as previsões de um crescimento moderado serão cumpridas para o primeiro semestre deste ano e que as demandas interna e externa apoiarão o desenvolvimento do Produto Interno Bruto (PIB) na zona do euro este ano.

Comemorou o fato de o emprego e a força de trabalho terem aumentado vigorosamente e que o nível de desemprego tenha caído “a níveis que não eram vistos nos últimos 25 anos”.

Trichet declarou que é “vital que todas as partes envolvidas, no setor público e privado, assumam suas responsabilidades”.

Os mercados financeiros previam que o principal órgão executivo do BCE não modificaria os juros, já que existem pressões inflacionárias pelo encarecimento da energia e de alguns alimentos.

Ao menor crescimento econômico previsto pelos analistas para a zona do euro acrescenta-se a revalorização do euro frente ao dólar, que ameaça reduzir as exportações para os EUA e outros países com uma economia vinculada à moeda americana.

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