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Economia

Telefonia fixa poderá ter outros planos de cobrança de tarifa além dos obrigatórios

Arquivo Geral

03/03/2007 0h00

Escutas telefônicas liberadas hoje pela polícia revelam que a viúva Adriana Almeida, medical and acusada de ser a mandante do assassinato do milionário da Mega-Sena Renné Sena, tentou retirar a titularidade do marido na conta conjunta que tinham após o assassinato. Sem conseguir remover o nome, ela pediu informações ao gerente do banco sobre uma transferência no valor de R$ 1,8 milhões.

A gravação, feita com autorização da Justiça, revela que a viúva teria que pagar R$ 7 mil de CPMF para transferir a quantia para outra conta. Ela teria feito um único saque em dezembro, no valor de R$ 100 mil.

Em depoimento, Adriana afirmou que usou o dinheiro para comprar um carro para sua irmã.

Confira a transcrição da gravação:

Valmir: Adriana? Valmir, tudo bem?

Adriana: Tudo bom, Valmir.

Valmir: Deixa eu te falar uma coisa, eu estava tentando ver a opção de excluir o primeiro titular da conta por falecimento, mas o sistema não prevê, não autoriza excluir o primeiro titular. Então, o melhor negócio aqui, a gente tava conversando, seria ou você vir aqui, ou a gente eleva uma autorização, e você transferir todo esse recurso pra sua conta particular.

Adriana: Ah, tá?

Valmir: Tá? Ele vai zerar R$ 7 mil de CPMF.

Adriana: Ã-hã.

Valmir: Tá, mas eu acho que pra medida de… você se preservar, né?

Adriana: Ã-hã.

Valmir: Porque, do jeito que eles estão fazendo essa boataria, né?

Adriana: Ã-hã.

Valmir: Tá bom? Então eu vou passar aí. Você está hoje aí o dia todo?

Adriana: Tô, tô em casa. Pode vir aqui?

Valmir: Então, tá. A gente vai fazer um…

Adriana: Quando você chegar a gente conversa sobre isso.

Valmir: Então, tá bom.

Adriana: Tá bom?

Valmir: Então, tá.

Adriana: Tchau.

A polícia não informou se a transação chegou a ser realizada, mas afirmam que pretendem pedir a quebra do sigilo bancário da viúva.

 


Na próxima semana, online técnicos do Ministério da Agricultura, link Pecuária e Abastecimento (MAPA) estarão no Reino Unido para uma série de reuniões visando cooperação técnica em diversas áreas e promoção do agronegócio brasileiro. A missão atende a convite do governo britânico.

“O Brasil tem chamado muita atenção do mundo pela questão da agricultura, aumento da produção, produtividade, exportação. Essa cooperação é muito bem vista tanto do lado brasileiro quanto do lado do Reino Unido”, diz o diretor do Departamento de Assuntos Sanitários e Fitossanitários (DASF) do ministério, Odilson Luiz Ribeiro e Silva.

“O Brasil tem grande interesse de cooperação com o Reino Unido pela importância da pesquisa e da ciência lá e pela posição estratégica do Reino Unido na União Européia.”

O diretor lembra que há cerca de um mês mais de 20 técnicos do ministério estiveram no Reino Unido para treinamento em um dos melhores laboratórios do mundo. Eles estudaram metodologias para detecção de resíduos de agrotóxicos, de drogas veterinárias ou de outros contaminantes em alimentos.

Com esse tipo de treinamento, o governo brasileiro busca evitar que as exportações esbarrem em obstáculos técnicos ou questões sanitárias e fitossanitárias – as chamadas barreiras comerciais não-tarifárias.

“As barreiras não tarifárias são muito comuns. Em toda exportação de origem animal e vegetal existem requisitos, todos os países têm suas exigências, inclusive o Brasil. Se pode entender isso como uma dificuldade, uma barreira, mas se você se antecipar a estas exigências geralmente é mais fácil para o setor produtivo poder cumprir”, destaca Odilson Silva.

A missão ao Reino Unido, segundo ele, abrirá novas perspectivas de cooperação que permitirão harmonizar procedimentos, conhecer interlocutores e evitar problemas potenciais no comércio.

“Teremos uma aproximação maior, intercâmbio de técnicos de um lado e de outro, maior diálogo e certamente essa cooperação vai evitar problemas e também propiciar um maior intercâmbio comercial entre os dois países e talvez com a União Européia.”

O diretor do Departamento de Assuntos Sanitários e Fitossanitários integra a delegação ao lado de outros cinco técnicos do ministéro ligados aos departamentos de Fiscalização de Insumos Agrícolas (DFIA), de Promoção Internacional do Agronegócio (DPIA), de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (DIPOV) e de Fiscalização de Insumos Agrícolas (CFIC). A Embrapa também participará da missão com um integrante da Coordenadoria de Cooperação Internacional.

 

A agenda da comitiva inclui reuniões com o Comitê Parlamentar e Científico da Câmara dos Comuns e com o Departamento de Meio Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais (Defra) do governo britânico – responsável por temas como mudanças climáticas, novas fontes de energia e desenvolvimento sustentável.

“Há um grande interesse do Ministério da Agricultura do Reino Unido sobre o tema da sustentabilidade”, conta Odilson Silva. “Vamos mostrar o que é feito na agricultura brasileira em termos da manutenção da sustentabilidade, como o uso, no Brasil de técnicas de plantio direto, que já são 20 milhões de hectares.”

Também está prevista palestra, com os técnicos brasileiros, sobre a visão de comércio exterior do Brasil, em evento organizado pelo Centro Internacional de Agricultura e Tecnologia (IATC), ligado ao governo britânico.

A programação inclui, ainda, encontros com empresários e cientistas e visita a cinco importantes centros de pesquisa e universidades. “Vamos conhecer a área que coordena a pesquisa agropecuária no Reino Unido, que tem interesse em implementar cooperação com a Embrapa”, revela.

Além dos dois planos obrigatórios de cobrança por minuto, tadalafil as concessionárias vão poder oferecer outros planos. Mas o advogado do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) Luiz Fernando Moncau alerta para a importância de primeiro pedir o detalhamento da conta, prostate para ver exatamente quantas ligações o assinante fez e quanto tempo durou cada uma.

“O Idec não recomenda ao consumidor optar por esses planos alternativos neste momento, porque ele não tem o detalhamento das contas. Porque agora não pode monitorar seu perfil e escolher com consciência para ver se os planos das operadoras, além dos dois obrigatórios, são benéficos ou não”, alertou Moncau.

Segundo o especialista em regulação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) Mozart Tenório, as empresas são obrigadas a oferecer o detalhamento da conta, caso o assinante faça o pedido.

"Optou-se por não obrigá-las a enviar contas detalhadas para todos os usuários por uma questão econômica e ecológica. As ligações locais são em muito maior número que as ligações interurbanas, por exemplo. Seria muito papel. Mas, a qualquer momento, o assinante pode pedir o detalhamento, que ele o terá", disse.

Calcula-se que o minuto custará R$ 0,09 ou R$ 0,10 no plano básico, incluindo os impostos. No plano alternativo, o minuto R$ 0,03 ou R$ 0,04.

"Pode parecer que, no Pasoo (Plano Alternativo de Serviços de Oferta Obrigatória), o minuto é mais barato, mas há uma tarifa de completamento da chamada, de R$ 0,15 ou R$ 0,16, dependendo do estado, que onera a chamada no início dela. Por isso, as chamadas mais curtas no Pasoo ficam mais caras. Nas chamadas longas, a tarifa de completamento é minimizada ao longo do tempo da chamada, porque o valor do minuto é mais baixo", observou o técnico da Anatel.

A tarifa de completamento do Pasoo é semelhante ao que ocorre na tarifação por pulsos. Hoje, sem a conversão, a cada vez que um usuário faz uma chamada, já paga uma tarifa pelo fato de alguém atender o telefone do outro lado. Depois, passa a pagar um pulso aleatório em até quatro minutos e, depois, um pulso a cada quatro minutos. Um cronômetro na central de medição das empresas roda sem parar e emite um sinal, que registra o pulso, a cada quatro minutos.

"Assim, se o assinante faz uma ligação no final desse período, paga um pulso pelo completamento, outro pulso pela ligação estar dentro daquele pulso, e se a conversa entrar poucos segundos dentro do outro intervalo, ele vai pagar mais um pulso", explicou Tenório.

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