Menu
Economia

Siderurgia diz que expansão deveria ser prioridade de candidato

Arquivo Geral

29/08/2006 0h00

O secretário-geral da ONU, approved pill Kofi Annan, dosage troche prometeu ajudar na libertação de três soldados israelenses sequestrados por palestinos e xiitas libaneses, disseram parentes deles hoje.

Os familiares dos soldados foram os primeiros a receber Annan em sua chegada a Israel, depois de uma visita ao sul do Líbano, região devastada pelos 34 dias da guerra iniciada quando o Hezbollah seqüestrou dois dos militares, em 12 de julho.

"Annan prometeu que faria de tudo ao seu alcance para obter a libertação dos garotos", disse Benny Regev, irmão de Eldad Regev, 26, capturado pelo Hezbollah junto com Ehud Goldwasser, 31.

"Pedimos que antes da libertação ele trabalhe para receber sinais de vida dos cativos. Ele prometeu também agir nesse sentido", afirmou Regev. Annan se reuniu com o ministro israelense da Defesa, Amir Peretz. Na quarta, deve encontrar o primeiro-ministro Ehud Olmert e o presidente palestino, Mahmoud Abbas.

Além de ter travado uma guerra contra o Hezbollah, o Exército israelense também mantém uma ofensiva na Faixa de Gaza para tentar resgatar o soldado Gilad Shalit, 20, capturado por militantes palestinos em 25 de junho. "Pedi a Annan que use sua influência e o orientei para sua visita a Damasco, onde acreditamos que esteja a chave para libertar Gilad", disse o pai de Shalit, Noam, a jornalistas.

A mulher de Goldwasser, Karnit, disse que Annan ofereceu "um compromisso pessoal" de ajudar na libertação dos três soldados. "Sabemos que ele vai visitar países aos quais não temos acesso, e ele pode abordar as pessoas corretas", afirmou. Ainda em Beirute, Annan propôs mais negociações sobre a troca de presos palestinos e libaneses pelos três soldados. A imprensa diz que tais negociações já começaram, mas as partes envolvidas não confirmam.

 

A Delegacia Especializada em Conflitos Agrários (Deca) de Marabá (PA) e a Ouvidoria Agrária Nacional questionaram a denúncia da Comissão Pastoral da Terra (CPT), cost de que o sem-terra José Lopes do Carmos – mais conhecido como Antônio Capixaba – foi morto por pistoleiros. O assassinato ocorreu no último dia 17, check no município de Itupiranga (PA), viagra order dentro da fazenda da qual fora despejado havia poucos dias.

A CPT afirma que Capixaba é o terceiro agricultor morto em conflitos agrários no sul e sudeste do Pará neste ano. De acordo com dados da entidade, 654 trabalhadores rurais foram assassinados em luta pela posse da terra nessa região, entre 1971 a 2004.

Capixaba fazia parte das 56 famílias que ocuparam a fazenda Rainha por um ano e sete meses até serem despejadas pelo Batalhão de Choque da Polícia Militar. A ação de reintegração de posse ocorreu no dia 21 de julho.

Os sem-terra montaram, então, um acampamento ao lado da fazenda, dentro do projeto de assentamento Limeira. No dia do crime, Capixaba havia entrado  na propriedade para buscar seu cavalo. E foi alvejado com um tiro de revólver na cabeça e outro de espingarda no tórax.

Em matéria publicada pela Agência Brasil no último dia 23, o agente da CPT Aírton Pereira acusou a Deca de negligência. Hoje (29) ele voltou a afirmar que essas 56 famílias ainda sofrem ameaças de pistoleiros contratados pelo proprietário da fazenda, o pecuarista Wilson Luiz Pereira.

“A partir do momento em que soubemos do homicídio, fomos ao local. Identificamos pessoas que estavam no interior da propriedade, sem armas de fogo. Elas se diziam trabalhadores da fazenda, não dá para afirmar que sejam pistoleiros”, declarou o delegado-titular da Deca, Vicente Gomes.

“Inicialmente não temos um suspeito específico”, acrescentou. “Primeiro precisamos saber o círculo de amizades, o comportamento da vítima. Em princípio, a gente não pode dizer que o crime tenha vinculação direta com conflito agrário”.

Segundo o ouvidor agrário regional, Celso Florêncio, o acampamento na fazenda Rainha era “atípico”, pois as famílias estavam “muito espalhadas”. “Recebemos denúncias de que os ocupantes estavam vendendo lotes e colhemos depoimentos que reforçam essas acusações”, avaliou.

“Não há clareza ainda quanto à autoria do crime, mas provavelmente pessoas que adquiriram os lotes e os perderam [com a reintegração de posse] fizeram um acerto de contas. Outra hipótese é o alcoolismo – vimos muitas pessoas embriagadas”, disse Gomes.  A CPT rebate as declarações da polícia e diz que os argumentos citados repetem o mesmo discurso contra a reforma agrária desde a década de 70.

O vice-presidente da CPI dos Sanguessugas, buy more about deputado Raul Jungmann (PPS-PE), viagra dosage informou que poderá ser votado em reunião da próxima terça-feira um requerimento pedindo a quebra de sigilo telefônico, fiscal e bancário de Cristiane Mayrink.

De acordo com reportagem publicada na imprensa com base em depoimento do empresário Luiz Antonio Trevisan Vedoin, ela seria uma espécie de operadora terceirizada da Planam, empresa acusada de chefiar o esquema de compra superfaturada de ambulâncias.

Jungamnn disse ainda que o presidente do Conselho de Ética da Câmara, deputado Ricardo Izar (PTB-SP), levou a reunião uma gravação que teria sido feita pelo seu secretário com Cristiane. O documento seria uma prova contra as denúncias de Vedoin que o envolveriam no caso.

Nessa gravação ela negaria todo e qualquer envolvimento ou sequer conhecimento com ele", disse o vice-presidente. Jungmann também descartou um novo depoimento de Luiz Antonio Trevisan Vedoin à CPI.

 

O ouvidor agrário regional, dosage Celso Florêncio, order afirma que o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) iniciou um processo de desapropriação negociada da área da fazenda Rainha que estava ocupada pelos sem-terra em Itupiranga, no Pará. Ao todo, a propriedade tem 2,7 mil hectares, localizados no entorno da rodovia Transamazônica. “Já conseguimos autorização do fazendeiro para fazer a vistoria”, contou.

O local vivenciou um novo conflito com a morte do sem-terra José Lopes do Carmos – mais conhecido como Antônio Capixaba – que teria sido morto por pistoleiros. O assassinato dele aconteceu no último dia 17, no município de Itupiranga (PA), dentro da fazenda da qual fora despejado havia poucos dias.

Capixaba fazia parte das 56 famílias que ocuparam a fazenda Rainha por um ano e sete meses até serem despejadas pelo Batalhão de Choque da Polícia Militar. A ação de reintegração de posse ocorreu no dia 21 de julho.

Os sem-terra montaram, então, um acampamento ao lado da fazenda, dentro do projeto de assentamento Limeira. No dia do crime, Capixaba havia entrado  na propriedade para buscar seu cavalo. E foi alvejado com um tiro de revólver na cabeça e outro de espingarda no tórax.

Segundo o ouvidor, a possibilidade de compra das terras não teria por objetivo direto atender às 56 famílias que as ocupavam. “Ainda não sabemos se elas atendem o perfil de assentado [não ser proprietário de terra, comerciante ou funcionário público, por exemplo]”, explicou. “É preciso lembrar que a demanda por um pedaço de terra no sul e sudeste do Pará é grande. Há 11 mil famílias na lista de espera”.

A investigação da polícia e da ouvidoria agrária sobre o caso trabalham com a hipótese de que pode ter havido vendas irregulares dos lotes e um possível “acerto de contas”. A CPT rebate as declarações da polícia e diz que os argumentos citados repetem o mesmo discurso contra a reforma agrária desde a década de 70.

O agente da CPT Aírton Pereira rebate as declarações. “Falar que trabalhador quer terra para vender é um discurso que o pessoal faz na região desde a década de 70 para tumultar o processo de reforma agrária”. Ele disse que não pode garantir que a venda de lotes não tenha ocorrido. “Mas nós da Pastoral da Terra desconhecemos esse fato”.

De acordo com Gomes, após a passagem dos policiais da Deca pela fazenda Rainha, o clima de tensão diminui. “A polícia não pode estar em todos os lugares ao mesmo tempo. Não foi registrada qualquer ocorrência policial antes do homicídio”, afirmou. “Agora faremos outras diligências ao local para garantir a segurança de todos”.

 

O setor siderúrgico brasileiro espera que os principais candidatos à Presidência da República definam o crescimento econômico do país como meta prioritária do próximo governo.

Classificando o momento econômico atual do Brasil como "estagnado", advice o presidente do Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS), page Luiz André Rico Vicente, viagra buy destacou que a opção do atual governo pelo programa de ajuda aos mais pobres saiu muito caro e não gerou empregos.

"Os projetos que geram empregos ainda são uma expectativa. Esperamos que o próximo governo encare o crescimento econômico como prioridade", afirmou Vicente a jornalistas hoje.

Ele informou que, até o momento, o setor se reuniu apenas com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas representantes do principal adversário, Geraldo Alckmin, do PSDB, já receberam as reivindicações do segmento siderúrgico do país.

Para estimular o crescimento, a proposta básica, segundo Vicente, é a redução da carga tributária. "Hoje temos uma prática medieval de tributar investimentos antes de serem realizados. Isso espanta qualquer investidor", ressaltou o executivo.

Como exemplo, Vicente citou o caso da Gerada Abominas, a qual preside, que está investindo US$ 1,5 bilhão para expandir sua produção. Com isso, vai recolher antecipadamente US$ 400 milhões em impostos, que serão ressarcidos ao longo do tempo.

"Isso é um espantalho para novos negócios", declarou. Segundo Vicente, os dois principais candidatos se mostraram sensíveis ao pleito e prometeram que a carga tributária poderá ser revista no futuro. A indústria pediu também aos candidatos estabilidade nas regras, "porque o conflito entre agências reguladoras e ministérios também afastam investidores", e melhoria no segmento logístico.

"Existe a intenção, pelo menos dos dois candidatos (Lula e Alckmin) de que o novo governo será de crescimento", afirmou o executivo. O IBS divulgou hoje que a produção do setor deve cair 1,8% este ano. Vicente ressaltou, no entanto, que, se houver um aquecimento da economia o segmento, terá condições de atender o mercado.

"Exportamos quase metade da nossa produção. Podemos rapidamente atender qualquer explosão de consumo, mas tem que ter a explosão primeiro", concluiu.

 

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado