O Senado americano aprovou hoje, and com uma mínima margem de votos, link um plano de estímulo à economia de US$ 838 bilhões.
Antes de ser enviado à Casa Branca para ser sancionado, o texto agora terá que ser harmonizado com o aprovado pela Câmara de Representantes em 28 de janeiro, que destina US$ 819 bilhões ao combate à crise.
Com 37 votos contra e 61 a favor, apenas um a mais do que era necessário, os senadores aprovaram sua versão do plano de estímulo, elaborado para fazer frente à pior crise econômica dos Estados Unidos desde a Grande Depressão.
Num encontro com eleitores em Fort Myers (Flórida), onde promove o projeto, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse que a aprovação do pacote é uma “boa notícia”.
No entanto, acrescentou que há muito trabalho a fazer para que os legisladores do Senado e da Câmara de Representantes consigam unificar o texto e aprovar uma versão definitiva do plano.
Na votação de hoje no Senado, o pacote de Obama foi claramente rejeitado pela oposição republicana: dos 41 legisladores do partido que há na casa, apenas três – todos da ala moderada – se juntaram à maioria democrata para aprovar o texto.
Assim que o Congresso chegar a uma versão final do plano, este voltará a ser votado e só depois será enviado para a sanção de Obama.
A ajuda aprovada hoje no Senado acabou elevada porque o Escritório de Orçamento do Congresso (CBO, na sigla em inglês) divulgou um novo cálculo sobre o custo do plano de reativação econômica.
Assim, o valor final do pacote passou de US$ 827 bilhões para US$ 838 bilhões. O aumento é decorrente de uma emenda democrata que limita as bonificações dos 25 principais executivos de empresas beneficiados pelo resgate financeiro aprovado pelo Congresso em outubro passado.
Atualizada às 17h01
O CBO explicou que, para efeitos práticos, tal emenda, do democrata Christopher Dodd, fará diminuir a quantia que o Departamento do Tesouro arrecada sobre a renda dos diretores de empresas que tiveram seus bônus reduzidos.