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Economia

Salários de diretores de empresas resgatadas de crise terão corte de até 90%

Arquivo Geral

21/10/2009 0h00


O Governo dos Estados Unidos decidiu aplicar um importante corte nos salários dos altos diretores de sete das empresas resgatadas durante a crise, que pode chegar a até 90%, informou hoje o jornal “The Wall Street Journal”.

A medida foi proposta pelo conhecido como “czar dos pagamentos”, Kenneth Feinberg, que foi designado há alguns meses como diretor de Compensações pela Administração de Barack Obama, para supervisionar os salários dos altos executivos.

Segundo “The Wall Street Journal”, Feinberg reduzirá à metade os bônus e compensações de um total de 175 altos executivos de AIG, Bank of America, Citigroup, General Motors, Chrysler Group, Chrysler Financial e a financeira GMAC.

O maior corte será aplicará aos salários, que serão reduzidos em média em 90%.

Além disso, o diretor de Compensações exigirá que estas entidades, que receberam aplicações de dinheiro público para seguirem flutuando devido à crise, mostrem sinais de boa governança, como a separação dos cargos de presidente e de executivo-chefe.

Outra das medidas propostas é a criação, dentro dos conselhos de administração, de comissões de valorações de riscos.

O jornal afirma que apesar da redução dos salários da alta direção, as empresas seguirão gastando grandes somas de dinheiro em remunerações de diretores de nível médio.

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