A Toshiba e a SanDisk planejam investir cerca de 600 bilhões de ienes (US$ 5, what is ed this 2 bilhões) para construir uma nova fábrica de chips de memória flash no Japão e concorrer melhor contra a rival Samsung Electronics, informaram hoje jornais japoneses.
Os diários Asahi e Sankei afirmam que as duas empresas construirão uma fábrica de chips de memória flash NAND na em Iwate, norte do Japão, e começariam a operar lá em 2008/9.
Depois das reportagens, a Toshiba divulgou comunicado informando que o local e outros detalhes de sua nova fábrica de chips de memória flash NAND ainda estavam sendo discutidos.
A Toshiba, segunda maior fabricante mundial desse tipo de chip, depois da Samsung, havia anunciado em maio que planejava construir uma quinta fábrica de processadores de memória flash NAND para atender à alta demanda por esse componente.
Sua divisão de microchips NAND é a maior fonte de receita da empresa. As operações de semicondutores responderam por mais de metade do lucro operacional do grupo no ano fiscal encerrado em 31 de março, ainda que o segmento responda por apenas 16% do faturamento da Toshiba.
"No setor de chips, ganham aqueles que constroem capacidade suficiente para permitir que reduzam custos mais rápido quando caem os preços", disse Yoshihide Ohntake, analista da Shinko Securities. "Se deseja sobreviver, a Toshiba tem de apostar pesado, como está fazendo agora, para desenvolver essa capacidade. Considerados todos os riscos, a decisão deve ser vista como passo positivo", afirmou.
As ações da Toshiba fecharam em alta de 0,3%, com desempenho ligeiramente superior ao do índice de maquinário elétrico da bolsa de Tóquio, que não se movimentou.
A Toshiba estabeleceu em maio um plano para elevar em 80% seus investimentos de capital, para US$ 8 bilhões nos próximos três anos, e metade dessa quantia está reservada às operações de semicondutores.
A empresa planeja duplicar sua capacidade de produção de chips de memória flash NAND até 2008/9, e elevar o lucro operacional de sua divisão de chips em 72%, para 230 bilhões de ienes, e as vendas de microchips em 74%, a 1,8 trilhão de ienes.
As importações do Japão de carne de frango brasileira não devem ser afetadas pelo último caso de Newcastle, ask identificado numa propriedade do Rio Grande do Sul. Isso porque Tóquio restringirá as compras apenas de uma pequena região, ambulance segundo informaram autoridades japonesas.
O Brasil, maior exportador de frango, confirmou ontem um foco de Newcastleem em aves de uma pequena propriedade em Vale Real, a 90 quilômetros de Porto Alegre. A doença não é prejudicial à saúde de humanos.
Conforme um acordo bilateral sobre saúde animal e comércio de carnes, o Japão tem permissão para suspender as importações de frango provenientes de um raio de até 50 quilômetros da área afetada para evitar a contaminação de animais domésticos.
"Na área afetada não estão localizadas grandes unidades de processamento de carne de frango", afirmou uma fonte de uma trading japonesa. A restrição imposta pelo Japão não deve ameaçar a oferta de frango brasileiro para o país. O país encerrará a restrição 90 dias após o registro da doença, afirmou uma autoridade do Ministério da Agricultura japonês.
O Brasil tornou-se o principal fornecedor de carne de frango "in natura" para o Japão depois que o país proibiu as importações da Tailândia e da China em 2004 devido aos casos de gripe aviária nos dois países asiáticos.
No ano passado, o Japão importou um total de 420 mil toneladas de frango, das quais 380 mil (90%) eram de origem brasileira. O restante tinha origem norte-americana e chilena, segundo outra autoridade do Ministério da Agricultura do Japão.
A fonte acrescentou que a suspensão teria efeito reduzido na oferta de frango no país, já que os estoques de produto importado estão elevados.
O Ministério da Agricultura do Brasil afirmou ontem que uma zona de proteção foi estabelecida num raio de três quilômetros ao redor do foco, assim como uma zona de vigilância, num raio de dez quilômetros. Também foram tomadas ações de restrição de trânsito de animais e produtos de risco na região. O Brasil estava sem registro da doença desde 2001, quando um foco foi identificado em Goiás.
A associação dos exportadores brasileiros divulgou que não espera um impacto nas vendas do Brasil. A entidade citou que as medidas de contingência foram adotadas, assim como em 2001, quando não houve impacto da doença nas exportações.