A maioria dos analistas esperava uma queda de pouco mais de um milhão de barris nas reservas de petróleo.
A agência informou que, com esta redução, as reservas de petróleo se encontram dentro da média nesta época do ano.
Na semana anterior, as reservas chegavam a 295,3 milhões de barris. O volume de reservas na semana passada foi 13,7% inferior ao estoque de um ano antes.
Imediatamente depois da divulgação dos dados oficiais, o preço dos contratos futuros do Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve) para entrega em setembro caiu US$ 0,19, para US$ 122 por barril (159 litros) na Bolsa Mercantil de Nova York.
Sobre os estoques de gasolina, o relatório afirma que caíram em 3,5 milhões de barris (1,6%), e ficaram em 213,6 milhões, frente aos 217,1 milhões da semana anterior. Os analistas esperavam uma redução de 500 mil barris.
Na Bolsa Mercantil de Nova York, o preço dos contratos da gasolina para entrega em setembro caiu US$ 0,243, para US$ 3,0320 por galão (US$ 0,8021 por litro).
As reservas de combustível para calefação aumentaram em 2,4 milhões de barris (1,9%) e ficaram em 130,5 milhões de barris, diante do 128,1 milhões de barris da semana anterior.
Os analistas esperavam um aumento de cerca de 2 milhões de barris nas reservas de combustível para calefação.
Na Bolsa Mercantil de Nova York, o preço do combustível para calefação para entrega em agosto caiu US$ 0,162 por galão, e ficou em US$ 3,4560 por galão (US$ 0,9142 por litro).
O relatório afirmou também que, na semana passada, as refinarias petrolíferas nos Estados Unidos operaram a 87,2% da capacidade, comparado a uma utilização de 87,1% na semana anterior.
Estes números excluem a Reserva Estratégica de Petróleo do Governo dos Estados Unidos, que conta com 706,3 milhões de barris, frente aos 706,2 milhões de barris na semana anterior.
O total de reservas de petróleo e produtos refinados nos Estados Unidos, incluindo a Reserva Estratégica, chegou na semana passada a 1,692 bilhão de barris, frente ao 1,689 bilhão de barris da semana anterior.